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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/879</link>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 00:15:36 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-21T00:15:36Z</dc:date>
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      <title>Docência afro-feminina: escrevivendo e entrelaçando saberes e práticas de professoras negras da Unilab - Ce</title>
      <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8294</link>
      <description>Título: Docência afro-feminina: escrevivendo e entrelaçando saberes e práticas de professoras negras da Unilab - Ce
Autor(es): Antunes, Gabriele da Silva
Resumo: Esta pesquisa investigou a práxis docente de professoras negras do Instituto de Humanidades da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), com o objetivo de analisar como suas práticas se articulam com os fundamentos da pedagogia feminista negra. A partir de uma abordagem qualitativa e inspirada na Escrevivência (Evaristo, 2020) e na pesquisa centrada em sujeitos&#xD;
(Kilomba, 2019), foram construídas narrativas sensíveis que permitiram compreender a constituição identitária e profissional de três docentes negras — Rosa Negra, Ayana e Ayó. A principal contribuição conceitual do estudo foi a formulação da noção de docência afro-feminina, entendida como uma práxis consciente, politizada e afetiva, fundamentada por saberes e práticas históricas de mulheres negras, e que se distingue por seu compromisso com a justiça social, a amorosidade e a valorização das experiências vividas. A pesquisa demonstra que essa docência não é determinada exclusivamente por marcadores de raça e gênero, mas pela articulação crítica com os princípios do feminismo negro, como o diálogo, a interseccionalidade, a ancestralidade, a sala de aula como espaço de nutrição de axé e o uso da experiência como eixo formativo. Os resultados confirmam a hipótese inicial de que há uma práxis docente diferenciada entre professoras negras da UNILAB, marcada por uma pedagogia comprometida com a dignidade, o bem-viver e a superação de violências estruturais. Conclui-se que a docência afro-feminina, tal como delineada neste estudo, representa uma alternativa potente à lógica tradicional da educação, ao integrar afeto, crítica social e resistência política em suas práticas.
Descrição: ANTUNES, Gabriele da Silva. Docência afro-feminina: escrevivendo e entrelaçando saberes e práticas de professoras negras da Unilab - Ce. 2026. 173f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Humanidades) - Instituto de Instituto de Humanidades (IH), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2026.</description>
      <pubDate>Sat, 25 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8294</guid>
      <dc:date>2026-04-25T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Pérola negra: a presença das mulheres negras na abolição da escravidão e no processo de pós-abolição no Ceará</title>
      <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8293</link>
      <description>Título: Pérola negra: a presença das mulheres negras na abolição da escravidão e no processo de pós-abolição no Ceará
Autor(es): Moura, Lisandra de Freitas
Resumo: Este trabalho propõe discutir quais as representações que as mulheres negras tiveram no Ceará no período da abolição da escravatura, que culminou no ano de 1883/4. Os objetivos dessa pesquisa parte do princípio de analisar o processo de participação na abolição da escravidão no Ceará os aspectos sociais e políticos vivenciados pela mulher negra nos anos de 1883 e 1884. A partir disso buscou-se problematizar as formas de inserção da mulher negra na luta abolicionista e discutir o lugar da mulher negra no contexto pós-abolicionista&#xD;
cearense. Desse modo, procurou-se fazer um levantamento de referências em periódicos de jornais e estudos historiográficos acerca do assunto. A metodologia é de natureza exploratória e qualitativa, fundamentada em estudos bibliográficos e historiográficos. Os critérios de inclusão compreenderam trabalhos acadêmicos publicados em periódicos reconhecidos, teses e dissertações disponíveis em repositórios institucionais e obras que tratassem explicitamente das temáticas de gênero, raça e abolição no contexto cearense ou brasileiro. Foram também priorizadas fontes que apresentassem análise documental ou etnográfica sobre irmandades, festas de matriz africana e protagonismo feminino. Como critérios de exclusão, desconsideraram-se produções sem fundamentação científica, e textos opinativos sem base teórica. A análise qualitativa dos textos selecionados buscou identificar convergências, lacunas e contradições nas narrativas sobre a mulher negra, a fim de propor uma leitura crítica que restituísse sua centralidade histórica. A metodologia, portanto, não se&#xD;
limita à descrição das fontes, mas à sua problematização, visando reconstituir as múltiplas formas de resistência e inserção das mulheres negras na luta pela liberdade no Ceará.
