<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/1684</link>
    <description />
    <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 06:18:02 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-11-03T06:18:02Z</dc:date>
    <item>
      <title>Culto aos ancestrais: cosmopercepção dos Mandjacos de Calequisse na Guiné-Bissau</title>
      <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8277</link>
      <description>Título: Culto aos ancestrais: cosmopercepção dos Mandjacos de Calequisse na Guiné-Bissau
Autor(es): Mendes, Lazarinho Umuã
Resumo: Este trabalho de monografia aborda o culto aos ancestrais na cosmopercepção dos mandjacos de Calequisse, na Guiné-Bissau. Entendo o termo cosmopercepção como uma dimensão da ancestralidade Mandjaco que envolve a multiplicidade de relações entre seres vivos e ancestrais, vida e morte, mundos (terrenal e ancestral), práticas cotidianas e modos diversos de sociabilidade, a partir da noção existencial de Undiman [sagrado ancestral], construída e vivenciada nas experiências desse povo. Nesse contexto, o culto aos ancestrais é considerado uma das práticas culturais mais antigas dos Mandjacos. O culto é uma categoria analítica que envolve, nesse contexto, rituais oferecidos ao balugum [mortos que viraram ancestrais], ao itchap [ancestrais materializados com a confecção de pequenas esculturas de madeira em forma humana, com a cara do falecido] e aos gëtchai [ancestrais que representam as forças da natureza]. A cosmopercepção Mandjaco explica a relação entre o mundo visível e invisível (mortos, seres animados e inanimados viventes, antepassados, território e parentesco) em que a vida social acontece. A análise foi realizada a partir de pesquisa bibliográfica e etnográfica, em diálogo com a sociologia e a antropologia. O estudo se fundamenta em entrevistas semiestruturadas, no uso de áudio online e de redes sociais: WhatsApp, com membros de localidades Mandjacas do território de Calequisse. Os resultados evidenciam que o culto aos ancestrais constitui a base central da organização social dos mandjacos e destacam a importância dos rituais para a ressignificação das práticas cotidianas e da ancestralidade desse povo.
Descrição: MENDES, Lazarinho Umuã. Culto aos ancestrais: cosmopercepção dos Mandjacos de Calequisse na Guiné-Bissau. 2026. 46 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2026.</description>
      <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8277</guid>
      <dc:date>2026-06-25T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Samba de roda do Grupo Raízes de Acupe: patrimônio e identidade cultural</title>
      <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8269</link>
      <description>Título: Samba de roda do Grupo Raízes de Acupe: patrimônio e identidade cultural
Autor(es): Rezende, Susana da Silva
Resumo: Este estudo analisa o samba de roda do Grupo Raízes de Acupe como patrimônio cultural e expressão da identidade comunitária no Recôncavo Baiano. Fundamenta-se nas contribuições de Sandroni (2010) e Martins (1997), que compreendem o samba de roda como espaço de sociabilidade, memória e transmissão de saberes ancestrais. O objetivo foi compreender como o grupo contribui para a preservação e valorização dessa manifestação cultural. A pesquisa adotou abordagem qualitativa, de caráter descritivo e analítico, com base em pesquisa bibliográfica, documental e entrevistas semiestruturadas realizadas com sambadeiras da comunidade. Os resultados demonstram que o samba de roda constitui um importante instrumento de resistência cultural, fortalecimento identitário e transmissão intergeracional de conhecimentos. Constatou-se ainda que as sambadeiras exercem papel fundamental na salvaguarda do patrimônio cultural local. Conclui-se que o Grupo Raízes de Acupe atua como agente de preservação da memória coletiva e da cultura afro-brasileira, contribuindo para a continuidade do patrimônio cultural imaterial diante dos desafios contemporâneos.
