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<title>Instituto de Ciências da Saúde</title>
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<updated>2026-08-12T20:31:11Z</updated>
<dc:date>2026-08-12T20:31:11Z</dc:date>
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<title>Formulação e avaliação de microemulsões de óleo de rosa mosqueta visando administração tópica de medicamentos</title>
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<name>Peixoto, Francisca Graziely Nunes</name>
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<updated>2026-08-11T19:27:00Z</updated>
<published>2025-12-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Formulação e avaliação de microemulsões de óleo de rosa mosqueta visando administração tópica de medicamentos
Peixoto, Francisca Graziely Nunes
A pele, especialmente o estrato córneo, limita a penetração de substâncias, dificultando a&#13;
entrega tópica de fármacos. Para superar essa barreira, tecnologias avançadas têm sido&#13;
investigadas, destacando-se a nanotecnologia. Entre seus sistemas, as microemulsões se&#13;
sobressaem pela estabilidade e capacidade de favorecer a permeação cutânea, configurando-se&#13;
como alternativas promissoras para aplicações tópicas. Nesse contexto, as microemulsões se&#13;
destacam como nanossistemas versáteis, caracterizados por gotículas em escala nanométrica e&#13;
capazes de se organizar espontaneamente, configurando-se como alternativas promissoras&#13;
para a veiculação de fármacos. O presente estudo teve como objetivo avaliar a produção e a&#13;
estabilidade físico-química de microemulsões à base de óleo de rosa mosqueta. Para isso,&#13;
foram desenvolvidas 36 formulações contendo óleo de rosa mosqueta, Tween 80, etanol e&#13;
PBS, estruturadas a partir de um diagrama de fases ternário e avaliadas por análises&#13;
macroscópica, microscópica, condutividade, pH e estabilidade. A avaliação macroscópica&#13;
identificou três formulações com características compatíveis com os sistemas Winsor II e&#13;
Winsor III, enquanto nenhuma apresentou comportamento monofásico típico de&#13;
microemulsões Winsor IV. A ausência desse sistema foi associada às proporções moderadas&#13;
de tensoativo/co-tensoativo e à alta viscosidade do óleo de rosa mosqueta. Microscopicamente, as formulações Winsor III (F11 e F16) exibiram gotículas homogêneas, enquanto a Winsor II (F29) apresentou heterogeneidade no tamanho das gotas. As análises de condutividade confirmaram sistemas água-em-óleo (A/O), e os valores de pH permaneceram&#13;
adequados ao uso cutâneo. Após 45 dias, as formulações selecionadas mantiveram sua&#13;
estabilidade físico-química. Conclui-se que, embora não tenha sido possível obter um sistema&#13;
Winsor IV, as formulações apresentaram boa organização estrutural e estabilidade, demonstrando o potencial do óleo de rosa mosqueta em sistemas nanoestruturados. Ajustes na proporção de tensoativos poderão favorecer a obtenção de microemulsões monofásicas em estudos futuros.
NUNES, Francisca Graziely Nunes. Formulação e avaliação de microemulsões de óleo de rosa mosqueta visando administração tópica de medicamentos. 2025. 24f. TCC - Curso de Farmácia, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.
