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dc.contributor.authorOliveira, Brena Shellem Bessa de-
dc.date.accessioned2019-12-06T12:13:32Z-
dc.date.available2019-12-06T12:13:32Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, B. S. B. (2018)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/1641-
dc.descriptionOLIVEIRA, Brena Shellem Bessa de. Percepção e autoeficácia de mães de crianças com microcefalia associada ao Zika Vírus. 2018. 16 f. Artigo(Graduação) - Curso de Bacharelado em Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde - ICS, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção, 2018.pt_BR
dc.description.abstractO objetivo deste estudo consistiu em conhecer a percepção materna diante de ter um filho com microcefalia associada ao zika vírus e traçar o nível de autoeficácia geral percebida destas mães. Estudo descritivo, de abordagem mista, realizado em um Núcleo de Estimulação Precoce de uma policlínica localizada na região do Maciço de Baturité, interior do Ceará. A pesquisa foi realizada com cinco mães de crianças diagnosticadas com microcefalia associada ao zika vírus. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, as quais seguiram um roteiro composto por temas norteadores. Além disso, utilizou-se um instrumento semiestruturado abordando dados sociodemográficos, o formulário de apgar familiar e a Escala de Autoeficácia Geral Percebida na versão brasileira. Os dados referentes ao formulário sociodemográfico, ao formulário de apgar familiar e a EAGP foram organizados e analisados por meio do programa IBM SPSS Statistics (versão 20). Já para a análise dos dados provenientes das entrevistas gravadas, utilizou-se a análise de conteúdo de Minayo. Verificou-se que as participantes do estudo tinham idade que variou de 18 a 35 anos, com média de 27,55 anos (±7,2); a maioria vivia em união estável (N=04; 80%); tinha de 9 a 11 anos de estudo (N=03; 60%); era agricultora (N=03; 60%); sobrevivia com uma renda per capita ≤ R$234,25 (N=04; 80%). Com base nas falas das entrevistadas, emergiram as seguintes categorias: Categoria 1 - Conhecimento sobre microcefalia; Categoria 2 – O diagnóstico; Categoria 3 - Cuidados com a criança; Categoria 4 – Preconceito da sociedade. Por fim, verificou-se que todas as mães apresentaram nível de autoeficácia geral percebida acima da média. Concluiu-se que a maioria das mães demonstrou conhecer a microcefalia e reconheceu seus danos no desenvolvimento neuropsicomotor das crianças. Além disso, apresentaram níveis de autoeficácia elevados e conseguiram superar o abalo inicial frente ao diagnóstico de microcefalia da criança.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMicrocefaliapt_BR
dc.subjectAutoeficáciapt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.titlePercepção e autoeficácia de mães de crianças com microcefalia associada ao Zika Víruspt_BR
dc.typeArticlept_BR
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