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dc.contributor.authorBingi, Mariana Doroteia Canganjo-
dc.date.accessioned2026-01-21T12:18:33Z-
dc.date.available2026-01-21T12:18:33Z-
dc.date.issued2025-05-28-
dc.identifier.citationBINGI, M. D. C. (2025)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7695-
dc.descriptionBINGI, Mariana Doroteia Canganjo. Assédio sexual contra as mulheres dentro do ambiente educacional e trabalhista em Angola. 2025. 32f. Monografia - Curso de Administração Pública, Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho tem como objeto de estudo explorar a natureza do assédio sexual que mulheres angolanas vêm enfrentando em ambientes de trabalho e acadêmicos. A violência contra a mulher é um tema que tem ganhado espaço crescente nas discussões sociais e políticas em todo o mundo, e o assédio sexual, sendo uma de suas manifestações mais recorrentes, reflete diretamente as desigualdades de gênero. De acordo com o UNICEF, trata-se de um dos tipos de violência mais prevalentes globalmente, manifestando-se em diversos contextos como locais de trabalho, instituições de ensino, transportes públicos e até mesmo em ambientes privados. Este estudo tem como objetivo analisar os impactos do assédio sexual, suas consequências emocionais, profissionais e sociais, bem como as políticas implementadas pelo governo angolano para o acolhimento e proteção das vítimas. Para tanto, utilizou-se uma abordagem metodológica mista, combinando análise qualitativa e quantitativa. Foram aplicados questionários online a 120 mulheres residentes em Angola, incluindo estudantes do ensino médio público e trabalhadoras formais, além da realização de entrevistas semiestruturadas com mulheres angolanas da UNILAB (Campus dos Palmares – CE). Também foram analisados documentos legais, leis nacionais e materiais jornalísticos digitais. Os dados coletados revelam a gravidade da situação: 74% das participantes relataram já ter sido vítimas de assédio sexual, e 62% afirmaram ter permanecido em silêncio, principalmente por medo ou falta de confiança nos mecanismos institucionais. As formas mais frequentes de assédio relatadas foram comentários de teor sexual, contatos físicos indesejados e convites insistentes, sendo os principais agressores pessoas em posições de poder como supervisores, gestores e professores. Esses resultados demonstram a urgência de políticas públicas efetivas e espaços institucionais que acolham verdadeiramente as vítimas, rompendo com o ciclo de silenciamento e impunidade. Assim, este trabalho busca não apenas contribuir academicamente com o debate, mas também reforçar a importância da escuta ativa e do protagonismo feminino na luta contra o assédio sexual em Angola.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleAssédio sexual contra as mulheres dentro do ambiente educacional e trabalhista em Angolapt_BR
dc.typeArticlept_BR
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