<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2181" />
  <subtitle />
  <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2181</id>
  <updated>2026-07-08T22:38:04Z</updated>
  <dc:date>2026-07-08T22:38:04Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Teste de percepção sociolinguístico: efeitos sociais causados pela variação do português angolano falado pela etnia Ovimbundu</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8050" />
    <author>
      <name>Domingos, Madalena Lima</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8050</id>
    <updated>2026-07-08T19:40:33Z</updated>
    <published>2025-12-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Teste de percepção sociolinguístico: efeitos sociais causados pela variação do português angolano falado pela etnia Ovimbundu
Autor(es): Domingos, Madalena Lima
Resumo: O português falado em Angola apresenta características específicas que o diferenciam do português de Portugal e de outros países da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), sendo denominado, portanto, de português angolano. Ainda assim, essa variedade não é homogênea, haja vista que existem particularidades fonéticas, lexicais e gramaticais que variam de região para região de Angola. Entretanto, a variedade falada em Luanda tende a ser considerada como a mais prestigiosa em termos de norma linguística e as demais são consideradas inferiores e sofrem preconceito linguístico. De forma geral, a variedade dos “sulanos”, isto é, dos Ovimbundu – localizados nas províncias do Huambo, Benguela e Bié – costuma sofrer muito preconceito das pessoas que vivem na capital Luanda. Nesse sentido, o problema de pesquisa que se apresenta é: como comprovar a existência do preconceito linguístico aos sulanos? A partir desse questionamento, o objetivo principal desta pesquisa é compreender se, realmente, a percepção de que há preconceito linguístico aos sulanos é válida. Em se comprovando essa afirmação, os objetivos específicos decorrentes são: 1) quais são os motivadores sociais subjacentes ao preconceito linguístico; 2) entender em quais momentos na esfera social há estranhamento no português falado pelos Ovimbundu dentro da capital; 3) compreender o cenário sociolinguístico angolano que gera, como consequência, o preconceito linguístico. Para cumprir os objetivos desta pesquisa, optou-se por um caminho metodológico que envolve um teste de percepção sociolinguístico – utilizando três vídeos de influenciadores angolanos, cujas falas são típicas de Luanda e de pessoas pertencentes ao grupo étnico Ovimbundu – realizado com oito estudantes angolanos da UNILAB (Campus dos Malês). Os resultados evidenciaram que o preconceito com as falas de Ovimbundu realmente ocorre e é associado ao preconceito social direcionado a esse grupo étnico.
Descrição: DOMINGOS, Madalena Lima. Teste de percepção sociolinguístico: efeitos sociais causados pela variação do português angolano falado pela etnia Ovimbundu. 2025. 28 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>A importância da poesia na formação de leitores do Ensino Fundamental 2: como usar a poesia na formação do leitor</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8043" />
    <author>
      <name>Jesus, Helimara Helen Santos de</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8043</id>
    <updated>2026-07-03T14:58:55Z</updated>
    <published>2025-11-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A importância da poesia na formação de leitores do Ensino Fundamental 2: como usar a poesia na formação do leitor
Autor(es): Jesus, Helimara Helen Santos de
Resumo: A poesia pode ser uma ferramenta pedagógica essencial na formação de leitores do Ensino Fundamental 2, estimulando interpretação, criatividade, expressão pessoal e sensibilidade estética e emocional. Este artigo apresenta uma análise detalhada sobre a importância da poesia, destacando estratégias pedagógicas, atividades práticas e experiências de escolas que implementaram programas de leitura poética. A pesquisa, fundamentada em revisão bibliográfica, estudos de caso e relatos de professores, evidencia que a poesia contribui significativamente para a construção de leitores críticos, autônomos e engajados com a leitura. Além disso, demonstra que a poesia desenvolve competências cognitivas, sociais e emocionais, sendo fundamental na formação integral dos alunos.
