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dc.contributor.authorPeixoto, Francisca Graziely Nunes-
dc.date.accessioned2026-08-11T19:27:00Z-
dc.date.available2026-08-11T19:27:00Z-
dc.date.issued2025-12-01-
dc.identifier.citationNUNES, F. G. P. (2025)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8138-
dc.descriptionNUNES, Francisca Graziely Nunes. Formulação e avaliação de microemulsões de óleo de rosa mosqueta visando administração tópica de medicamentos. 2025. 24f. TCC - Curso de Farmácia, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA pele, especialmente o estrato córneo, limita a penetração de substâncias, dificultando a entrega tópica de fármacos. Para superar essa barreira, tecnologias avançadas têm sido investigadas, destacando-se a nanotecnologia. Entre seus sistemas, as microemulsões se sobressaem pela estabilidade e capacidade de favorecer a permeação cutânea, configurando-se como alternativas promissoras para aplicações tópicas. Nesse contexto, as microemulsões se destacam como nanossistemas versáteis, caracterizados por gotículas em escala nanométrica e capazes de se organizar espontaneamente, configurando-se como alternativas promissoras para a veiculação de fármacos. O presente estudo teve como objetivo avaliar a produção e a estabilidade físico-química de microemulsões à base de óleo de rosa mosqueta. Para isso, foram desenvolvidas 36 formulações contendo óleo de rosa mosqueta, Tween 80, etanol e PBS, estruturadas a partir de um diagrama de fases ternário e avaliadas por análises macroscópica, microscópica, condutividade, pH e estabilidade. A avaliação macroscópica identificou três formulações com características compatíveis com os sistemas Winsor II e Winsor III, enquanto nenhuma apresentou comportamento monofásico típico de microemulsões Winsor IV. A ausência desse sistema foi associada às proporções moderadas de tensoativo/co-tensoativo e à alta viscosidade do óleo de rosa mosqueta. Microscopicamente, as formulações Winsor III (F11 e F16) exibiram gotículas homogêneas, enquanto a Winsor II (F29) apresentou heterogeneidade no tamanho das gotas. As análises de condutividade confirmaram sistemas água-em-óleo (A/O), e os valores de pH permaneceram adequados ao uso cutâneo. Após 45 dias, as formulações selecionadas mantiveram sua estabilidade físico-química. Conclui-se que, embora não tenha sido possível obter um sistema Winsor IV, as formulações apresentaram boa organização estrutural e estabilidade, demonstrando o potencial do óleo de rosa mosqueta em sistemas nanoestruturados. Ajustes na proporção de tensoativos poderão favorecer a obtenção de microemulsões monofásicas em estudos futuros.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectNunespt_BR
dc.subjectFrancisca Graziely Peixotopt_BR
dc.titleFormulação e avaliação de microemulsões de óleo de rosa mosqueta visando administração tópica de medicamentospt_BR
dc.typeArticlept_BR
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