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  <title>DSpace Communidade:</title>
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  <updated>2026-04-23T18:53:19Z</updated>
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    <title>Entre recicláveis e descartáveis: um diálogo afetivo, teórico e político entre Carolina Maria de Jesus e mulheres negras cearenses</title>
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      <name>Monteiro, Paulo José Rodrigues</name>
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    <updated>2026-02-05T17:09:08Z</updated>
    <published>2025-11-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Entre recicláveis e descartáveis: um diálogo afetivo, teórico e político entre Carolina Maria de Jesus e mulheres negras cearenses
Autor(es): Monteiro, Paulo José Rodrigues
Resumo: A partir de um diálogo entre Carolina Maria de Jesus, por meio de sua obra “Quarto de Despejo: diário de uma favelada” e mulheres negras catadoras de resíduos sólidos recicláveis, esta pesquisa se propõe a compreender em que medida as mulheres negras catadoras vivenciam uma contradição entre reconhecimento e invisibilidade no trabalho com resíduos recicláveis, numa sociedade que as coloca muitas vezes como sujeitos descartáveis. Refletindo as intersecções entre raça, território, ecologia e políticas públicas e suas contradições, este estudo etnográfico entrelaça as vivências dessas mulheres tendo como pressuposto que o trabalho que realizam contribui &#xD;
diretamente para a construção de ambientes, habitáveis e sustentáveis do ponto de vista social e ambiental. Os diálogos foram tecidos por meio de grupo focal e entrevistas semiestruturadas com 05 mulheres negras integrantes da Associação de catadoras/es do bairro Moura Brasil, localizado em Fortaleza, estado do Ceará, com recorte geracional entre fundadoras (03 pessoas) e &#xD;
continuadoras (02 pessoas) da associação. Como referencial teórico, além da Escritora e compositora, dentre outras habilidades, Carolina Maria de Jesus e das mulheres catadoras, aportes de outras/os intelectuais negra/os como a Arquiteta e Urbanista Joice Berth, a Antropóloga e Filósofa Lélia Gonzalez e o Engenheiro ambiental e Cientista político Malcom Ferdinand entrelaçam nossas discussões com suas contribuições acerca da construção dos espaços urbanos e o direito à cidade, articulação entre gênero e raça em nossa sociedade e a  abordagem interseccional entre ecologia e o pensamento decolonial antirracista confrontando a  realidade vivida a partir dos des-encontros entre Teoria, Afeto e Política.
Descrição: MONTEIRO,  Paulo José Rodrigues. Entre recicláveis e descartáveis: um diálogo afetivo, teórico e político entre Carolina Maria de Jesus e mulheres negras cearenses .2025. 124f. Dissertação - Curso de Mestrado Acadêmico em Antropologia, Programa Associado de Pós-graduação em Antropologia UFC-UNILAB, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-11-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A luta pela Mãe Terra é a mãe de todas as lutas: os desafios dos povos indígenas de Poranga-CE pelo território tradicional da Aldeia Cajueiro</title>
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      <name>Gomes, Jorge da Silva</name>
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    <updated>2026-02-27T00:53:24Z</updated>
    <published>2025-11-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A luta pela Mãe Terra é a mãe de todas as lutas: os desafios dos povos indígenas de Poranga-CE pelo território tradicional da Aldeia Cajueiro
Autor(es): Gomes, Jorge da Silva
Resumo: A presente dissertação aborda a seguinte temática: A luta pela mãe Terra é mãe de todas as lutas: os desafios dos povos indígenas de Poranga pelo território tradicional da aldeia Cajueiro. Tem como objetivo geral identificar e compreender os motivos e fundamentos utilizados pelas lideranças e povos indígenas para realizar os processos de retomadas do seu território tradicional a partir de narrativas e articulações das lideranças indígenas da aldeia Cajueiro. Os objetivos específicos utilizados foram: apresentar os argumentos utilizados pelas lideranças indígenas Tabajara de Poranga durante o processo inicial e de execução da retomada; contextualizar as estratégias utilizadas pelas lideranças indígenas para motivar o povo a ocupar a retomada. A luta pela demarcação dos territórios tradicionais dos povos indígenas tem sido, há mais de três décadas, a principal bandeira de luta dos povos e organizações indígenas do Brasil. Diante disso, nos perguntamos: frente à inércia do Estado brasileiro em demarcar os territórios indígenas, de que modo os processos de retomadas dos territórios indígenas têm impulsionado o Estado a cumprir suas atribuições institucionais? Para isso foi adotada uma metodologia de cunho etnográfico de acordo com Mattos (2011), para quem o senso do etnógrafo no trabalho em campo prevalece sobre padrões rígidos ou pré-determinados. Em detrimento dos aspectos observacionais da abordagem metodológica escolhida, foi elaborada uma detalhada descrição acerca dos documentos, ofícios, fotografias e registros sobre o território da aldeia Cajueiro. Durante essa etapa, foi analisado de forma detalhada cada aspecto, justificativas e motivos que impulsionam as lideranças indígenas a romper obstáculos e retornar ao território tradicional. O trabalho de campo consistiu na coleta de entrevistas junto às lideranças indígenas e outros atores responsáveis pela defesa e proteção desses povos.
