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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-04-10T16:45:32Z</dc:date>
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    <title>Isolamento, identificação e perfil de patogenicidade de Candida spp. oriundas da mucosa vaginal</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7846</link>
    <description>Título: Isolamento, identificação e perfil de patogenicidade de Candida spp. oriundas da mucosa vaginal
Autor(es): Carvalho, Larícia Évila de Carvalho
Resumo: Dentro da Micologia o estudo das leveduras do gênero Candida faz-se importante, pois, sãofungos oportunistas que fazem parte da microbiota humana, sendo responsáveis por infecções dos diferentes sítios anatômicos. A capacidade patogênica de Candida spp. está relacionada a diversos fatores de virulência, como: a formação de biofilmes e a secreção de enzimas hidrolíticas (proteases, fosfolipases e hemolisinas), a fosfolipase age na célula do hospedeiro clivando as ligações de éster dos glicerofosfolipídios da membrana celular causando o dano celular, sendo este o fator de virulência que confere maior aderência às células do hospedeiro, de tal forma culminam em maior patogenicidade. A Candidíase Vulvovaginal representa a segunda causa mais comum de vulvovaginite e cerca de 70% da população feminina terá, pelo menos, um episódio do quadro clínico ao decorrer da sua vida reprodutiva. Logo, o objetivo deste estudo é realizar isolamento, identificação e investigar o perfil de patogenicidade das cepas de Candida isoladas da mucosa vaginal de indivíduos saudáveis e com sintomatologia semelhante à candidíase vulvovaginal. Trata-se de um estudo descritivo e analítico com abordagem quantitativa, utilizando 19 cepas de Candida spp. isoladas da microbiota vaginal de mulheres saudáveis e com manifestações clínicas semelhantes à candidíase vulvovaginal e/ou outra enfermidade genital. O isolamento foi feito em meio Sabouraud Dextrose Agar; a identificação foi realizada mediante semeio em CHROMagarTM e Microcultivo. O perfil de patogenicidade foi identificado por meio dos experimentos de produção de fosfolipases e de formação de biofilmes. Obteve-se identificação de 68,4% (n=13) dos isolados são C. albicans, 15,8% (n=3) C. tropicalis, 5,3% (n=1) C. glabrata, 5,3% (n=1) C. parapsilosis e 5,3% (n=1) C. guilliermondii. 14 dessas cepas são produtoras de fosfolipase, sendo oito classificadas como fortes produtoras e as cepas de C. parapsilosis e C. guilliermondii não foram capazes de produzir fosfolipase. Todas essas espécies de Candida são formadoras de biofilme, sendo a cepa de C. guilliermondii V006/2024 a mais forte formadora de biofilme, com valores de absorbância e densidade óptica maiores que a referência. Evidenciando a característica&#xD;
crescente entre as espécies não-albicans como leveduras potencialmente patogênicas,&#xD;
associadas a um aumento da morbidade e mortalidade global e utilização empírica de&#xD;
antifúngicos, esta utilização correlaciona-se com o incremento de resistências nas espécies de Candida não-albicans, uma vez que os biofilmes têm propriedades que conferem resistência através da desaceleração da entrada de antimicrobianos nas células de Candida, comportando-se como uma barreira física que também absorve uma parte significativa dos fármacos, reduzindo a concentração ideal que seria necessária para atingir as células do biofilme.
Descrição: CARVALHO, Larícia Évila de. Isolamento, identificação e perfil de patogenicidade de Candida spp. oriundas da mucosa vaginal. 2025. 53f. TCC - Curso de Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</description>
    <dc:date>2025-12-02T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7845">
    <title>Candidíase vulvovaginal e hábitos de higiene íntima: evidências de um estudo com mulheres atendidas em um centro de atenção integral à saúde</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7845</link>
    <description>Título: Candidíase vulvovaginal e hábitos de higiene íntima: evidências de um estudo com mulheres atendidas em um centro de atenção integral à saúde
Autor(es): Felício, Patrício Ferreira
