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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-07T11:47:53Z</updated>
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    <title>O "retorno do Brasil à África": do capitalismo racial para uma cooperação internacional solidária</title>
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      <name>Santos, Erica Paula de Vasconcelos dos</name>
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    <updated>2026-02-23T14:51:05Z</updated>
    <published>2025-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O "retorno do Brasil à África": do capitalismo racial para uma cooperação internacional solidária
Autor(es): Santos, Erica Paula de Vasconcelos dos
Resumo: O presente artigo objetiva problematizar o capitalismo racial, no formato do escravismo Atlântico, operacionalizado pela Europa, abordando como produto reagente de restauração a atual política de desenvolvimento agropecuário contextualizada como cooperação solidária Sul-Sul (CSS-Sul) entre Brasil e Angola. O argumento central do artigo é que essa cooperação solidária promove reparação por meio de novas formas de sustentabilidade agropecuária e também segurança alimentar entre estes países. De modo a desenvolver o seu argumento, utiliza-se como metodologia qualitativa de cunho analítico-documental, estando organizado neste artigo em três seções. A primeira seção aborda o debate teórico sobre o capitalismo racial e sua relação com o escravismo atlântico sul. A segunda seção aborda a cooperação solidária Sul-Sul como uma política internacional de recuperação econômica, tanto agropecuária quanto uma ação de promoção da segurança alimentar entre Brasil e Angola. A terceira seção aponta uma análise perspectivista do futuro, abordando como os sete acordos assinados transmitem um viés de esperança e de reparação para ambos os países a partir dos sete acordos assinados pelo presidente, em que ele chama de ‘revolução agrícola’. A análise presente neste artigo contribui com os debates de que a relação entre Brasil e Angola é uma ferramenta literária necessária para entender a política internacional contemporânea entre atores e comunidades.
Descrição: SANTOS, Erica Paula de Vasconcelos dos. O "retorno do Brasil à África": do capitalismo racial para uma cooperação internacional solidária. 2025. 22 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Relações Internacionais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>FAO na Guiné-Bissau: cooperação para a segurança alimentar e nutricional</title>
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      <name>Lima, Monica António</name>
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    <updated>2025-12-30T15:35:37Z</updated>
    <published>2025-05-30T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: FAO na Guiné-Bissau: cooperação para a segurança alimentar e nutricional
Autor(es): Lima, Monica António
Resumo: Este artigo analisa as implicações da cooperação Sul-Sul e Triangular no enfrentamento da insegurança alimentar e nutricional na África, com foco na parceria entre a FAO e a Guiné-Bissau. Embora o país possua significativo potencial agrícola — com clima favorável, alta pluviometria e terras aráveis —, enfrenta desafios estruturais como acesso limitado a meios de produção, baixa capacidade de investimento, pobreza, conflitos e dependência da exportação de caju. A abordagem é qualitativa, fundamentada em pesquisa bibliográfica e documental. Concluiu-se que, a cooperação Sul-Sul e Triangular desempenha um papel crucial no combate à insegurança alimentar e nutricional, por operar em uma lógica de “ganha-ganha”; atuar em setores menos explorados pela cooperação Norte-Sul (como soberania alimentar e nutricional); envolver dimensões pouco presentes na cooperação tradicional (como a partilha de saberes e tecnologias); e por priorizar o bem-estar social em detrimento de interesses estritamente econômicos (lucro e comércio). No entanto, não se deve perder de vista as limitações ideológicas, logísticas e operacionais dos seus atores. O foco da FAO na segurança, e não na soberania alimentar; o uso de uma abordagem top-down, que limita a participação das comunidades locais; priorização de fertilizantes e sementes externas constituem alguns dos desafios desse processo.
