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https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7721Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Pereira, Rosiane Barros | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-29T15:18:45Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-29T15:18:45Z | - |
| dc.date.issued | 2025-07-15 | - |
| dc.identifier.citation | PEREIRA, R. B. (2025) | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7721 | - |
| dc.description | PEREIRA, Rosiane Barros. Uso popular de plantas medicinais para saúde mental: um estudo tranversal. 2025. 88f. Dissertação - Curso de Sociobiodiversidade e Tecnologias Sustentáveis, Programa de Pós-graduação Sociobiodiversidade e Tecnologias Sustentáveis, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O uso de plantas medicinais é uma prática tradicional transmitida entre gerações, principalmente por sua acessibilidade e possibilidade de cultivo doméstico. No contexto da saúde mental, diante do aumento de transtornos como depressão e ansiedade, muitos indivíduos recorrem aos fitoterápicos como forma de prevenção, alívio de sintomas ou tratamento, especialmente em cenários de vulnerabilidade socioeconômica. Nisto, o objetivo geral foi investigar o uso de plantas medicinais na saúde mental entre usuários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Guaiúba-CE. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, de delineamento transversal, com abordagem quantitativa. Foram analisados o perfil sociodemográfico dos participantes, as espécies vegetais utilizadas e as percepções sobre sua eficácia e segurança. Foram entrevistados 298 pacientes em tratamento para transtornos mentais. Predominaram mulheres (51,6%), com idade entre 31 e 50 anos (28,9%), ensino médio (36,5%) e renda de até um salário mínimo (48,4%). A maioria era católica (41,6%) ou evangélica (39,8%). As plantas mais utilizadas foram capim-santo (61,2%), erva-cidreira (51,1%) e maracujá (48%), principalmente para insônia (75,9%) e ansiedade (58,1%). O uso diário foi relatado por 44,1% dos participantes. O cultivo próprio foi a principal forma de obtenção (53,1%). O preparo mais comum foi o chá (95,1%), utilizando folhas (87,5%) e frutos (53,9%). A principal fonte de conhecimento foi familiar (86,8%) e os principais motivos para o uso foram a crença no poder curativo (28,6%) e o baixo custo (27,1%). Quanto aos efeitos adversos, 50,3% não relataram nenhum, sendo náuseas (13,1%) e tontura (10%) os mais frequentes. Algumas plantas apresentaram associações específicas com determinados sintomas, como enjoos, náuseas, constipação. O estudo demonstrou relação entre o saber popular e o uso de plantas medicinais no cuidado à saúde mental, evidenciando seu potencial como prática complementar ao tratamento convencional. Recomenda-se uma abordagem humanizada, com orientação de profissionais capacitados, especialmente farmacêuticos, visando garantir a segurança e a eficácia dessas terapias. A integração entre saber tradicional e científico, bem como o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a educação em saúde e o cultivo sustentável, são fundamentais para fortalecer a saúde mental e a qualidade de vida da população. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | lantas medicinais | pt_BR |
| dc.subject | Centro de Atenção Psicossocial | pt_BR |
| dc.subject | Saúde mental - Fitoterapia | pt_BR |
| dc.title | Uso popular de plantas medicinais para saúde mental: um estudo tranversal | pt_BR |
| dc.type | Dissertation | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação - Mestrado Acadêmico em Sociobiodiversidade e Tecnologias Sustentáveis | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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