Resumo: A Candidíase Vulvovaginal é uma das principais causas de corrimento vaginal e o motivo mais frequente para a busca de atendimento ginecológico. A infecção é causada pelo fungo oportunista do gênero Candida, cuja patologia decorre de um desequilíbrio multifatorial, advindo da disbiose vaginal, quadro clínico influenciado principalmente por fatores internos, como um desequilíbrio hormonal ou imunológico, e por fatores externos, como hábitos de higiene. Frente a esse cenário, este estudo objetiva investigar a influência dos hábitos de higiene íntima de mulheres atendidas em um Centro de Atenção Integral à Saúde no desenvolvimento da Candidíase Vulvovaginal. Para alcançar o objetivo proposto, realizou-se um estudo observacional, de caráter transversal com abordagem descritiva. Participaram do estudo 56 mulheres, captadas pela técnica de amostragem não probabilística “bola de neve”. Estas foram abordadas durante a busca por atendimento ginecológico no Centro de Atenção Integral à Saúde, situado no Campus das Auroras da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, em Redenção-CE. Foram incluídas mulheres que espontaneamente procuram consulta no ambulatório ginecológico e que possuíam idade entre 18 a 65 anos. Foram excluídas mulheres que estavam menstruadas no momento da coleta; gestantes e que não apresentaram capacidade ou condição psicológica de responder ao formulário. Para a coleta de dados, aplicou-se o questionário “Hábitos de Higiene íntima” que continham questionamentos acerca dos&#xD;
dados socioeconômicos; histórico sexual e reprodutivo; e hábitos de higiene íntima.&#xD;
Posteriormente, durante a condução do Exame Papanicolau, coletou-se amostras das&#xD;
secreções do canal vaginal para análise microbiológica a fresco, como a Coloração de&#xD;
Gram, cultura microbiológica e identificação das espécies. Este estudo foi submetido ao&#xD;
Comitê de Ética em Pesquisa da UNILAB sob CAAE 74251623.3.0000.5576 e aprovado&#xD;
com o parecer de número 6.434.571. Entre as 56 mulheres participantes, 19 foram&#xD;
diagnosticadas com candidíase e 37 não apresentaram sintomatologia ou crescimento&#xD;
positivo para colônias de fungos. Em relação às mulheres que apresentaram diagnóstico positivo, estas apresentaram uma média de idade de 23 anos, 42,11% (n= 8) namoravam, 63,16% (n= 12) eram pretas, 84,21% (n= 16) tinham o ensino médio completo e 94,74% (n= 18) eram estudantes. Em relação aos hábitos de higiene, 42,11% (n= 8) não utilizavam nenhum produto para higienização genital, 89,47% (n=17) aderem a práticas depilatórias, 52,63 (n=10) utilizavam sabão comum para lavagem de roupas íntimas, 73,68% (n=14) secava as peças íntimas no sol e 73,68% (n=14) não usavam protetor diário. Como fator protetivo as 100% (n=19) não realizavam ducha vaginal. Em relação a análises das espécies, foram identificadas que 68,42% (n= 13) eram Candida albicans, 15,79% (n= 3) eram Candida tropicalis e 15,79 (n= 3) eram Candida Sp. A apresentação desse cenário mostra-se relevante para nortear a Prática Baseada em Evidências no cuidado da enfermagem, uma vez que mesmo em um cenário de boas práticas, as mulheres desenvolvem a candidíase, revelando um quadro multifatorial, que necessita de uma investigação holística e humanizada.
Descrição: FELÍCIO, Patrício Ferreira.  Candidíase vulvovaginal e hábitos de higiene íntima: evidências de um estudo com mulheres atendidas em um centro de atenção&#xD;
integral à saúde2025. 54f. TCC - Curso de Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</description>
    <dc:date>2025-12-02T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7842">
    <title>Variação sazonal da qualidade da água e da exposição aos patógenos no semiárido cearense: implicações para a prática de enfermagem</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7842</link>
    <description>Título: Variação sazonal da qualidade da água e da exposição aos patógenos no semiárido cearense: implicações para a prática de enfermagem
Autor(es): Lourenço, Caroline Evaristo
Resumo: Introdução: O acesso limitado à água no semiárido brasileiro, agravado por mudanças&#xD;
climáticas, aumenta o risco de doenças diarreicas em áreas rurais. A Enfermagem assume papel central na prevenção e vigilância sanitária, sendo essencial compreender as estratégias locais de abastecimento para mitigar riscos e promover a segurança hídrica nessas populações vulneráveis. Objetivo: Investigar as variações sazonais das inter-relações entre vulnerabilidade hídrica, características socioambientais, qualidade da água e desfechos em saúde em comunidades rurais de Quixadá e de Quixeramobim, Ceará. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, ecológico e de série temporal, realizado em fevereiro, abril e setembro de 2025 em três comunidades rurais do semiárido cearense. A população envolveu famílias sem acesso à rede pública de água, das quais foram coletados dados socioeconômicos e de incidência de diarreia. Realizou-se análise hidroclimática comparando a precipitação de 2025 com a série histórica de 30 anos via score Z. A qualidade da água, de fontes do território e importadas, foi analisada por parâmetros físico-químicos e microbiológicos. Na análise estatística aplicou-se Teste de Kruskal-Wallis e o pós-teste de Dunn para os dados físico-químicos, Teste Exato de Fisher para os dados microbiológicos, e Q de Cochran para avaliar a sazonalidade dos casos de diarreia. O estudo foi aprovado no Comitê de Ética da UNILAB, sob o parecer no 7.666.408/2025. Resultados: No ano de 2025 em Quixeramobim a precipitação acumulada apresentou uma redução de 