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    <dc:date>2026-10-18T05:51:27Z</dc:date>
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    <title>Práticas de produção de texto argumentativo no Ensino Médio</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8298</link>
    <description>Título: Práticas de produção de texto argumentativo no Ensino Médio
Autor(es): Oliveira, Jéssica dos Santos de
Resumo: O artigo busca por discussões sobre o desenvolvimento do texto dissertativo argumentativo dos alunos no ensino médio, identificando as principais dificuldades e habilidades na construção de um texto. Argumentar deriva de um sujeito que constrói opiniões de um certo ponto de vista a ser argumentado e exposto a casos individuais e sociais. Este trabalho tem como objetivo, analisar as “dificuldades” acerca da produção de textos, com o intuito de buscar estratégias para o desenvolvimento coerente de modalidades textuais, que é um dos maiores desafios que atravessa o exercício docente a trajetória discente. Para isso, foi aplicada a metodologia de um trabalho descritivo e bibliográfico por meio de uma pesquisa de campo realizada em uma sala de aula do terceiro ano. Como fundamentação teórica utilizou-se as pesquisas de Ingedore (2016), Garcez e Corrêa (2016), Sena (2008), e Costa Val (2003). Os resultados mostram que o texto dissertativo argumentativo é construído através de um ponto de vista, uma opinião própria e que esse tipo de texto é bastante encontrado no ensino médio, vestibulares, universidades etc. Conclui-se que para a elaboração de um texto argumentativo é preciso foco no tema central, e o desenvolvimento das próprias ideias dos pontos críticos a ser posicionado.
Descrição: OLIVEIRA, Jéssica dos Santos de. Práticas de produção de texto argumentativo no Ensino Médio. 2025. 23 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
    <dc:date>2025-03-25T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8253">
    <title>“A afrodescendência também se fala”: rastros das línguas angolanas de origem africana no português da Bahia: análise das narrativas de identidade negra</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8253</link>
    <description>Título: “A afrodescendência também se fala”: rastros das línguas angolanas de origem africana no português da Bahia: análise das narrativas de identidade negra
Autor(es): Santos, Rebeca Crislange César
Resumo: O presente trabalho investiga a presença de rastros das línguas angolanas no português falado na Bahia, analisando de que forma esses elementos linguísticos se relacionam com as narrativas de identidade negra e com a preservação da memória afrodescendente. Parte-se da compreensão de que a língua constitui um espaço de memória, pertencimento e resistência cultural, sendo também um importante instrumento de transmissão de heranças históricas e culturais. A pesquisa busca responder em que medida a presença de elementos linguísticos angolanos no português da Bahia revela formas de afrodescendência historicamente invisibilizadas pelas narrativas tradicionais sobre identidade negra. O objetivo geral consiste em analisar como os vestígios das línguas angolanas presentes no português da Bahia constituem expressões da afrodescendência e da memória da diáspora africana. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, bibliográfica e exploratória, complementada pela análise de 30 trabalhos acadêmicos disponíveis em repositórios de universidades brasileiras, sendo 10 teses, 10 dissertações e 10 monografias. O estudo fundamenta-se nos pressupostos da Sociolinguística, da Lexicologia, do contato linguístico e dos estudos afro-brasileiros. A análise dos dados evidencia que o léxico de origem angolana permanece vivo na variedade baiana do português, especialmente em campos semânticos relacionados à culinária, à musicalidade, à religiosidade, à afetividade e à oralidade popular. Além disso, os participantes demonstram diferentes níveis de reconhecimento dessas heranças linguísticas, revelando que tais vocábulos funcionam como marcadores identitários e formas de resistência cultural. Conclui-se que a influência das línguas angolanas ultrapassa o campo lexical, constituindo parte fundamental da formação histórica, cultural e sociolinguística do português brasileiro e da construção da identidade afrodescendente na Bahia.
