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dc.contributor.authorSilva, Francisco Nalberth Santos-
dc.date.accessioned2026-04-01T18:18:17Z-
dc.date.available2026-04-01T18:18:17Z-
dc.date.issued2025-11-07-
dc.identifier.citationSILVA, F. N. S. (2025)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7835-
dc.descriptionSILVA, Francisco Nalberth Santos.Comunicação de pacientes com via aérea artificial em ambientes hospitalares. 2025. 32f. TCC - Curso de Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A comunicação é essencial para a assistência hospitalar humanizada, qualidade do cuidado, segurança, bem-estar psicológico e recuperação do paciente. Em casos de via aérea artificial, como intubação ou traqueostomia, surgem barreiras significativas, onde dispositivos invasivos e sedação agravam a comunicação. Pacientes enfrentam dificuldades para expressar necessidades básicas, sentimentos e participação no cuidado, impactando autonomia e identidade. Estratégias como comunicação alternativa e aumentativa, dispositivos eletrônicos e treinamentos têm mostrado benefícios, mas ainda apresentam limitações. Objetivo: Analisar o conhecimento produzido sobre a comunicação entre profissionais de saúde e pacientes adultos em uso de vias aéreas artificiais no contexto hospitalar. Método:Trata-se de revisão integrativa da literatura, conduzida em sete etapas conforme o checklist PRISMA, envolvendo a construção da pergunta norteadora pela estratégia PCC, definição de critérios, buscas, seleção, avaliação da qualidade e síntese dos estudos. As buscas foram realizadas em junho de 2025 em bases de dados nacionais e internacionais (LILACS, IBECS, BDENF, WPRIM, PubMed, Scopus, Web of Science e ScienceDirect). Foram incluídos artigos originais completos, disponíveis gratuitamente, sem restrição de idioma ou período, e foram excluídos os registros duplicados ou que não respondiam à questão. A triagem ocorreu no RayyanR, com revisores independentes. A qualidade metodológica foi classificada segundo Melnyk e Fineout-Overholt, e os dados organizados em planilhas Excel. Resultados: Após a busca nas bases selecionadas, 1381 registros foram identificados e importados para o RayyanR, onde 127 duplicatas foram excluídas. Dos 1254 títulos e resumos avaliados, 1185 não atenderam aos critérios. Na leitura completa dos 69 artigos restantes, 64 foram excluídos, resultando em cinco estudos incluídos, todos em inglês, majoritariamente indexados na Scopus. As necessidades comunicacionais dos pacientes em via aérea artificial envolveram histórico clínico, sintomas como dor, sede e fadiga, além de demandas fisiológicas, informacionais e emocionais, incluindo ansiedade, medo e solidão. As estratégias de comunicação mais citadas foram recursos simples, como leitura labial, gestos e pranchas de comunicação. Tecnologias avançadas, como dispositivos de rastreamento ocular, apareceram em menor número, mas mostraram-se relevantes por favorecer autonomia e humanização no cuidado. Conclusão: A comunicação de pacientes com via aérea artificial ainda é limitada por estratégias simples e improvisadas. Evidências destacam o potencial da Comunicação Aumentativa e Alternativa e tecnologias assistivas para reduzir ansiedade e ampliar autonomia. Recomenda-se protocolos padronizados, capacitação multiprofissional e pesquisas futuras para fortalecer práticas seguras, humanizadas e centradas no paciente.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCuidados de enfermagempt_BR
dc.subjectAssistência hospitalarpt_BR
dc.subjectManuseio das vias aéreaspt_BR
dc.titleComunicação de pacientes com via aérea artificial em ambientes hospitalarespt_BR
dc.typeArticlept_BR
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