35,16% em relação a 2024, enquanto em Quixadá apresentou uma redução de 27,86%. As famílias demonstraram manejo estratégico das fontes: a cisterna é priorizada para ingestão, enquanto açudes e poços destinam-se à higiene. Os níveis das cisternas oscilaram sazonalmente, com recarga em abril e redução crítica em setembro. A variação sazonal das análises físico-químicas no Jatobá e na Serrinha evidenciaram diferença significativa do potencial de oxidação-redução (ORP). Em Olho d'Água houve diferença significativa no potencial hidrogeniônico (pH). Na comparação entre os tipos de fontes houve padrões físico-químicos significativamente distintos. A água de poços, carro-pipa e do Sistema Integrado de Saneamento Rural (SISAR) concentraram os maiores valores de temperatura, pH, ORP e condutividade elétrica (EC), enquanto cisternas e garrafões mostraram características com valores menores de ORP e EC. Na comparação entre as comunidades apresentaram diferenças marcantes de ORP, com Jatobá exibindo valores mais elevados e Olho d’Água os mais baixos. Microbiologicamente, houve contaminação generalizada por coliformes totais e presença persistente de E. coli na maioria das fontes, incluindo cisternas e águas tratadas independentemente da sazonalidade. Consequentemente, casos de diarreia ocorreram de forma contínua nas três comunidades, sem variação estatística entre os períodos de chuva e estiagem. Diante desse risco sanitário constante, o estudo propõe estratégias de Enfermagem focadas na educação para o tratamento domiciliar da água, limpeza de reservatórios e vigilância ativa junto aos Agentes Comunitários de Saúde. Conclusão: Embora essenciais, cisternas no semiárido apresentam riscos microbiológicos. A Enfermagem é crucial para garantir segurança hídrica mediante educação e vigilância contínua, assegurando o manejo correto e a saúde da comunidade.
Descrição: LOURENÇO, Caroline Evaristo. Variação sazonal da qualidade da água e da exposição aos patógenos no semiárido cearense: implicações para a prática de enfermagem. 2025. 70f. TCC - Curso de Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</description>
    <dc:date>2025-12-03T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7836">
    <title>Suporte Social e Adesão terapêutica anti-hipertensiva na Atenção Primária à Saúde</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7836</link>
    <description>Título: Suporte Social e Adesão terapêutica anti-hipertensiva na Atenção Primária à Saúde
Autor(es): Martins, Maria Karoline Sampaio
Resumo: Introdução: A literatura aponta que o suporte social percebido e recebido influencia o&#xD;
comportamento do paciente em relação à adesão ao tratamento anti-hipertensivo, mas essa relação não está bem descrita. Objetivos: Analisar a relação entre suporte social e adesão terapêutica anti-hipertensiva na atenção primária à saúde. Método: Estudo de método misto realizado entre dezembro de 2024 e março de 2025 com pessoas com hipertensão arterial de três Unidades Básicas de Saúde. Na primeira fase, aplicaram-se os questionários validados QATHAS e LSNS-6 para mensurar a adesão terapêutica e o suporte social, respectivamente, seguida por análise estatística descritiva. Enquanto na segunda etapa, foram realizadas entrevistas e construção de ecomapas, para compreensão das redes de apoio de alguns dos participantes, sendo realizada a análise de conteúdo, proposta por Bardin. Todas as diretrizes éticas foram respeitadas. Resultados: Participaram da primeira etapa 74 pessoas, na maioria mulheres (67,6%), com idade entre 60-69 anos e renda de até um salário mínimo (68,9%). A&#xD;
maioria tinha baixa escolaridade e risco moderado de isolamento social. A adesão ao&#xD;
tratamento anti-hipertensivo foi alta (63,51%), mas apenas 2,7% atingiram a adesão ideal. Na segunda etapa, foram entrevistadas 10 pessoas e foi evidenciado que redes de apoio como UBS e igrejas são importantes, entretanto barreiras estruturais dificultam a adesão. Pelos ecomapas identificaram-se falhas na comunicação e no cuidado, ressaltando a necessidade de políticas intersetoriais e estratégias culturais específicas. Conclusão: A adesão terapêutica anti-hipertensiva é multifatorial, influenciada por aspectos socioeconômicos, relacionais e institucionais. Mesmo com a presença de redes de apoio, barreiras estruturais e de comunicação limitam sua efetividade. A predominância de idosos vulneráveis evidencia a necessidade de estratégias intersetoriais e culturalmente sensíveis. Conclui-se então a importância de abordagens integradas que consideram o território e as complexidades psicossociais.
Descrição: MARTINS, Maria Karoline Sampaio. Suporte Social e Adesão terapêutica anti-hipertensiva na Atenção Primária à Saúde. 2025. 59f. TCC - Curso de Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.</description>
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