<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Communidade:</title>
  <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/1692" />
  <subtitle />
  <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/1692</id>
  <updated>2026-07-23T23:58:09Z</updated>
  <dc:date>2026-07-23T23:58:09Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Educação linguística e a valorização da diversidade: estratégias para combater o preconceito linguístico na formação de cidadãos críticos</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8053" />
    <author>
      <name>Anjos, Luciana Souza Santos dos</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8053</id>
    <updated>2026-07-09T13:31:59Z</updated>
    <published>2025-12-04T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Educação linguística e a valorização da diversidade: estratégias para combater o preconceito linguístico na formação de cidadãos críticos
Autor(es): Anjos, Luciana Souza Santos dos
Resumo: Este trabalho aborda a importância da educação linguística para a formação de cidadãos críticos e a necessidade de valorização da diversidade linguística no ambiente escolar. O problema investigado nesta pesquisa centra-se na desvalorização da diversidade linguística no ensino da língua materna, manifestada nas práticas pedagógicas tradicionais que buscam impor uma norma única como padrão legítimo e inquestionável. O objetivo geral deste estudo consiste em analisar os desafios enfrentados no ensino de língua e gramática nas escolas, com foco nas práticas que desconsideram a diversidade linguística. A metodologia utilizada baseou-se em uma análise bibliográfica de autores que discutem a diversidade linguística e suas implicações no ensino. As considerações finais apontam que a reformulação das práticas pedagógicas e a capacitação contínua dos professores são essenciais para o combate ao preconceito linguístico. Conclui-se que uma educação linguística inclusiva contribui significativamente para a formação de alunos mais conscientes, críticos e preparados para atuar em uma sociedade plural.
Descrição: ANJOS, Luciana Souza Santos dos. Educação linguística e a valorização da diversidade: estratégias para combater o preconceito linguístico na formação de cidadãos críticos. 2025. 52 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-12-04T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>“Quantos filhos natalina teve?”, de Conceição Evaristo: representação da maternidade negra na literatura brasileira</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8052" />
    <author>
      <name>Reis, Vanessa de Jesus dos</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8052</id>
    <updated>2026-07-09T12:44:54Z</updated>
    <published>2025-11-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: “Quantos filhos natalina teve?”, de Conceição Evaristo: representação da maternidade negra na literatura brasileira
Autor(es): Reis, Vanessa de Jesus dos
Resumo: Este Trabalho de Conclusão de Curso analisa o conto “Quantos filhos Natalina teve?”, de Conceição Evaristo, buscando compreender como maternidade, educação sexual negligenciada e racismo estrutural atravessam a trajetória da protagonista. A partir de uma abordagem qualitativa e bibliográfica, fundamentada nos estudos do feminismo negro, das teorias de gênero e dos aportes decoloniais, o trabalho examina como a narrativa denuncia a precarização das experiências de mulheres negras, expostas historicamente à maternidade compulsória, à violência de gênero e à privação de direitos sexuais e reprodutivos. O conto revela que a maternidade de Natalina não decorre de escolhas, mas de imposições sociais, culturais e econômicas que limitam sua autonomia corporal e psíquica. Ao mesmo tempo, evidencia que a ausência de educação sexual funciona como mecanismo de vulnerabilização, perpetuando desigualdades e contribuindo para ciclos de abuso, abandono e estigmatização. Por meio da articulação entre realidade e ficção, Evaristo expõe as marcas do racismo e do machismo que estruturam a sociedade brasileira, desestabilizando discursos hegemônicos e oferecendo uma perspectiva crítica sobre a condição das mulheres negras. Conclui-se que o conto, ao iluminar experiências silenciadas, reafirma a literatura como espaço de denúncia, resistência e reconfiguração de subjetividades, ao mesmo tempo em que convoca reflexões sobre políticas públicas voltadas à garantia de direitos e dignidade.