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<dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da frequência e riscos dos corantes presentes em sucos industrializados disponíveis nos supermercados de Redenção-CE</title>
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<name>Gomes, Francisca Beatriz de Lima</name>
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<updated>2026-08-11T19:08:42Z</updated>
<published>2026-06-02T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da frequência e riscos dos corantes presentes em sucos industrializados disponíveis nos supermercados de Redenção-CE
Gomes, Francisca Beatriz de Lima
Este estudo, de natureza transversal e abordagem quali e quantitativa, tem como objetivo avaliar a presença de corantes em sucos industrializados comercializados na cidade de Redenção (CE), sua frequência de utilização tanto no geral quanto em uma análise por grupo de sucos e a conformidade das informações descritas nos rótulos com a legislação vigente. Além disso, buscou-se refletir sobre os possíveis efeitos adversos à saúde. A coleta de dados foi realizada por meio da análise dos rótulos de sucos industrializados disponíveis em 4 supermercados locais. Ao todo, foram analisados 98 rótulos, pertencentes a 11 fabricantes distintos. A avaliação revelou a presença de 15 tipos diferentes de corantes, tanto naturais quanto artificiais. A análise de 98 rótulos de sucos ndustrializados ndustrializados revelou que os corantes artificiais foram predominantes, presentes em 61% das amostras, enquanto apenas 13% usavam corantes naturais e 2% combinavam ambos. Cerca de 24% dos produtos não apresentavam nenhum tipo de corante. Nos sucos em pó (n=54), todos continham corantes artificiais, sendo mais comuns o dióxido de titânio (24,38%), a tartrazina (17,41%), o amarelo crepúsculo FCF (16,92%) e o vermelho 40 (10,95%). Já nos sucos em caixa (n=44), 52% não tinham corantes, 30% apresentavam naturais, 14% artificiais e 4% combinavam os dois tipos. Em relação à quantidade por rótulo, 35,7% dos produtos possuíam três corantes, com destaque para os sucos em pó, nos quais 59% seguiam esse padrão. Entre os sabores, laranja e uva apresentaram as maiores médias de corantes por produto (2,2 e 2,0, respectivamente). Os fabricantes E, G, H e I se destacaram no grupo de sucos em pó, com médias entre 3,0 e 3,3, utilizando apenas corantes artificiais. Nos sucos em caixa, os fabricantes J (2,0) e B (1,6) tiveram as maiores médias, sendo que B combinava corantes naturais e artificiais. Por outro lado, os fabricantes A e C usaram apenas naturais e F e K não adicionaram corantes. Observouse, portanto, que os sucos em pó concentram o uso de corantes artificiais, enquanto os sucos em caixa apresentaram maior diversidade de estratégias na composição. A exposição contínua a corantes artificiais pode desencadear efeitos adversos, como reações alérgicas, rinite e alterações comportamentais, como hiperatividade. No entanto, os corantes naturais ainda apresentam desvantagens como maior instabilidade e custo elevado. Diante disso, representa um desafio para a indústria alimentícia, para buscar alternativas naturais aos corantes artificiais. Espera-se que os resultados deste estudo contribuam para o debate sobre o uso de corantes artificiais, incentivando escolhas alimentares mais seguras e a adoção de práticas regulatórias mais rigorosas em benefício da saúde pública.
GOMES, Francisca Beatriz de Lima. Avaliação da frequência e riscos dos corantes presentes em sucos industrializados disponíveis nos supermercados de Redenção-CE. 2025. 25f. TCC - Curso de Farmácia, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.
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<dc:date>2026-06-02T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estudo fitoquímico e avaliação das propriedades antimicrobiana, antioxidante e hemolítica de extratos hidroetanólicos dsa folhas de anacardium occidentale (L.)</title>
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<name>Carmo, Franciany Costa do</name>
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<id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8136</id>
<updated>2026-08-11T14:17:02Z</updated>
<published>2025-12-02T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estudo fitoquímico e avaliação das propriedades antimicrobiana, antioxidante e hemolítica de extratos hidroetanólicos dsa folhas de anacardium occidentale (L.)