Descrição: REZENDE, Susana da Silva. Samba de roda do Grupo Raízes de Acupe: patrimônio e identidade cultural. 2026. 40 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2026.</description>
      <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8269</guid>
      <dc:date>2026-06-19T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Intersecção e feminilidades: a necropolítica sobre mulheres desfeminilizadas</title>
      <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7998</link>
      <description>Título: Intersecção e feminilidades: a necropolítica sobre mulheres desfeminilizadas
Autor(es): Silva, Ludymila Rita Rodrigues da
Resumo: Este trabalho analisa as intersecções entre raça, gênero, sexualidade para compreender como mulheres desfeminilizadas, especialmente negras/indígenas e lésbicas, se tornam alvos de violências simbólicas, materiais e estatais no Brasil contemporâneo. Discute-se como a modernidade colonial construiu categorias de gênero e raça que sustentam hierarquias, produzem desigualdades e determinam quais vidas são consideradas legítimas. A desfeminilidade é entendida como uma expressão política que desafia normas hegemônicas de feminilidade, revelando tensões entre reconhecimento, existência e resistência. A pesquisa inclui entrevistas com mulheres desfeminilizadas na Bahia, cujas narrativas evidenciam vigilância constante, lesbofobia, racismo e exclusões estruturais/institucionais, mas também demonstram estratégias de enfrentamento e construção de redes de apoio. O estudo também aborda a captura neoliberal das lutas LGBTQIAPN+, que transforma pautas políticas em produtos de consumo e legitima uma inclusão seletiva que silencia corpos dissidentes. Conclui-se que enfrentar essas opressões exige transformações estruturais que rompam com a lógica que produz e sustenta vidas descartáveis. A transformação necessária é profunda: exige romper com modelos que administram a existência dessas mulheres como exceção e afirmar outras formas de vida que não dependam da autorização do Estado, do mercado ou das normas hegemônicas para existir.
Descrição: SILVA, Ludymila Rita Rodrigues da. Intersecção e feminilidades: a necropolítica sobre mulheres desfeminilizadas. 2025. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7998</guid>
      <dc:date>2025-11-28T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Pós-humanidade negra: quando a ontologia africana deixa de responder ao ocidente e começa a fundar outro mundo</title>
      <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7995</link>
      <description>Título: Pós-humanidade negra: quando a ontologia africana deixa de responder ao ocidente e começa a fundar outro mundo
Autor(es): Chiulele, Eugénio Eurico
Resumo: O presente trabalho investiga a pós-humanidade negra como horizonte ontológico alternativo à forma-homem moderna, compreendendo que a modernidade ocidental instituiu o “humano” como tecnologia de fronteira e, nesse gesto, produziu o negro como impossibilidade ontológica. Fundamentado nas obras de Frantz Fanon, Sylvia Wynter, Achille Mbembe, Denise Ferreira da Silva e Zakiyyah Iman Jackson, o estudo demonstra que o paradigma moderno se sustenta por uma lógica de separabilidade que define o ser a partir da exclusão. Diante disso, as ontologias africanas como as tradições Bantu (ntu/ubuntu), Yorùbá (orí/àṣẹ) e Akan (pessoa-em-devir) — oferecem um regime alternativo de existência no qual o ser é relacional, a potência é compartilhada e a ancestralidade é operante. A pesquisa adota uma metodologia teórico-filosófica e afrocêntrica, compreendendo que descolonizar o pensamento exige recuperar o poder de nomear e habitar o mundo desde as próprias tradições africanas. A pós-humanidade negra, portanto, não é uma reivindicação de inclusão, mas a restituição de um fundamento civilizatório: um modo de mundo em que a vida não é medida pelo humano moderno, mas afirmada como multiplicidade ontológica. Conclui-se que pensar a partir das ontologias africanas é recolocar a África como fonte epistemológica e ontológica de mundo, capaz de refundar as relações entre ser, natureza, comunidade e política.
Descrição: CHIULELE, Eugénio Eurico. Pós-humanidade negra: quando a ontologia africana deixa de responder ao ocidente e começa a fundar outro mundo. 2025. 43 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.</description>
      <pubDate>Tue, 18 Nov 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7995</guid>
      <dc:date>2025-11-18T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