Descrição: REIS, Vanessa de Jesus dos. “Quantos filhos natalina teve?”, de Conceição Evaristo: representação da maternidade negra na literatura brasileira. 2025. 19 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-11-28T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Aquisição da primeira língua de crianças de 0 a 4 anos, filhas/os de guineenses nascidas na Bahia, Brasil</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8051" />
    <author>
      <name>Tchuda, Martinho Luteiro</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8051</id>
    <updated>2026-07-09T12:20:04Z</updated>
    <published>2025-12-03T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Aquisição da primeira língua de crianças de 0 a 4 anos, filhas/os de guineenses nascidas na Bahia, Brasil
Autor(es): Tchuda, Martinho Luteiro
Resumo: O bilinguismo é um fenômeno cada vez mais presente nas sociedades modernas, e as crianças estão frequentemente expostas a ele desde cedo. Diante desse cenário, este artigo se propôs a investigar a aquisição da primeira língua (L1) em um grupo específico de crianças: aquelas com idade entre 0 e 4 anos, filhas e filhos de pais guineenses, nascidas no estado da Bahia, no Brasil. Essas crianças vivenciam um ambiente bilíngue, no qual o português e o guineense coexistem, e, em alguns casos, entram em contato com outras línguas. O objetivo central desta investigação foi compreender como se desenvolve o processo de aquisição da L1 nesse contexto particular. A pesquisa partiu da hipótese de que o português se configura como a primeira língua dessas crianças, mas que esse processo é influenciado pelo contato constante com o guineense e com outras línguas nacionais da Guiné-Bissau. Para alcançar esse objetivo, a pesquisa adotou uma abordagem metodológica qualitativa, iniciando com revisão bibliográfica para contextualizar o tema e identificar os principais conceitos e teorias relacionados à aquisição da linguagem em contextos bilíngues. Em seguida, foram realizadas observações diretas do comportamento linguístico das crianças e coletados dados relevantes para a análise. A análise dos dados buscou então identificar padrões e nuances no desenvolvimento da linguagem das crianças.  A partir da coleta e da análise dos dados, buscou-se confirmar ou refutar a hipótese inicial da pesquisa e descrever os padrões encontrados. Acreditamos que os resultados desta pesquisa poderão ser úteis para educadores, pais e outros profissionais que trabalham com crianças bilíngues, auxiliando-os a compreender melhor o processo de aquisição da linguagem e a promover o desenvolvimento linguístico dessas crianças de forma mais eficaz.
Descrição: TCHUDA, Martinho Luteiro. Aquisição da primeira língua de crianças de 0 a 4 anos, filhas/os de guineenses nascidas na Bahia, Brasil. 2025. 17 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-12-03T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Teste de percepção sociolinguístico: efeitos sociais causados pela variação do português angolano falado pela etnia Ovimbundu</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8050" />
    <author>
      <name>Domingos, Madalena Lima</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8050</id>
    <updated>2026-07-08T19:40:33Z</updated>
    <published>2025-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Teste de percepção sociolinguístico: efeitos sociais causados pela variação do português angolano falado pela etnia Ovimbundu
Autor(es): Domingos, Madalena Lima
Resumo: O português falado em Angola apresenta características específicas que o diferenciam do português de Portugal e de outros países da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), sendo denominado, portanto, de português angolano. Ainda assim, essa variedade não é homogênea, haja vista que existem particularidades fonéticas, lexicais e gramaticais que variam de região para região de Angola. Entretanto, a variedade falada em Luanda tende a ser considerada como a mais prestigiosa em termos de norma linguística e as demais são consideradas inferiores e sofrem preconceito linguístico. De forma geral, a variedade dos “sulanos”, isto é, dos Ovimbundu – localizados nas províncias do Huambo, Benguela e Bié – costuma sofrer muito preconceito das pessoas que vivem na capital Luanda. Nesse sentido, o problema de pesquisa que se apresenta é: como comprovar a existência do preconceito linguístico aos sulanos? A partir desse questionamento, o objetivo principal desta pesquisa é compreender se, realmente, a percepção de que há preconceito linguístico aos sulanos é válida. Em se comprovando essa afirmação, os objetivos específicos decorrentes são: 1) quais são os motivadores sociais subjacentes ao preconceito linguístico; 2) entender em quais momentos na esfera social há estranhamento no português falado pelos Ovimbundu dentro da capital; 3) compreender o cenário sociolinguístico angolano que gera, como consequência, o preconceito linguístico. Para cumprir os objetivos desta pesquisa, optou-se por um caminho metodológico que envolve um teste de percepção sociolinguístico – utilizando três vídeos de influenciadores angolanos, cujas falas são típicas de Luanda e de pessoas pertencentes ao grupo étnico Ovimbundu – realizado com oito estudantes angolanos da UNILAB (Campus dos Malês). Os resultados evidenciaram que o preconceito com as falas de Ovimbundu realmente ocorre e é associado ao preconceito social direcionado a esse grupo étnico.
Descrição: DOMINGOS, Madalena Lima. Teste de percepção sociolinguístico: efeitos sociais causados pela variação do português angolano falado pela etnia Ovimbundu. 2025. 28 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

