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    <title>DSpace Communidade:</title>
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    <dc:date>2026-04-05T18:36:37Z</dc:date>
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    <title>Síntese e caracterização por FTIR de bioplástico funcionalizado a partir do amido da batata inglesa (Solanum tuberosum)</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7821</link>
    <description>Título: Síntese e caracterização por FTIR de bioplástico funcionalizado a partir do amido da batata inglesa (Solanum tuberosum)
Autor(es): Paiva, Maria Mabelle Pereira Costa
Resumo: Os polímeros derivados do petróleo são amplamente utilizados na indústria de &#xD;
embalagens em função de suas propriedades e baixo custo; entretanto, sua baixa &#xD;
biodegradabilidade resulta em acúmulo ambiental e impactos negativos. Nesse contexto, &#xD;
os bioplásticos surgem como alternativas sustentáveis, destacando-se o amido da batata &#xD;
inglesa (Solanum tuberosum) por sua abundância, biodegradabilidade e viabilidade &#xD;
econômica, possibilitando a obtenção de filmes biodegradáveis com propriedades &#xD;
funcionais adequadas. O presente estudo teve como objetivo geral avaliar a obtenção de &#xD;
bioplásticos a partir do amido da batata inglesa, analisando suas propriedades estruturais &#xD;
e funcionais, bem como sua viabilidade técnica, econômica e ambiental. A pesquisa foi&#xD;
desenvolvida em três etapas principais: revisão de literatura, execução experimental e &#xD;
caracterização e análise dos dados. A etapa experimental envolveu a produção de filmes &#xD;
bioplásticos por meio de dois experimentos distintos. No primeiro experimento, foram &#xD;
obtidos filmes contendo exclusivamente amido de batata inglesa. No segundo, o &#xD;
procedimento foi reproduzido com a adição de extrato de repolho roxo (Brassica &#xD;
oleracea), visando à obtenção de bioplásticos funcionalizados com propriedades &#xD;
indicadoras de pH. A caracterização dos filmes obtidos em ambos os experimentos foi &#xD;
realizada por meio da espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier &#xD;
(FTIR), permitindo avaliar as interações químicas estabelecidas na matriz polimérica. Os &#xD;
resultados do primeiro experimento indicaram que o bioplástico preserva características &#xD;
estruturais do amido original, apresentando modificações na região da carbonila, o que &#xD;
sugere a formação de novas interações intermoleculares durante o processamento e &#xD;
confirma a obtenção de uma matriz polimérica coesa. No segundo experimento, os filmes &#xD;
funcionalizados apresentaram coloração inicial rosada homogênea, evidenciando a &#xD;
incorporação efetiva das antocianinas à matriz polimérica. A exposição dos filmes a &#xD;
meios com diferentes valores de pH revelou resposta cromática clara e reprodutível: em &#xD;
meio ácido (pH ≈ 2), observou-se a preservação e intensificação da coloração rosada, &#xD;
enquanto em meio básico (pH ≈ 12) ocorreram alterações cromáticas para tonalidades &#xD;
amareladas, acompanhadas de perda de homogeneidade do filme. Esses resultados &#xD;
demonstram o comportamento sensível ao pH dos bioplásticos funcionalizados, &#xD;
evidenciando seu potencial como filmes indicadores naturais. Assim, o amido da batata &#xD;
inglesa, especialmente quando funcionalizado com extrato de repolho roxo, mostra-se &#xD;
uma alternativa promissora para o desenvolvimento de bioplásticos biodegradáveis e &#xD;
inteligentes, contribuindo para a substituição de polímeros sintéticos convencionais e para &#xD;
a mitigação de impactos ambientais.
