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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-07-18T00:55:07Z</updated>
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    <title>Contação de histórias africanas e afrodiaspóricas: construindo uma educação afrorreferenciada nos anos finais do Ensino Fundamental</title>
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      <name>Santos, Maria de Fátima Andrade dos</name>
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    <updated>2026-07-07T21:03:36Z</updated>
    <published>2026-02-06T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Contação de histórias africanas e afrodiaspóricas: construindo uma educação afrorreferenciada nos anos finais do Ensino Fundamental
Autor(es): Santos, Maria de Fátima Andrade dos
Resumo: Este estudo integra o Programa de Pós-Graduação, Mestrado em Estudos de Linguagens: Contextos Lusófonos Brasil-África (UNILAB / MEL Malês), vinculado à linha de pesquisa “Estudos das Linguagens em Contextos Educacionais”. Tem como objetivo geral compreender como a contação de histórias africanas e afrodiaspóricas pode constituir uma prática pedagógica afrorreferenciada para estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental, formulando, a partir dessa análise, uma proposição teórico-metodológica. A questão investigativa se delineia a partir da seguinte indagação: que relações podem ser estabelecidas entre a contação de histórias africanas e afrodiaspóricas e a constituição de práticas pedagógicas afrorreferenciadas no 9º ano do Ensino Fundamental? A pesquisa parte da compreensão de que a ausência de referenciais positivos à história e à cultura negras nos currículos escolares impacta negativamente na formação das subjetividades de crianças e adolescentes negros(as), contribuindo para a perpetuação do racismo e da exclusão. Neste contexto, tem como objeto central as relações estabelecidas entre a contação de histórias africanas e afrodiaspóricas e a constituição de práticas pedagógicas afrorreferenciadas. Embasada nos estudos de Madhubuti e Madhubuti (1990), Cavalleiro (1999), Munanga (2005), Santiago (2019), Gomes (2005, 2017), Pinheiro (2020), Busatto (2012), Sisto (2012), entre outros, avança no sentido de demonstrar que a contação de histórias é uma estratégia didática e política, com potencial de resgatar e afirmar saberes historicamente silenciados, além de fortalecer práticas educativas que descentralizem a visão eurocêntrica predominante na escola. A tessitura metodológica tem como base a abordagem qualitativa, com ênfase na pesquisa de intervenção propositiva, sem aplicação empírica, materializada em Oficinas de Contação de Histórias africanas e afrodiaspóricas. Com vistas a referendar o potencial formativo com jovens e adolescentes, especialmente no que se refere à valorização da ancestralidade, ao reconhecimento identitário e ao enfrentamento ao racismo. O estudo se justifica pela necessidade de promover práticas pedagógicas comprometidas com a equidade racial e pela urgência de efetivar, de forma crítica e significativa, as diretrizes das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 no cotidiano escolar. O que sobremaneira, contribuirá para a valorização e o respeito da diversidade étnico-racial, além da construção de uma educação afrorreferenciada que fomente a inclusão das diferentes identidades culturais negras no contexto educacional.
