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<title>O Ponto - Jornal de estudantes e professores do Curso de Letras - UNILAB/BA</title>
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<title>O Ponto, n. 17, maio 2022</title>
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<name>N'Dame, Emilson</name>
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<published>2022-05-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O Ponto, n. 17, maio 2022
N'Dame, Emilson
Os acervos literários nos mostram que o Brasil começou por se tornar palco da diversidade humana a partir de 1500, quando enfrentou a invasão dos portugueses que, em busca da exploração das riquezas das terras indígenas, começaram a desembarcar povos trazidos da África em condições dos escravizados para atuarem como mão de obra barata. Isto, por conseguinte, de lá pra cá, trajou o Brasil com uma riquíssima cultura, desde as características culturais, linguísticas, religiosas e outras.
O PONTO, São Francisco do Conde, BA, n. 5, maio 2022.
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<title>O Ponto, n. 16, abr. 2022</title>
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<name>Silveira, Alexandre Cohn da</name>
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<summary type="text">O Ponto, n. 16, abr. 2022
Silveira, Alexandre Cohn da
O PONTO, São Francisco do Conde, BA, n. 16, abr. 2022.
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<title>O Ponto, n. 15, mar. 2022</title>
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<summary type="text">O Ponto, n. 15, mar. 2022
Silveira, Alexandre Cohn da
O PONTO, São Francisco do Conde, BA, n. 15, mar. 2022.
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<title>O Ponto, n. 14, fev. 2022</title>
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<name>Silveira, Alexandre Cohn da</name>
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<published>2022-02-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O Ponto, n. 14, fev. 2022
Silveira, Alexandre Cohn da
E fevereiro chega com um gosto de ressaca pandêmica, de boca seca de tanto falar “vai passar!” e com a máscara de “Feliz e Forte” amassada, desbotada e meio sem brilho. E como diz a canção da banda Los Hermanos cujo título emprestei para intitular esse edital, começa com versos que vão nesse sentido... “Todo dia um ninguém José acorda já deitado; Todo dia, ainda de pé, o Zé dorme acordado”. Nossa maquiagem de trabalhadores e trabalhadoras, ainda que borrada, persiste marcando em nossos rostos uma resistência que, muitas vezes, nem sabemos a quê. Nossa fantasia de Joãos,  Marias e Josés, encardidas de coronavírus e bolsonices insanas, cobrem nossos corpos que ainda vivem e se colocam pra festiva batalha pelo pão de cada dia. Verdade é que muitas fantasias foram usadas de mortalhas para os corpos que não resistiram e ficaram pelo caminho. Fevereiro este ano... novamente neste ano... a gente ainda não vai poder pular nas ruas a nossa alegria de fuga das opressões costumeiras... Não poderemos experimentar o calor da liberdade despida &#13;
 e preconceitos e falsas moralidades, despreocupados dos problemas, das contas a pagar e do cotidiano descolorido das desigualdades da vida... Não podemos nos fantasiar de uma felicidade eterna, ainda que sempre acabe na quarta-feira... “Mas o dia insiste em nascer, Pra ver deitar o novo”, diz a canção.
O PONTO, São Francisco do Conde, BA, n. 14, fev. 2022.
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