Descrição: PAIVA, Maria Mabelle Pereira Costa. Síntese e caracterização por FTIR de bioplástico funcionalizado a partir do amido da batata inglesa (Solanum tuberosum). Dissertação de mestrado apresentado ao programa de Pós -Graduação em Sociobiodiversidade e Tecnologias sustentáveis (MASTS). Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR), Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira. Redenção, 2026</description>
    <dc:date>2026-02-03T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7818">
    <title>Avaliação preliminar do potencial antimicrobiano e citotóxico de extratos do pericarpo da romã</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7818</link>
    <description>Título: Avaliação preliminar do potencial antimicrobiano e citotóxico de extratos do pericarpo da romã
Autor(es): Coelho, Antonia Franciany Araujo
Resumo: A romã (Punica granatum L.), fruta de regiões tropicais e subtropicais, tem despertado interesse científico por seu potencial terapêutico. Usada na medicina popular para tratar doenças, por ser rica em compostos que conferem atividades antioxidante, anti-inflamatória, antimicrobiana, podendo agir sozinhos ou em conjunto, gerando efeitos variados, apresentando ação citotóxica desejada ou não. Objetivou-se avaliar características físico-químicas, fitoquímicas, antimicrobianas e citotóxicas de extratos do pericarpo da romã obtidos com os solventes etanol e água em diferentes proporções. Para a produção dos extratos, os frutos de romã foram coletados no município de Baturité/CE. Os pericarpos dos frutos foram higienizados, expostos a secagem e posteriormente fragmentados. Em seguida, 20 g do material vegetal foram acondicionados em frascos contendo 100 mL de solvente, sendo preparados cinco extratos com diferentes proporções de etanol e água (v/v): R1: 100%, R2: 70%, R3: 50% e R4: 20% de etanol. O extrato R5 foi obtido por decocção, utilizando-se 6 g do pericarpo em 150 mL de água destilada. Foram analisados rendimento e densidade por meio de relações entre massas e volume. A caracterização fitoquímica verificou a presença dos seguintes compostos: alcaloides, cumarinas, flavonoides, saponinas, taninos e esteroides / triterpenos, por meio de ensaios qualitativos, baseados em reações colorimétricas e de precipitação. A atividade antimicrobiana foi determinada por meio da Concentração Inibitória Mínima (CIM), pelo método de microdiluição em caldo, as seguintes cepas bacterianas foram utilizadas neste estudo: Staphylococcus aureus ATCC 29213, Escherichia coli NCTC 12923 e Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853. A citotoxicidade dos extratos foi investigada preliminarmente por meio de um ensaio de hemólise, utilizando hemácias de carneiro (Laborclin®) como modelo. As amostras foram analisadas nas concentrações de 64 a 512 µg/mL, sendo quantificada por meio da leitura da absorbância do sobrenadante em espectrofotômetro a 541 nm. Os resultados demonstraram que solventes com maior proporção de água produziram extratos mais densos, se que houvesse padronização nos rendimentos. Na análise fitoquímica foi possível verificar a presença de todos os grupos de metabólitos secundários que foram analisados em todos os extratos, com pequena variação para o extrato R5, onde extrato aquoso pode ter concentrado maiores teores de flavonoides glicosilados e taninos hidrolisáveis. Os extratos do pericarpo da romã tiveram efeito antimicrobiano promissor na cepa bacteriana gram-positiva, S. aureus ATCC 29213, com CIM variando de 128 a 256µg/mL entre os extratos. Em comparação, as Gram-negativas, E. coli NCTC 12923 e P. aeruginosa ATCC 27853, foram menos sensíveis, com CIM de 512 µg/mL e 1024 µg/mL, respectivamente. Para a atividade hemolítica o extrato R4, na concentração de 512 µg/mL, apresentou a maior atividade hemolítica, com diferença de 68,29% em relação à menor concentração (64 µg/mL), sendo o único classificado como de toxicidade moderada, apresentando aproximadamente 69% de hemólise. Os demais variaram entre 0 e 40%, os quai foram considerados de baixa toxicidade. Todos os extratos apresentaram perfis fitoquímicos similares e foram mais eficazes contra bactérias Gram-positivas. Além disso, demonstraram baixa citotoxicidade, indicando segurança para uso medicinal.
Descrição: COELHO, Antonia Franciany Araujo. Avaliação preliminar do potencial antimicrobiano e citotóxico de extratos do pericarpo da romã. 2025. 61 f. Dissertação de Mestrado apresentada  ao Programa de Pós-graduação Sociobiodiversidade e Tecnologias Sustentáveis (PPGSTS) , Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Instituo de Desenvolvimento Rural - IDR. Redenção, 2025.</description>
    <dc:date>2025-12-03T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7721">
    <title>Uso popular de plantas medicinais para saúde mental: um estudo tranversal</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7721</link>
    <description>Título: Uso popular de plantas medicinais para saúde mental: um estudo tranversal
Autor(es): Pereira, Rosiane Barros
Resumo: O uso de plantas medicinais é uma prática tradicional transmitida entre gerações, principalmente por sua acessibilidade e possibilidade de cultivo doméstico. No contexto da saúde mental, diante do aumento de transtornos como depressão e ansiedade, muitos indivíduos recorrem aos fitoterápicos como forma de prevenção, alívio de sintomas ou tratamento, especialmente em cenários de vulnerabilidade socioeconômica. Nisto, o objetivo geral foi investigar o uso de plantas medicinais na saúde mental entre usuários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Guaiúba-CE. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, de delineamento transversal, com abordagem quantitativa. Foram analisados o perfil sociodemográfico dos participantes, as espécies vegetais utilizadas e as percepções sobre sua eficácia e segurança. Foram entrevistados 298 pacientes em tratamento para transtornos&#xD;
mentais. Predominaram mulheres (51,6%), com idade entre 31 e 50 anos (28,9%), ensino médio (36,5%) e renda de até um salário mínimo (48,4%). A maioria era católica (41,6%) ou evangélica (39,8%). As plantas mais utilizadas foram capim-santo (61,2%), erva-cidreira (51,1%) e maracujá (48%), principalmente para insônia (75,9%) e ansiedade (58,1%). O uso diário foi relatado por 44,1% dos participantes. O cultivo próprio foi a principal forma de obtenção (53,1%). O preparo mais comum foi o chá (95,1%), utilizando folhas (87,5%) e frutos (53,9%). A principal fonte de conhecimento foi familiar (86,8%) e os principais motivos para o uso foram a crença no poder curativo (28,6%) e o baixo custo (27,1%). Quanto aos efeitos adversos, 50,3% não relataram nenhum, sendo náuseas (13,1%) e tontura (10%) os mais frequentes. Algumas plantas apresentaram associações específicas com determinados sintomas, como enjoos, náuseas, constipação. O estudo demonstrou relação entre o saber popular e o uso de plantas medicinais no cuidado à saúde mental, evidenciando seu potencial como prática&#xD;
complementar ao tratamento convencional. Recomenda-se uma abordagem humanizada, com orientação de profissionais capacitados, especialmente farmacêuticos, visando garantir a segurança e a eficácia dessas terapias. A integração entre saber tradicional e científico, bem como o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a educação em saúde e o cultivo sustentável, são fundamentais para fortalecer a saúde mental e a qualidade de vida da população.