Descrição: GOMES, Jorge da Silva. A luta pela Mãe Terra é a mãe de todas as lutas: os desafios dos povos indígenas de Poranga-CE pelo território tradicional da Aldeia Cajueiro. 2025. 112f. Dissertação - Curso de Mestrado Acadêmico em Antropologia, Programa Associado de Pós-graduação em Antropologia UFC-UNILAB, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-11-28T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A santa negra do Brasil: o entrelaçamento de histórias de vidas em face à representatividade negra na Comunidade dos milagre em Fortaleza - CE</title>
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      <name>Lopes, Karina de Lima</name>
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    <updated>2026-02-05T15:19:22Z</updated>
    <published>2025-02-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A santa negra do Brasil: o entrelaçamento de histórias de vidas em face à representatividade negra na Comunidade dos milagre em Fortaleza - CE
Autor(es): Lopes, Karina de Lima
Resumo: Esta pesquisa propõe uma reflexão antropológica aprofundada sobre as relações &#xD;
étnico-raciais e a influência da Igreja Católica, a partir das narrativas de vida e das &#xD;
experiências de indivíduos que se reconhecem na figura de Nossa Senhora Aparecida, &#xD;
padroeira do Brasil. A investigação busca compreender como esses sujeitos constroem suas identidades por meio da devoção à santa, revelando os entrelaçamentos entre fé, raça e pertencimento .A Capela de Nossa Senhora Aparecida, localizada no bairro Jardim das Oliveiras, também denominado Comunidade dos Milagres, constitui-se como um espaço de acolhimento, integração e sociabilidade para pessoas de baixa renda, predominantemente negras. A pesquisa centra-se em cinco trajetórias/histórias de vida individuais que se conectam por meio de marcadores sociais da diferença, como raça, identidade e religião. A análise contempla os movimentos de aproximação, distanciamento dos interlocutores em relação à figura de Nossa Senhora Aparecida, considerando os impactos dessa devoção e da representatividade da Santa Aparecida  na construção individual e coletiva da identidade negra. As narrativas revelam experiências de luta, dor, alegria e resistência, compondo um mosaico de significados sobre o existir e o ser. Serão discutidos autores como Munanga, Schwarcz, Fanon, Hall, Fernandes, Domingos, Hembapé Bá, entre outros, para contextualizar e enriquecer a discussão teórica. Adicionalmente, serão exploradas, por meio de discursos, as questões de transcendência, fé e iconografia religiosa, oferecendo uma compreensão &#xD;
multidimensional dos fenômenos observados.
Descrição: LOPES, Karina de Lima. A santa negra do Brasil: o entrelaçamento de histórias de vidas em face à representatividade negra na Comunidade dos milagre em Fortaleza - CE .2025. 121f. Dissertação - Curso de Mestrado Acadêmico em Antropologia, Programa Associado de Pós-graduação em Antropologia UFC-UNILAB, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-02-27T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>"Não é só chegar e dançar": identidade e pertencimento na quadrilha jununa Babaçu, Ceará, Brasil</title>
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      <name>Matos, Francisco Breno Guedes</name>
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    <updated>2026-02-05T12:39:54Z</updated>
    <published>2025-03-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: "Não é só chegar e dançar": identidade e pertencimento na quadrilha jununa Babaçu, Ceará, Brasil
Autor(es): Matos, Francisco Breno Guedes
Resumo: Este trabalho tem como objetivo refletir sobre o sentido de identidade coletiva e pertencimento entre os brincantes da quadrilha Junina Babaçu, de Fortaleza, Ceará. Especificamente, busca- se compreender quais elementos associados ao processo de construção do espetáculo da quadrilha contribuem para a adesão dos brincantes à identidade do grupo, como esses elementos são construídos e reforçados durante esse processo e em que medida essa adesão se sustenta. Para isso, foi realizada uma etnografia do processo de construção da quadrilha, abrangendo eventos e ensaios, para a realização do espetáculo “Rogai por Nós”, apresentado em 2024 pela quadrilha Junina Babaçu, de Fortaleza, Ceará. Em diálogo com uma perspectiva simbólica, me valho, especialmente, de teorias do ritual e da identidade para fundamentar, de forma teórico-metodológica, as observações realizadas. O ritual foi pensado como uma forma de compreender o fazer da Junina Babaçu, em especial como o processo de construção do espetáculo foi estruturado, enquanto as teorias da identidade ajudaram a perceber como a identidade coletiva da quadrilha foi construída simbolicamente nesse processo, bem como a observar como os brincantes vivenciaram essa identidade. Os dados obtidos em campo mostram que a Junina Babaçu se constrói em um ritual que cria sua própria temporalidade e processo. Ela é vivenciada pelos brincantes por meio de disputas e negociações de espaços nas hierarquias internas, realizadas em um sistema de trocas, e constrói um sentido de pertencimento com base na identidade coletiva, formada no campo competitivo das quadrilhas. Essa identidade tem como centralidade a exclusividade, o destaque no meio junino e um sentido de profissionalismo, trazendo desafios e reconhecimento para seus brincantes. Dessa forma, a realidade da quadrilha Junina Babaçu contribui para as discussões sobre festa, cultura brasileira, estudos do ritual, da identidade e da própria quadrilha junina. Contudo, as reflexões aqui apresentadas não têm a pretensão de estabelecer uma forma fixa ou imutável para pensar os temas abordados, mas sim de apresentar um dos vários caminhos possíveis para refletir sobre eles.
Descrição: MATOS, Francisco Breno Guedes. "Não é só chegar e dançar": identidade e pertencimento na quadrilha jununa Babaçu, Ceará, Brasil .2025. 187f. Dissertação - Curso de Mestrado Acadêmico em Antropologia, Programa Associado de Pós-graduação em Antropologia UFC-UNILAB, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-03-28T00:00:00Z</dc:date>
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