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dc.contributor.authorMatos, Francisco Breno Guedes-
dc.date.accessioned2026-02-05T12:39:54Z-
dc.date.available2026-02-05T12:39:54Z-
dc.date.issued2025-03-28-
dc.identifier.citationMATOS, F. B. G. (2025)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7738-
dc.descriptionMATOS, Francisco Breno Guedes. "Não é só chegar e dançar": identidade e pertencimento na quadrilha jununa Babaçu, Ceará, Brasil .2025. 187f. Dissertação - Curso de Mestrado Acadêmico em Antropologia, Programa Associado de Pós-graduação em Antropologia UFC-UNILAB, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho tem como objetivo refletir sobre o sentido de identidade coletiva e pertencimento entre os brincantes da quadrilha Junina Babaçu, de Fortaleza, Ceará. Especificamente, busca- se compreender quais elementos associados ao processo de construção do espetáculo da quadrilha contribuem para a adesão dos brincantes à identidade do grupo, como esses elementos são construídos e reforçados durante esse processo e em que medida essa adesão se sustenta. Para isso, foi realizada uma etnografia do processo de construção da quadrilha, abrangendo eventos e ensaios, para a realização do espetáculo “Rogai por Nós”, apresentado em 2024 pela quadrilha Junina Babaçu, de Fortaleza, Ceará. Em diálogo com uma perspectiva simbólica, me valho, especialmente, de teorias do ritual e da identidade para fundamentar, de forma teórico-metodológica, as observações realizadas. O ritual foi pensado como uma forma de compreender o fazer da Junina Babaçu, em especial como o processo de construção do espetáculo foi estruturado, enquanto as teorias da identidade ajudaram a perceber como a identidade coletiva da quadrilha foi construída simbolicamente nesse processo, bem como a observar como os brincantes vivenciaram essa identidade. Os dados obtidos em campo mostram que a Junina Babaçu se constrói em um ritual que cria sua própria temporalidade e processo. Ela é vivenciada pelos brincantes por meio de disputas e negociações de espaços nas hierarquias internas, realizadas em um sistema de trocas, e constrói um sentido de pertencimento com base na identidade coletiva, formada no campo competitivo das quadrilhas. Essa identidade tem como centralidade a exclusividade, o destaque no meio junino e um sentido de profissionalismo, trazendo desafios e reconhecimento para seus brincantes. Dessa forma, a realidade da quadrilha Junina Babaçu contribui para as discussões sobre festa, cultura brasileira, estudos do ritual, da identidade e da própria quadrilha junina. Contudo, as reflexões aqui apresentadas não têm a pretensão de estabelecer uma forma fixa ou imutável para pensar os temas abordados, mas sim de apresentar um dos vários caminhos possíveis para refletir sobre eles.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectQuadrilha (Dança)pt_BR
dc.subjectIdentidade coletivapt_BR
dc.subjectFestas juninas - Cearápt_BR
dc.title"Não é só chegar e dançar": identidade e pertencimento na quadrilha jununa Babaçu, Ceará, Brasilpt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertação - Mestrado em Antropologia UFC-UNILAB

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