Carmo, Franciany Costa do
Introdução: As plantas medicinais são importantes fontes de metabólitos bioativos e&#13;
apresentam diversas propriedades terapêuticas. Objetivo: Este estudo teve como objetivo&#13;
identificar os compostos presentes nas folhas de Anacardium occidentale L. e avaliar suas&#13;
atividades antimicrobiana, antioxidante e hemolítica. Material e métodos: As folhas foram&#13;
coletadas, higienizadas, secas a 50 °C por 48 horas, trituradas e submetidas à extração&#13;
hidroetanolica nas proporções de 20%, 50% e 80%, sendo os extratos agitados, centrifugados,&#13;
filtrados, rotaevaporados e liofilizados. Foi realizado triagem fitoquímica para taninos,&#13;
flavonoides, saponinas, esteroides, triterpenos e alcaloides. A varredura espectral foi realizada&#13;
para determinação do comprimento de onda de máxima absorção (λmáx) e posteriormente&#13;
realizado a quantificação de compostos fenólicos com método Folin–Ciocalteu com curva de&#13;
ácido gálico e flavonoides utilizando cloreto de alumínio e curva de quercetina. A atividade&#13;
antimicrobiana foi avaliada por difusão em poço frente a Staphylococcus aureus ATCC 29213,&#13;
Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853 e Escherichia coli NCTC 12923, em concentrações de&#13;
16.000 a 250 μg/mL, A atividade antioxidante, avaliada frente ao radical DPPH e atividade&#13;
citotóxica analisada com hemácias de carneiro entre 50 e 400 μg/mL. Resultados e discussão:&#13;
Testes fitoquímicos permitiram identificar taninos, flavonoides, alcaloides, esteroides,&#13;
triterpenos e saponinas, enquanto a varredura espectral apresentou maior absorção em 296 nm.&#13;
As placas de atividade antimicrobiana apresentaram halos inibitórios para S. aureus e P.&#13;
aeruginosa, porém sem efeito para E. coli. Para atividade antioxidante, o extrato 50:50&#13;
apresentou melhor % de redução de DPPH e menores IC50 e EC50. A atividade citotóxica foi&#13;
analisada com hemácias de carneiro entre 50 e 400 μg/mL, revelando baixa hemólise nos&#13;
extratos 20:80 e 50:50 e maior percentual no 80:20. Conclusões: Dessa forma, os resultados&#13;
comprovam o potencial biológico das folhas de A. occidentale L., destacando o extrato 50:50&#13;
v/v o mais promissor para futuras aplicações científicas.
CARMO, Franciany Costa do. Estudo fitoquímico e avaliação das propriedades antimicrobiana, antioxidante e hemolítica de extratos hidroetanólicos dsa folhas de anacardium occidentale (L.).  2025. 20f. TCC - Curso de Farmácia, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.
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<dc:date>2025-12-02T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação do efeito de formulações comerciais de própolis verde (Apis mellifera)  sobre Saccharomyces cerevisiae</title>
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<name>Cruz, Damáris Capistrano</name>
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<id>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8135</id>
<updated>2026-08-11T13:59:16Z</updated>
<published>2025-05-29T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação do efeito de formulações comerciais de própolis verde (Apis mellifera)  sobre Saccharomyces cerevisiae
Cruz, Damáris Capistrano
A própolis, resina natural com diversas propriedades biológicas, foi amplamente utilizada ao longo da &#13;
história e segue sendo usada até hoje, inclusive de forma comercial. O presente estudo objetivou &#13;
caracterizar a composição fitoquímica de três produtos comerciais à base de extratos de própolis verde e avaliar o efeito citotóxico dessas formulações frente a levedura Saccharomyces cerevisiae. A metodologia incluiu a caracterização fitoquímica de três produtos comerciais, sendo dois extratos hidroalcoólicos (P1 e P2) e um aquoso (P3) por testes qualitativos de colorimetria e precipitação e por análise espectrofotométrica na região UV-Vis. Também foi analisado o efeito citotóxico dessas formulações frente a levedura Saccharomyces cerevisiae, modelo eucarioto amplamente utilizado em estudos de citotoxicidade. A avaliação foi realizada por meio da taxa de mortalidade celular da levedura ao longo de 120 minutos de exposição. Adicionalmente, foi observada a presença de floculação e avaliado o crescimento macroscópico de colônias ao longo do tempo de exposição. A triagem fitoquímica revelou a presença de compostos secundários como flavonoides, taninos, cumarinas, saponinas alcaloides e triterpenos, com variações na composição entre as amostras. Os testes demonstraram um aumento da mortalidade proporcional ao tempo de exposição, sendo a amostra P2, um extrato hidroalcoólico, a que apresentou maior efeito deletério frente às células. Os produtos avaliados também promoveram floculação e redução no crescimento das colônias. Desse modo, os extratos avaliados apresentam potencial tóxico frente a S. cerevisiae, e esses efeitos variam  de acordo com a composição química de cada formulação. Os resultados contribuem para a compreensão biológica da própolis e fornecem informações importantes para estudos futuros na área de produtos naturais e sobre a segurança dos pacientes no uso dessas formulações.
CRUZ,  Damáris Capistrano, Avaliação do efeito de formulações comerciais de própolis verde (Apis mellifera)  sobre Saccharomyces cerevisiae. 2025. 21f. TCC - Curso de Farmácia, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.
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<dc:date>2025-05-29T00:00:00Z</dc:date>
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