Descrição: LIMA, Monica António. FAO na Guiné-Bissau: cooperação para a segurança alimentar e nutricional. 2025. 27 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Relações Internacionais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-05-30T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Participação feminina na diplomacia guineense: percurso e desafios de superação</title>
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      <name>Correia, Sandra Camala</name>
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    <updated>2025-11-17T12:39:16Z</updated>
    <published>2025-05-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Participação feminina na diplomacia guineense: percurso e desafios de superação
Autor(es): Correia, Sandra Camala
Resumo: Apesar da histórica contribuição feminina nas relações políticas e institucionais entre sociedades, reinos, impérios, estados e outros formatos de organização da burocracia do poder, o campo da diplomacia contemporânea tem sido de difícil acesso para elas dentro das relações internacionais modernas. A partir desta constatação, o foco do presente trabalho problematiza o lugar das mulheres em posições de tomada de decisão, principalmente no âmbito da diplomacia na Guiné-Bissau. Para tal fim, começamos por traçar um breve historial do campo da diplomacia, passando pelo pensamento político feminista desde sua origem ocidental até reformulações e críticas mais recentes feitas por pensadoras africanas. De forma mais específica, também trouxemos o histórico do envolvimento feminino na política guineense: desde a constituição do Estado antes e pós-independência à contemporaneidade; numa tentativa de captar os desafios, possíveis caminhos e conquistas feitas pelas diplomatas do país. Em termos metodológicos, me sirvo da revisão da literatura especializada, entrevista e posterior análise do material coletado. Em síntese, apontamos que apesar de algumas tentativas do Estado e sucessivos governos em estabelecer políticas públicas, da própria atuação dessas mulheres e de entidades da sociedade civil, o avanço delas na diplomacia guineense ainda está num estágio incipiente por desafios estruturais da precária organização do Estado guineense, mas também devido a normas sociais, patriarcado e mentalidades pouco acolhedoras e por vezes hostis ao protagonismo feminino; apesar disso, o trabalho aponta sinais positivos e possíveis caminhos.
Descrição: CORREIA, Sandra Camala. Participação feminina na diplomacia guineense: percurso e desafios de superação. 2025. 19 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Relações Internacionais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-05-28T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Governança e auto-regulação de empresas multinacionais mineradoras: os casos do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) e da Iniciativa Global Sobre a Elaboração de Relatórios (GRI)</title>
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      <name>Zamba, Vasco Domingos Joaquim</name>
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    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7529</id>
    <updated>2025-11-12T20:54:56Z</updated>
    <published>2025-06-03T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Governança e auto-regulação de empresas multinacionais mineradoras: os casos do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) e da Iniciativa Global Sobre a Elaboração de Relatórios (GRI)
Autor(es): Zamba, Vasco Domingos Joaquim
Resumo: As empresas multinacionais de mineração têm uma influência direita na degradação do meio ambiente e a exploração desses recursos naturais está associada com diversos casos de violações de direitos humanos e conflitos socioambientais. Como forma de resposta as crescentes pressões públicas para uma atuação mais responsável e sustentável, o setor privado tem desenvolvido uma série de mecanismos de governança e auto regulação da indústria extrativa, como são os casos do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) e da Iniciativa Global sobre a Elaboração de Relatórios (GRI). A partir de uma metodologia qualitativa, este artigo se dedica a analisar o contexto de surgimento, bem como a efetividade destas iniciativas com base na pesquisa bibliográfica e no estudo de caso do ICMM, do GRI e da atuação da mineradora Anglo American no mundo. Concluímos que, apesar das empresas publicarem relatórios de sustentabilidade ESG/GRI e atuarem em conformidade aos princípios estabelecidas pelo ICMM, elas estão envolvidas em diversos conflitos com a população dos arredores dos locais onde operam, criando diversos problemas e impactos socioambientais como apropriação ilegal de terras e a contaminação de água.
Descrição: ZAMBA, Vasco Domingos Joaquim. Governança e auto-regulação de empresas multinacionais mineradoras: os casos do Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) e da Iniciativa Global Sobre a Elaboração de Relatórios (GRI). 2025. 31 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Relações Internacionais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-06-03T00:00:00Z</dc:date>
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