Descrição: SANTOS, Rebeca Crislange César. “A afrodescendência também se fala”: rastros das línguas angolanas de origem africana no português da Bahia: análise das narrativas de identidade negra. 2026. 37 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2026.</description>
    <dc:date>2026-07-06T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>“Quantos filhos natalina teve?”, de Conceição Evaristo: representação da maternidade negra na literatura brasileira</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8052</link>
    <description>Título: “Quantos filhos natalina teve?”, de Conceição Evaristo: representação da maternidade negra na literatura brasileira
Autor(es): Reis, Vanessa de Jesus dos
Resumo: Este Trabalho de Conclusão de Curso analisa o conto “Quantos filhos Natalina teve?”, de Conceição Evaristo, buscando compreender como maternidade, educação sexual negligenciada e racismo estrutural atravessam a trajetória da protagonista. A partir de uma abordagem qualitativa e bibliográfica, fundamentada nos estudos do feminismo negro, das teorias de gênero e dos aportes decoloniais, o trabalho examina como a narrativa denuncia a precarização das experiências de mulheres negras, expostas historicamente à maternidade compulsória, à violência de gênero e à privação de direitos sexuais e reprodutivos. O conto revela que a maternidade de Natalina não decorre de escolhas, mas de imposições sociais, culturais e econômicas que limitam sua autonomia corporal e psíquica. Ao mesmo tempo, evidencia que a ausência de educação sexual funciona como mecanismo de vulnerabilização, perpetuando desigualdades e contribuindo para ciclos de abuso, abandono e estigmatização. Por meio da articulação entre realidade e ficção, Evaristo expõe as marcas do racismo e do machismo que estruturam a sociedade brasileira, desestabilizando discursos hegemônicos e oferecendo uma perspectiva crítica sobre a condição das mulheres negras. Conclui-se que o conto, ao iluminar experiências silenciadas, reafirma a literatura como espaço de denúncia, resistência e reconfiguração de subjetividades, ao mesmo tempo em que convoca reflexões sobre políticas públicas voltadas à garantia de direitos e dignidade.
Descrição: REIS, Vanessa de Jesus dos. “Quantos filhos natalina teve?”, de Conceição Evaristo: representação da maternidade negra na literatura brasileira. 2025. 19 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
    <dc:date>2025-11-28T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Aquisição da primeira língua de crianças de 0 a 4 anos, filhas/os de guineenses nascidas na Bahia, Brasil</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8051</link>
    <description>Título: Aquisição da primeira língua de crianças de 0 a 4 anos, filhas/os de guineenses nascidas na Bahia, Brasil
Autor(es): Tchuda, Martinho Luteiro
Resumo: O bilinguismo é um fenômeno cada vez mais presente nas sociedades modernas, e as crianças estão frequentemente expostas a ele desde cedo. Diante desse cenário, este artigo se propôs a investigar a aquisição da primeira língua (L1) em um grupo específico de crianças: aquelas com idade entre 0 e 4 anos, filhas e filhos de pais guineenses, nascidas no estado da Bahia, no Brasil. Essas crianças vivenciam um ambiente bilíngue, no qual o português e o guineense coexistem, e, em alguns casos, entram em contato com outras línguas. O objetivo central desta investigação foi compreender como se desenvolve o processo de aquisição da L1 nesse contexto particular. A pesquisa partiu da hipótese de que o português se configura como a primeira língua dessas crianças, mas que esse processo é influenciado pelo contato constante com o guineense e com outras línguas nacionais da Guiné-Bissau. Para alcançar esse objetivo, a pesquisa adotou uma abordagem metodológica qualitativa, iniciando com revisão bibliográfica para contextualizar o tema e identificar os principais conceitos e teorias relacionados à aquisição da linguagem em contextos bilíngues. Em seguida, foram realizadas observações diretas do comportamento linguístico das crianças e coletados dados relevantes para a análise. A análise dos dados buscou então identificar padrões e nuances no desenvolvimento da linguagem das crianças.  A partir da coleta e da análise dos dados, buscou-se confirmar ou refutar a hipótese inicial da pesquisa e descrever os padrões encontrados. Acreditamos que os resultados desta pesquisa poderão ser úteis para educadores, pais e outros profissionais que trabalham com crianças bilíngues, auxiliando-os a compreender melhor o processo de aquisição da linguagem e a promover o desenvolvimento linguístico dessas crianças de forma mais eficaz.
Descrição: TCHUDA, Martinho Luteiro. Aquisição da primeira língua de crianças de 0 a 4 anos, filhas/os de guineenses nascidas na Bahia, Brasil. 2025. 17 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
    <dc:date>2025-12-03T00:00:00Z</dc:date>
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