Descrição: SANTOS, Maria de Fátima Andrade dos. Contação de histórias africanas e afrodiaspóricas: construindo uma educação afrorreferenciada nos anos finais do Ensino Fundamental. 2026. 149 f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagem: Contextos Lusófonos Brasil-África) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2026.</summary>
    <dc:date>2026-02-06T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A escrita que transforma: escrevivências afro femininas em uma escola pública do Ensino Médio - Salvador-BA</title>
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      <name>Silva, Jucy</name>
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    <updated>2026-07-06T21:58:17Z</updated>
    <published>2026-02-05T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A escrita que transforma: escrevivências afro femininas em uma escola pública do Ensino Médio - Salvador-BA
Autor(es): Silva, Jucy
Resumo: Esta pesquisa se propõe a refletir sobre as práticas de leitura e escrita - de histórias de vida de jovens negras estudantes do Ensino Médio e seus entrelaçamentos com o processo de escrevivências afro femininas como empoderamento socioeducacional. Inspirada pela noção de Escrevivência cunhada pela escritora Conceição Evaristo (1996), a investigação tem como objetivo principal compreender como as escrevivências de jovens negras podem contribuir para os seus processos de autoafirmação e empoderamento. As jovens são oriundas do Colégio Estadual Edvaldo Brandão Correia (CEEBC) integrantes do Projeto Escolar Escrevivências Afro-Baianas. A questão investigativa se delineia em: como as escrevivências de jovens negras do Colégio Estadual Edvaldo Brandão Correia (CEEBC) podem contribuir para os seus processos de autoafirmação e empoderamento? O estudo também se propõe a inventariar o caminho realizado pelo Projeto, e de que forma estudantes negras percebem e expressam suas identidades raciais através de escritas poéticas. No que diz respeito à escrita literária de mulher negra, apoia-se em: Evaristo (2005, 2007, 2016, 2017, 2020); Felisberto (2020); Sousa (2020); Kilomba (2019); Lima (2020); hooks (2000, 2013, 2019), dentre outras. A metodologia qualitativa da pesquisa empírica utilizou o dispositivo das Escrevivências, como aporte teórico-metodológico, que traz a escrita afro feminina de um grupo de quatro jovens negras, considerando trajetórias existenciais de leitura e de escrita, produções e seus percursos educacionais. Por meio da análise dos textos produzidos, buscamos compreender como as escrevivências poéticas reverberam nos processos de autoafirmação e empoderamento das jovens negras que participam do projeto. Outrossim, as análises serão respaldadas em epistemologias feministas negras (Collins, 2019) e para a análise do corpus elegeu-se a crítica feminista negra (Christian, 2002). Conclui, reafirmando a escrita e a literatura como lugar de luta, memória, identidade e resistência, a escola pública e a juventude negra como usina e potência.
Descrição: SILVA, Jucy. A escrita que transforma: escrevivências afro femininas em uma escola pública do Ensino Médio - Salvador-BA. 2026. 98 f.Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagem: Contextos Lusófonos Brasil-África) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2026.</summary>
    <dc:date>2026-02-05T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Narrativas africanas e afro brasileiras na obra Histórias da preta de Heloísa Pires Lima</title>
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      <name>Silva, Isabele Santos da</name>
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    <updated>2026-07-06T20:51:29Z</updated>
    <published>2026-04-29T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Narrativas africanas e afro brasileiras na obra Histórias da preta de Heloísa Pires Lima
Autor(es): Silva, Isabele Santos da
Resumo: A presente pesquisa, intitulada Narrativas africanas e afro-brasileiras na obra “Histórias da Preta”, de Heloisa Pires Lima, tem como objetivo discutir e problematizar as representações das culturas africanas e afro-brasileiras presentes na referida obra literária. O problema que norteia o estudo consiste em compreender como essas representações se constroem na obra Histórias da Preta (1998). A escolha da obra justifica-se pelo pioneirismo e pela relevância do trabalho da autora, que antecede a Lei nº 10.639/2003, responsável por tornar obrigatório o ensino de História da África e das culturas afro-brasileiras no currículo escolar. Nesse sentido, a obra configura-se como um exemplo de como a literatura pode contribuir para a promoção de uma educação antirracista, ao apresentar representações das culturas africanas e afro-brasileiras de forma valorizada e não estereotipada, em contraposição às representações da população negra, muito presentes até então na literatura infantojuvenil. Trata-se de uma pesquisa de natureza bibliográfica, desenvolvida no âmbito dos estudos literários voltados para a literatura infantojuvenil. O estudo fundamenta-se em autores como Nelly Novaes Coelho (2000), Marisa Lajolo e Regina Zilberman (1986; 2007; 2017), Lígia Cademartori (1988), Eliane Debus (2012; 2013) e Roger Chartier (1999), além de Evaristo (2009), Cuti (2010), Fonseca (2006) e Duarte (2011), cujas contribuições possibilitam traçar a trajetória da literatura infantojuvenil no Brasil a partir da década de 1970, bem como compreender sua relação com o mercado editorial, problematizar a materialidade do livro e analisar o processo de valorização da literatura negra e afro-brasileira no campo literário. Os resultados do estudo evidenciam que a obra Histórias da Preta contribui para a ampliação das representações positivas das culturas africanas e afro-brasileiras na literatura infantojuvenil, ao apresentar personagens, narrativas e referências culturais que rompem com perspectivas eurocêntricas e estigmatizadas historicamente presentes no campo literário. Observa-se que a narrativa valoriza saberes, memórias e experiências afro-diaspóricas, colaborando para o fortalecimento de identidades e para a construção de repertórios culturais mais plurais no contexto escolar. Além disso, a análise permite compreender que a obra se antecipa às demandas que posteriormente seriam institucionalizadas pela Lei nº 10.639/2003, configurando-se como um importante recurso pedagógico para práticas educativas comprometidas com a valorização da diversidade cultural e com a promoção da educação para as relações étnico-raciais.
