Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8354
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorBuntcho, Henrique Marcelino-
dc.date.accessioned2026-10-28T12:49:28Z-
dc.date.available2026-10-28T12:49:28Z-
dc.date.issued2025-10-30-
dc.identifier.citationBUNTCHO, H. M. (2025)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8354-
dc.descriptionBUNTCHO, Henrique Marcelino. Empreendedorismo e desenvolvimento econômico sustentável na Guiné-Bissau: uma análise dos setores informal e formal à luz das barreiras estruturais e das oportunidades locais. 2025. 49f. TCC - Curso de Administração Pública, Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho investiga o papel do empreendedorismo no desenvolvimento econômico sustentável da Guiné-Bissau, com foco nos setores informal e formal. A pesquisa foi desenvolvida por meio de uma abordagem qualitativa, com caráter descritivo, utilizando dados secundários provenientes de instituições nacionais e internacionais. Os resultados revelam que mais de 90% dos empregos no país estão no setor informal, com 96,4% das mulheres empreendedoras inseridas nesse segmento. Embora esse setor seja frequentemente associado à precariedade, evidencia-se sua resiliência, especialmente em áreas rurais, com destaque para atividades como agricultura de subsistência, artesanato e microcomércios. O setor formal, composto por 401 empresas registradas, enfrenta desafios como a instabilidade política, citada por 92% dos gestores, acesso restrito ao crédito (apenas 6,4%) e desigualdade tributária, onde 93,8% das grandes empresas pagam impostos, em comparação com 45,5% das microempresas. Apesar do crescimento econômico de 4,3% em 2023, impulsionado pelo setor agrícola, a taxa de pobreza aumentou de 47,7% em 2018 para 50,5% em 2021 e o PIB per capita permanece estagnado. A economia continua dependente da monocultura do caju, responsável por 80% das exportações. Iniciativas como a plataforma Nô Firmanta, que recebeu 3.248 candidaturas em 2024, evidenciam uma cultura empreendedora ativa, mas ainda carente de suporte institucional. Conclui-se que o empreendedorismo na Guiné-Bissau possui potencial para se tornar um vetor de desenvolvimento sustentável, desde que sejam implementadas políticas públicas integradas, acesso ampliado ao crédito, qualificação técnica e valorização das capacidades locais.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDesenvolvimento Econômicopt_BR
dc.subjectEmpreendedorismo sustentávelpt_BR
dc.subjectExclusão produtivapt_BR
dc.subjectGuiné-Bissaupt_BR
dc.subjectPolíticas públicaspt_BR
dc.subjectSetor informalpt_BR
dc.titleEmpreendedorismo e desenvolvimento econômico sustentável na Guiné-Bissau: uma análise dos setores informal e formal à luz das barreiras estruturais e das oportunidades locaispt_BR
dc.typeMonographpt_BR
Aparece nas coleções:Monografias - Administração Pública Presencial

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
HENRIQUE MARCELINO BUNTCHO - monografia.pdf2025_mono_hmbuntcho.pdf1,07 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.