Descrição: PEREIRA, Rosiane Barros. Uso popular de plantas medicinais para saúde mental: um estudo tranversal. 2025. 88f. Dissertação - Curso de Sociobiodiversidade e Tecnologias Sustentáveis, Programa de Pós-graduação Sociobiodiversidade e Tecnologias Sustentáveis, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</description>
    <dc:date>2025-07-15T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7720">
    <title>"Sem igualdade de gênero não há desenvolvimento sustentável": ecopedagogia, ecofeminismo e a arte como caminho para a mudança</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7720</link>
    <description>Título: "Sem igualdade de gênero não há desenvolvimento sustentável": ecopedagogia, ecofeminismo e a arte como caminho para a mudança
Autor(es): Fernandes, Karla Mayara Florentino
Resumo: Esta dissertação dialoga sobre igualdade de gênero, empoderamento feminino e desenvolvimento sustentável através da aplicação de uma tecnologia social realizada com mulheres em situação de vulnerabilidade social num distrito rural do interior do Estado do Ceará. Nesta pesquisa consideramos como mote a afirmação dada pela Organização das Nações Unidas (ONU) que traz a igualdade de gênero como condição sine qua non para o desenvolvimento sustentável através do Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 5 (ODS 5). Consideramos também que, a lógica de dominação das mulheres e da natureza possui como raiz os mesmos sistemas de dominação: estruturas conceituais e sociais opressoras, colonialistas. Portanto, para subverter tais sistemas é necessário questioná-los. Baseados nisso, utilizamos subsídio teórico decolonial bem como a filosofia ecofeminista para fundamentar a discussão e dialogar as bases dessa opressão. A formação intelectual baseada numa educação crítica e libertadora é peça fundamental para diminuição abissal das desigualdades de gênero, raça e classe assim como para o rompimento dos sistemas de opressão que levam a tais desigualdades. Assim como tem igual relevância a independência financeira, empoderamento feminino e emancipação política para o alcance da igualdade de gênero e portanto, o desenvolvimento sustentável. Contudo, apenas o reconhecimento desses diferentes sistemas de exploração não é suficiente para alcançar a igualdade de gênero e assim, o desenvolvimento sustentável, mas reconhecer a interconexão que existe entre tais sistemas e a exploração que advém deles torna possível combatê-los. O objetivo da pesquisa é fomentar uma práxis emancipatória que consiste no acesso e construção do conhecimento bem como na construção de caminhos que levam à emancipação, mediante a aplicação de uma tecnologia social. A metodologia utilizada nesta pesquisa é do tipo qualitativa com uso do método da investigação-ação-participativa (IAP) ou como é denominada, no Brasil, pesquisa-ação-participante (PAP) na qual Borda (1985) descreve tratar-se de "uma metodologia dentro de um processo vivencial, um processo que inclui simultaneamente educação de adultos, pesquisa científica e ação social ou política, e no qual se consideram como fontes de conhecimento: a análise crítica o diagnóstico de situações e a prática cotidiana” e constitui um método de estudo e  ação, estratégia de produção e difusão de conhecimento. As atividades realizadascontaram com a participação de 15 mulheres residentes do distrito de Vazantes, Aracoiaba para formação do grupo de artesanato com macramê que ocorreu no período de novembro de 2022 a novembro de 2023, durante este período foram realizados 36 encontros, no turno da tarde (14h-17h), totalizando 200h. A tecnologia social desenvolvida resultou na construção de espaços acessíveis, seguros e acolhedores que pudessem tratar temáticas sensíveis para perfis diversos de mulheridades, o  prendizado de uma técnica de arte e artesanato, transformando-o em produtos que são rentáveis, fomentou o trabalho coletivo além da idealização e implantação do Ateliê Arte em Nós, gerido pelas próprias mulheres e com a renda revertida para automanutenção do ateliê.
Descrição: FERNANDES, Karla Mayara Florentino. "Sem igualdade de gênero não há desenvolvimento sustentável": ecopedagogia, ecofeminismo e a arte como caminho para a mudança. 2025. 46f. Dissertação - Curso de Sociobiodiversidade eTecnologias Sustentáveis, Programa de Pós-graduação Sociobiodiversidade e Tecnologias Sustentáveis, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</description>
    <dc:date>2025-12-10T00:00:00Z</dc:date>
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