Descrição: JESUS, Helimara Helen Santos de. A importância da poesia na formação de leitores do Ensino Fundamental 2: como usar a poesia na formação do leitor. 2025. 17 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-11-27T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Tabu linguístico no guineense: algumas análises</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8042" />
    <author>
      <name>Indjai, Fatinha</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8042</id>
    <updated>2026-07-03T14:55:12Z</updated>
    <published>2025-11-13T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Tabu linguístico no guineense: algumas análises
Autor(es): Indjai, Fatinha
Resumo: O presente trabalho aborda aspectos linguísticos e sociais relacionados ao uso dos tabus linguísticos no guineense, buscando responder à questão central: quais palavras são consideradas tabu no guineense? Na sociedade guineense, os mais velhos ensinam que certas palavras não devem ser pronunciadas, pois o uso de termos tabus pode trazer maldição ou consequências negativas. Esses tabus são transmitidos de geração em geração, refletindo valores culturais, religiosos e morais da comunidade. O objetivo geral do estudo é analisar as palavras tabus no guineense. Como objetivos específicos, pretende-se: (i) identificar os nomes tabus relacionados aos órgãos sexuais, doenças, morte, entre outros; (ii) compreender a concepção de tabu no contexto guineense; (iii) perceber a importância do uso desses tabus e (iv) discutir sua origem e função social. A pesquisa se justifica pelos poucos estudos sobre o tema, apenas o trabalho de Correia, Bandeira e Freitas (2020) aborda o assunto e busca contribuir para o aprofundamento do conhecimento linguístico e cultural sobre esse tema no guineense. O estudo é de caráter bibliográfico, tendo como principal referência o dicionário de Scantamburlo (2002). Os dados mostram que há diversos tabus linguísticos relacionados aos órgãos sexuais. Para designar vagina, utilizam-se as palavras femiandadi, pampana, karina, kuno e mindjerndadi. Apesar de serem sinônimos, não possuem os mesmos usos: karika e kuno são considerados xingamentos e, portanto, são tabus. A palavra kuno deriva do português cona, mantendo o mesmo valor tabu. Já femiandadi e mindjerndadi são formações derivadas das bases femia (“fêmea, mulher”) e mindjer (“mulher”), com o sufixo -ndadi, funcionando como eufemismos. Para o pênis, há os termos karadju, kodjon, pipixo e matchundadi. As formas karadju e kodjon vem de caralho e culhão do português, também possuem carga negativa e são evitados entre os mais velhos. Já matchundadi resulta da junção de matchu (“macho, homem”) + -ndadi. Além disso, o termo natureza “natureza” pode designar tanto a vagina quanto o pênis, sendo igualmente um eufemismo. Assim, o estudo evidencia que os tabus linguísticos no guineense refletem valores culturais e sociais profundamente enraizados na tradição oral.
Descrição: INDJAI, Fatinha. Tabu linguístico no guineense: algumas análises. 2025. 21 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-11-13T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Os recontos africanos de Júlio Emílio Braz em Sikulume e outros contos africanos</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8041" />
    <author>
      <name>Isaac, Edivaldo Márcio Donge</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8041</id>
    <updated>2026-07-03T14:51:15Z</updated>
    <published>2025-11-21T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Os recontos africanos de Júlio Emílio Braz em Sikulume e outros contos africanos
Autor(es): Isaac, Edivaldo Márcio Donge
Resumo: O presente artigo analisa o reconto Sikulume, parte integrante da obra Sikulume e outros contos africanos (2005), do escritor afro-brasileiro Júlio Emílio Braz, no contexto da literatura infantojuvenil brasileira, cuja produção é um campo em constante disputa por espaço, legitimidade e reconhecimento. O objetivo central desta pesquisa é compreender como o autor reelabora a narrativa oral africana, explorando seus elementos culturais, simbólicos e literários, bem como discutir a contribuição desses recontos para a valorização da identidade negra e para a ampliação dos repertórios culturais africanos no espaço escolar, em consonância com a Lei nº 10.639/03. A metodologia adotada fundamentou-se na análise literária do conto, tomando como base a noção de materialidade da impressão de Chartier (1990, 2014) e as reflexões sobre a oralidade africana de Finnegan (2016), percurso que envolveu a leitura crítica e a identificação de elementos culturais de matriz africana. Os resultados encontrados demonstram que a obra de Júlio Emílio Braz, ao resgatar tradições orais e saberes ancestrais, evidencia a centralidade da oralidade, da coletividade e dos valores comunitários como princípios estruturantes das cosmovisões africanas. A análise aponta que a passagem da oralidade à escrita possibilita a preservação da memória cultural e a introdução de saberes africanos no contexto educacional, configurando a literatura negra como um ato político que desafia o apagamento histórico e se constitui como ferramenta de resistência ao racismo epistêmico. Conclui-se que a obra Sikulume e outros contos africanos posiciona-se como um recurso pedagógico essencial na construção de uma prática educativa crítica, plural e afro-referenciada, atuando como instrumento de transformação social e de promoção da autoestima e da diversidade, cumprindo o direito legal e ético à memória e à história.
Descrição: ISAAC, Edivaldo Márcio Donge. Os recontos africanos de Júlio Emílio Braz em Sikulume e outros contos africanos. 2025. 29 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</summary>
    <dc:date>2025-11-21T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

