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dc.contributor.authorOliveira, Vitória Costa-
dc.date.accessioned2026-10-13T12:23:29Z-
dc.date.available2026-10-13T12:23:29Z-
dc.date.issued2026-02-25-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, V. C. (2026)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8274-
dc.descriptionOLIVEIRA, Vitória Costa. Intervenção via telemática para acompanhamento pós-vacinal infantil: estudo experimental. 2026. 71f. Dissertação - Curso de Mestrado Profissional em Saúde da Família, Programa de Pós-graduação em em Saúde da Família, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2026.pt_BR
dc.description.abstractAs orientações de cuidados e o acompanhamento pós-vacinal são fundamentais para a adesão à vacinação, e esse cuidado pode ser potencializado com o uso de tecnologias. Este estudo teve a seguinte questão de pesquisa: o acompanhamento pós-vacinal via telemática favorece o monitoramento e manejo de eventos adversos, além de orientar sobre os cuidados pós-vacinais, tornando-se superior ao método convencional de acompanhamento pós-vacinal da sala de vacinas? O objetivo foi avaliar a eficácia do acompanhamento pós-vacinal infantil via telemática em comparação ao procedimento convencional da sala de vacina. Trata-se de um estudo experimental, realizado em Unidades Básicas de Saúde do município de Redenção, Ceará, entre setembro de 2025 a fevereiro de 2026. Participaram 34 pais e responsáveis por crianças de 0 a 12 meses. Os participantes foram alocados em grupos controle e intervenção, com 17 participantes em cada. O grupo controle recebeu orientações conforme a rotina da sala de vacina e foi contatado 72 horas após a vacinação para investigação de eventos adversos e os cuidados adotados. O grupo intervenção recebeu orientações convencionais e acompanhamento via telemática, com contato em até 12 horas e após 72 horas, por meio de ligação telefônica e WhatsApp para orientações e investigação de reações adversas e condutas adotadas. Foram coletadas variáveis sociodemográficas, meios e preferências de acesso à informação em saúde, percepções sobre vacinação e exposição a fake news. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira sob o CAAE n.o 90992025.0.0000.5576. A análise estatística incluiu frequências absolutas e relativas, medidas de tendência central (mediana e intervalo interquartil), teste exato de Fisher e Wilcoxon-Mann-Whitney, além de regressão de Poisson penalizada (Firth) para modelagem multivariada. Os grupos apresentaram perfis semelhantes, sem diferenças sociodemográficas significativas. Quanto aos eventos adversos em até 72 horas, não houve diferenças estatísticas entre os grupos, com reações leves predominantes, como dor (24% em ambos) e febre (5,9% no controle e 24% na intervenção). A adesão global foi baixa em ambos os grupos, sem diferença significativa (p = 0,545). Conclui-se que o acompanhamento telemático não foi superior ao método convencional quanto à ocorrência de eventos adversos e adesão aos cuidados, embora tenha se mostrado viável como estratégia complementar para o cuidado pós-vacinal na Atenção Primária à Saúde.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectVacinaçãopt_BR
dc.subjectTelemáticapt_BR
dc.subjectTecnologia da informaçãopt_BR
dc.subjectAtenção primária à saúdept_BR
dc.subjectEvento adversopt_BR
dc.titleIntervenção via telemática para acompanhamento pós-vacinal infantil: estudo experimentalpt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
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