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<title>Instituto de Linguagens e Literatura – ILL (Ceará)</title>
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<updated>2026-07-23T18:46:39Z</updated>
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<title>A caatinga nas letras de música de João do Vale: educação ambiental e ensino de literatura</title>
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<name>Santos, Fabiane Alves dos</name>
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<updated>2026-07-23T16:26:57Z</updated>
<published>2025-05-26T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A caatinga nas letras de música de João do Vale: educação ambiental e ensino de literatura
Santos, Fabiane Alves dos
Diante dos problemas ambientais causados por uma sociedade estruturada sob o viés colonial&#13;
capitalista, no qual prevalece a necessidade de obtenção de lucro por meio da dominação e&#13;
exploração do ambiente natural, surgem discursos voltados para a urgência de medidas para&#13;
preservação do meio ambiente, tendo em vista os riscos futuros de colapso ambiental. Nesta&#13;
pesquisa faz-se um recorte para a Região Nordeste do Brasil, objetivando analisar, pelo viés&#13;
da Ecocrítica, as letras de música do compositor maranhense João do Vale que abordam&#13;
aspectos da fauna e flora do bioma Caatinga e inseri-las em uma proposta de ensino&#13;
interdisciplinar que promova a educação ambiental a partir dos textos literários. A ecocrítica,&#13;
segundo Garrard (2006), enquanto perspectiva de análise, propõe não apenas uma leitura&#13;
ecológica dos textos, mas também uma reflexão voltada à crise ambiental, ao risco de colapso&#13;
e à busca por soluções. Desse modo, a análise realizada buscou identificar nas letras das&#13;
músicas selecionadas elementos que expressam a relação entre seres humanos e natureza no&#13;
contexto do bioma Caatinga. Com relação ao tema, as canções revelam elementos da fauna e&#13;
flora locais e apresentam o homem como parte desse ecossistema, em relações marcadas por&#13;
intensa afeição, apesar das exigências de sobrevivência e adaptação. Destaca-se ainda a&#13;
valorização dos saberes empíricos em contraste com o conhecimento científico, evidenciando&#13;
uma profunda conexão entre os sujeitos e o ambiente natural. No que se refere à forma, as&#13;
letras de música são fortemente marcadas por traços de variação linguística, considerando os&#13;
aspectos geográficos, culturais e sociais da região na qual João do Vale viveu sua infância e&#13;
parte da juventude, o que reforça a identidade regional e o vínculo do compositor com seu&#13;
espaço de origem. Sendo um filho da terra, João do Vale representa o bioma Caatinga nas&#13;
letras de suas canções com bastante fidedignidade. Reconhecendo o potencial didático dessas&#13;
letras de música, o estudo propõe oficinas interdisciplinares que promovam a educação&#13;
ambiental em aulas de literatura, pensando em um ensino contextualizado e necessário nas&#13;
escolas inseridas na região Nordeste do Brasil, onde predomina o bioma Caatinga, como uma&#13;
forma de promover o conhecimento e a valorização dos elementos e saberes locais.
SANTOS, Fabiane Alves dos. A caatinga nas letras de música de João do Vale: educação ambiental e ensino de literatura. 2025. 46f. Monografia - Curso de Língua Portuguesa, Instituto de Linguagens e Literaturas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.
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<dc:date>2025-05-26T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A figuração da violência no Oeste americano em Meridiano de Sangue, de Cormac McCarthy</title>
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<name>Dias, Edyon Endyson Beserra de Mendonça</name>
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<updated>2026-07-23T16:14:50Z</updated>
<published>2025-11-28T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A figuração da violência no Oeste americano em Meridiano de Sangue, de Cormac McCarthy
Dias, Edyon Endyson Beserra de Mendonça
O trabalho em questão apresenta um estudo sobre a figuração da violência no romance Meridiano de Sangue (1985) do escritor estadunidense Cormac McCarthy (1933- 2023). A obra apresenta um conjunto de temas, como o genocídio indígena promovido por pequenas cidades do interior sulista nos EUA, a violenta expansão americana para Oeste, as formas de se pensar em meados do século XIX e a inexistência das leis do Estado em alguns espaços. Tais temas constroem profundidade nas narrativas ao apresentar parte da vida do&#13;
protagonista kid, que vaga pelo Oeste dos EUA. Dessa forma, o romance mostra ao leitor a violência de uma sociedade desestabilizada. A presente análise se alicerça em um embasamento teórico- crítico, tendo como ferramenta a fortuna crítica de Frota (2021; 2022; 2024) acerca do mesmo romance de McCarthy, utilizamos também o texto histórico de Dee Brown Enterrem Meu Coração na Curva do Rio (1970), e o ensaio de Arendt, Sobre a Violência, de 1969. Com a utilização desses trabalhos como suporte, percebemos as diferentes&#13;
profundidades históricas e filosóficas que Meridiano de Sangue carrega e como dessa forma se constrói a figuração da violência no romance.
