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dc.contributor.authorMartins, Maria Karoline Sampaio-
dc.date.accessioned2025-11-12T17:07:51Z-
dc.date.available2025-11-12T17:07:51Z-
dc.date.issued2025-05-28-
dc.identifier.citationMARTINS, M. K. S. (2025)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7519-
dc.descriptionMARTINS, Maria Karoline Sampaio. Suporte Social e Adesão terapêutica anti-hipertensiva na Atenção Primária à Saúde. 2025. 59f. Monografia - Curso de Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A literatura aponta que o suporte social percebido e recebido influencia o comportamento do paciente em relação à adesão ao tratamento anti-hipertensivo, mas essa relação não está bem descrita. Objetivos: Analisar a relação entre suporte social e adesão terapêutica anti-hipertensiva na atenção primária à saúde. Método: Estudo de método misto realizado entre dezembro de 2024 e março de 2025 com pessoas com hipertensão arterial de três Unidades Básicas de Saúde. Na primeira fase, aplicaram-se os questionários validados QATHAS e LSNS-6 para mensurar a adesão terapêutica e o suporte social, respectivamente, seguida por análise estatística descritiva. Enquanto na segunda etapa, foram realizadas entrevistas e construção de ecomapas, para compreensão das redes de apoio de alguns dos participantes, sendo realizada a análise de conteúdo, proposta por Bardin. Todas as diretrizes éticas foram respeitadas. Resultados: Participaram da primeira etapa 74 pessoas, na maioria mulheres (67,6%), com idade entre 60-69 anos e renda de até um salário mínimo (68,9%). A maioria tinha baixa escolaridade e risco moderado de isolamento social. A adesão ao tratamento anti-hipertensivo foi alta (63,51%), mas apenas 2,7% atingiram a adesão ideal. Na segunda etapa, foram entrevistadas 10 pessoas e foi evidenciado que redes de apoio como UBS e igrejas são importantes, entretanto barreiras estruturais dificultam a adesão. Pelos ecomapas identificaram-se falhas na comunicação e no cuidado, ressaltando a necessidade de políticas intersetoriais e estratégias culturais específicas. Conclusão: A adesão terapêutica anti-hipertensiva é multifatorial, influenciada por aspectos socioeconômicos, relacionais e institucionais. Mesmo com a presença de redes de apoio, barreiras estruturais e de comunicação limitam sua efetividade. A predominância de idosos vulneráveis evidencia a necessidade de estratégias intersetoriais e culturalmente sensíveis. Conclui-se então a importância de abordagens integradas que consideram o território e as complexidades psicossociais.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSuporte Socialpt_BR
dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
dc.subjectAnti-Hipertensivospt_BR
dc.subjectCooperação e Adesão ao Tratamentopt_BR
dc.titleSuporte Social e Adesão terapêutica anti-hipertensiva na Atenção Primária à Saúdept_BR
dc.typeMonographpt_BR
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