Descrição: SILVA, Isabele Santos da. Narrativas africanas e afro brasileiras na obra Histórias da preta de Heloísa Pires Lima. 2026. 82 f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagem: Contextos Lusófonos Brasil-África) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2026.</summary>
    <dc:date>2026-04-29T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Speak English? Ensino de inglês afrocêntrico e letramento racial crítico</title>
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      <name>Azevedo, Thaiane de Oliveira</name>
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    <updated>2026-05-29T16:13:50Z</updated>
    <published>2026-02-19T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Speak English? Ensino de inglês afrocêntrico e letramento racial crítico
Autor(es): Azevedo, Thaiane de Oliveira
Resumo: Este trabalho objetiva compreender como o ensino de inglês afrocêntrico pode estimular o Letramento Racial Crítico (LRC) na(o) estudante. Os debates sobre questões raciais se potencializam, principalmente pela permanência das injustiças e desigualdades que ainda atingem a população negra. Diante da necessidade de evidenciar a história do povo negro na construção deste país, como forma de combate ao racismo, a escola e seus atores precisam atuar desalienando processos pedagógicos para haver mudança de mentalidade. Nesse sentido, a questão investigativa se delineia em: como o ensino de inglês afrocêntrico pode contribuir no processo de LRC da(o) estudante? A fim de responder à pergunta norteadora, esta pesquisa possui como objetivo geral apresentar como a aula de inglês afrocêntrica pode estimular o processo de autoafirmação e empoderamento da(o) estudante. A partir dos seguintes objetivos específicos: historicizar o ensino de inglês no Brasil; apresentar a importância do ensino de inglês afrocêntrico a partir do advento da Lei nº 10.639/2003; propor sequências didáticas que estimulem o LRC. Para responder a pergunta, a pesquisa apoia-se no conceito de LRC (Ferreira, 2006, 2014) e de Afrocentricidade (Asante, 2009), além de buscar compreender ensino de línguas (inglês) no Brasil, a partir da análise de alguns documentos que compõe a legislação da educação brasileira e do Estado da Bahia, sendo a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que altera a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, incluindo no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira; as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (DCNERER); o Documento Curricular Referencial da Bahia para Educação Infantil e Ensino Fundamental (DCRB); a Portaria SEC/BA nº 55/2022, publicada em 25 de janeiro de 2022, que dispõe sobre a organização curricular das escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Rede Pública Estadual. A metodologia qualitativa da pesquisa utilizou-se também como aporte teórico Gomes (2017), Bento (2022), Fanon (2008), Nascimento (2019), Mbembe (2014), Pinheiro (2023). Além do arcabouço teórico, esta pesquisa também propõe sequências didáticas com atividades de ensino de inglês afrocêntrico que podem ser desenvolvidas na turma do 6º ano do Ensino Fundamental. As propostas visam contribuir com a prática pedagógica de professoras e de professores comprometidos com a Educação para as Relações Étnico-Raciais e a Educação Antirracista.
Descrição: AZEVEDO, Thaiane de Oliveira. Speak English? Ensino de inglês afrocêntrico e letramento racial crítico. 2026. 103 f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Linguagem: Contextos Lusófonos Brasil-África) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2026.</summary>
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