DIAS, Edyon Endyson Beserra de Mendonça. A figuração da violência no Oeste americano em Meridiano de Sangue, de Cormac McCarthy. 2025. 24f. TCC - Curso de Língua Portuguesa, Instituto de Linguagens e Literaturas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.
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<dc:date>2025-11-28T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A metalinguagem como recurso narrativo no romance cartas de um diabo ao su aprendiz, de C. S. Lewis</title>
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<name>Alexandre, Denise Araujo Barbosa</name>
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<updated>2026-07-23T14:48:39Z</updated>
<published>2025-12-05T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A metalinguagem como recurso narrativo no romance cartas de um diabo ao su aprendiz, de C. S. Lewis
Alexandre, Denise Araujo Barbosa
Este trabalho tem como objetivo analisar a metalinguagem como recurso narrativo&#13;
no romance Cartas de um diabo ao seu aprendiz (1942) de C. S. Lewis, considerando a&#13;
construção do discurso do narrador e a forma de transmissão da mensagem proposta através do gênero epistolar. A partir de uma pesquisa bibliográfica e de abordagem qualitativa, observa-se a presença e o uso da metalinguagem no romance, evidenciando-a como elemento estruturante do enredo. Ao explorar a temática religiosa e desenvolver diferentes questões ao longo das 31 cartas que compõem a obra, o narrador - uma personificação maléfica, o diabo - expõe opiniões, oferece sugestões e articula planos de ação para seu aprendiz. Durante a execução desses planos, a metalinguagem se manifesta na alternância entre o ato de narrar e a condição de personagem, já que o próprio demônio discute a maldade a partir de sua perspectiva.
ALEXANDRE, Denise Araujo Barbosa. A metalinguagem como recurso narrativo no romance cartas de um diabo ao su aprendiz, de C. S. Lewis. 2025. 20f. TCC - Curso de Língua Portuguesa, Instituto de Linguagens e Literaturas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.
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<dc:date>2025-12-05T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A construção de Guy Montag em Fahrenheit 451: de censor ao guardião da palavra</title>
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<name>Sousa, Daniel Morais de</name>
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<updated>2026-07-22T18:46:40Z</updated>
<published>2025-12-04T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A construção de Guy Montag em Fahrenheit 451: de censor ao guardião da palavra
Sousa, Daniel Morais de
Este estudo analisa a construção do personagem Guy Montag no romance Fahrenheit 451 (1953), de Ray Bradbury, e busca investigar seu processo de transformação de bombeiro incendiário a dissidente e guardião da palavra. Para contextualizar essa análise, o estudo apresenta inicialmente a origem e o desenvolvimento do gênero distópico, destacando sua função histórica e social como forma de crítica a projetos utópicos e aos mecanismos de controle, para isso nos apoiaremos nos trabalhos de autores consagrados como Claeys (2010;2017), Booker (1994) e Moylan (2003). Em seguida, examinaremos o papel central da linguagem nas distopias, articulando essa reflexão com o modo como o personagem distópico é construído dentro da sociedade opressiva, com base em autores como Baccolini (2003),&#13;
Moylan (2000), Jung (2000) e Foucault (2003). Por fim, analisaremos a trajetória de Montag&#13;
segundo as definições teóricas de construção de personagem de Brait (1985), Cândido (2007),&#13;
Forster (2005) e Jung (2000), considerando elementos psicológicos, estruturais e simbólicos&#13;
que compõem sua evolução. A pesquisa, possui uma abordagem qualitativa e bibliográfica,&#13;
evidencia que a transformação de Montag se dá de modo profundo e progressivo, permitindo&#13;
classifica-lo como personagem esférico, cuja complexidade se constrói a partir de conflitos internos, rupturas simbólicas e reorganização da consciência. Assim, o estudo demonstra como a narrativa articula subjetividade, poder e memória, contribuindo para a compreensão do personagem distópico e para reflexões contemporâneas sobre manipulação informacional, autonomia e consciência crítica.
MORAIS, Daniel Morais de. A construção de Guy Montag em Fahrenheit 451: de censor ao guardião da palavra. 2025. 27f. TCC - Curso de Língua Portuguesa, Instituto de Linguagens e Literaturas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.
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<dc:date>2025-12-04T00:00:00Z</dc:date>
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