Descrição: MOURA, Lisandra de Freitas. Pérola negra: a presença das mulheres negras na abolição da escravidão e no processo de pós-abolição no Ceará. 2026. 94f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Humanidades) - Instituto de Instituto de Humanidades (IH), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2026.</description>
      <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8293</guid>
      <dc:date>2026-06-30T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Afroafeto como prática de permanência: trajetórias de mulheres negras na Unilab/CE</title>
      <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8292</link>
      <description>Título: Afroafeto como prática de permanência: trajetórias de mulheres negras na Unilab/CE
Autor(es): Reginaldo, Ana Raquel Silva
Resumo: O Brasil é um país marcado pela diáspora africana, e a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) constitui-se como expressão institucional desse processo histórico. Criada em 2010, a universidade tem como missão a cooperação internacional com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste, estando situada em municípios do interior do Brasil, entre eles Redenção e Acarape, no estado do Ceará. Nesse contexto, esta pesquisa analisa as experiências de mulheres negras estudantes na UNILAB/CE, a partir de suas trajetórias acadêmicas e das redes de afroafeto construídas no cotidiano universitário, considerando tanto discentes nacionais quanto internacionais, dos cursos de graduação e pós-graduação vinculados ao Instituto de Humanidades. O estudo fundamenta-se teoricamente no conceito de afroafeto, desenvolvido por Marta Quintiliano (2019), bem como nos aportes do feminismo negro e da interseccionalidade, a partir de autoras como bell hooks (2021), Patrícia Hill Collins e Sirma&#xD;
Bilge (2021), Kimberlé Crenshaw (2002) e Carla Akotirene (2023). Articula-se ainda com a perspectiva decolonial, mobilizando as noções de colonialidade do poder (Aníbal Quijano), a fim de compreender as dinâmicas de raça, gênero, nacionalidade e território no contexto universitário. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com ênfase na pesquisa narrativa, utilizando como técnicas metodológicas entrevistas e observação etnográfica. As categorias analíticas centrais são a interseccionalidade (Crenshaw, 2002; Collins; Bilge, 2021; Akotirene, 2023) e a intrasseccionalidade (Raquel Lima, 2022), compreendidas como fundamentais para apreender a diversidade e as múltiplas configurações das experiências vividas por mulheres negras em um contexto atravessado pela diáspora, pela migração e pela colonialidade. Os&#xD;
resultados evidenciam que o afroafeto se configura como uma prática política de resistência, pertencimento e cuidado, desempenhando papel central na permanência acadêmica e na construção de redes de apoio entre mulheres negras na UNILAB. Nesse sentido, o trabalho aponta o afroafeto como uma epistemologia situada e estratégia de (re)existência, contribuindo para o campo dos estudos sobre mulheres negras no ensino superior a partir de uma perspectiva feminista negra e afrodiaspórica.
Descrição: REGINALDO, Ana Raquel Silva. Afroafeto como prática de permanência: trajetórias de mulheres negras na Unilab/CE. 2026. 142f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Humanidades) - Instituto de Instituto de Humanidades (IH), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2026.</description>
      <pubDate>Wed, 27 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8292</guid>
      <dc:date>2026-05-27T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Práticas docentes para a educação das relações étnico-raciais: experiências educativas no município de Fortaleza</title>
      <link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8291</link>
      <description>Título: Práticas docentes para a educação das relações étnico-raciais: experiências educativas no município de Fortaleza
Autor(es): Vidal, Vivian Silva Rodrigues
Resumo: O presente estudo, de natureza qualitativa, versa acerca da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) nas práticas docentes de professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental na rede municipal de Fortaleza, Ceará. A pesquisa se fundamenta na constatação de que o racismo estrutural, mascarado pelo mito da democracia racial, impõe a urgência de ações de intervenção pedagógica e política. O objetivo geral é compreender as contribuições dessas ações para a formação antirracista dos estudantes, em especial as fomentadas pelo Edital de Financiamento Boas Práticas da Secretaria Municipal de Educação (SME). A metodologia empregada é o estudo de caso entrecruzado, utilizando a análise de conteúdo como método de&#xD;
construção e triangulação dos dados coletados nas Unidades Escolares A e B, selecionadas por critérios geográficos, socioeconômicos e de histórico de participação em editais. O referencial teórico no qual o estudo se apoia consta de autores centrais para a discussão racial e educacional brasileira, como Abdias Nascimento (1978), Lélia Gonzalez (1988), Djamila Ribeiro (2019), Nilma Lino Gomes (2023; 2015; 2012) e Paulo Freire (1996), além de outros que abordam a perspectiva colonial/decolonial e as Lei no 10.639/2003 e 11.645/2008. A análise se concentra em examinar as propostas docentes apresentadas nos projetos financiados, identificando como abordam a ERER e quais estratégias são utilizadas para o desenvolvimento do letramento racial e de implementação de práticas antirracistas. Os resultados, detalhados na parte conclusiva da&#xD;
pesquisa, apontam para a evidência de que o incentivo financeiro pode gerar novas ações afirmativas, transformando a escola em um espaço propício para a promoção da igualdade racial e o reconhecimento da pluralidade cultural, mitigando as desigualdades raciais históricas e sistêmicas, construindo uma educação cidadã que forme indivíduos aptos a fazer parte de uma sociedade multicultural e diversa.
Descrição: VIDAL, Vivian Silva Rodrigues. Práticas docentes para a educação das relações étnico-raciais: experiências educativas no município de Fortaleza. 2026. 142f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Humanidades) - Instituto de Instituto de Humanidades (IH), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2026.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8291</guid>
      <dc:date>2026-04-23T00:00:00Z</dc:date>
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