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<title>Artigos - Especialização Interdisciplinar em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa</title>
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<updated>2026-07-23T18:46:58Z</updated>
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<title>A temática anticolonial na obra “a geração da utopia” de pepetela</title>
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<name>Duarte, Maria de Fatima Muniz</name>
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<updated>2025-06-17T19:34:08Z</updated>
<published>2022-01-28T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A temática anticolonial na obra “a geração da utopia” de pepetela
Duarte, Maria de Fatima Muniz
O presente artigo visa compreender e aprofundar um estudo sobre a a temática anticolonial, na&#13;
literatura angolana, utilizando, para tanto, a obra “A Geração da Utopia” (2013), do escritor&#13;
Pepetela. A partir da compreensão do contexto histórico-social do país, têm-se informações da&#13;
época que servem para enriquecer os conhecimentos culturais, sociais, históricos, geográficos,&#13;
entre outros, de Angola, enfatizando aí a busca pela identidade nacional que se opunha ao&#13;
colonialismo, numa postura de resistência ao sistema opressor. A obra apresenta um período&#13;
histórico bem de trinta anos-1961-1991---a preocupação em fundar uma identidade nacional, o&#13;
&#13;
sonho utópico de estabelecimento de um país livre e justo, e o desencantamento pós-&#13;
independência O livro é dividido em quatro partes, “A Casa (1961)”, “A Chana (1972)”, “O&#13;
&#13;
polvo (abril de 1982)” e “O Templo (a partir de julho de 1991)”. As datas remeteriam a&#13;
episódios e aspectos importantes da história angolana, os quais vão sendo apresentados ao leitor&#13;
sem, contudo, serem explicados de maneira didática (a luta anticolonial, o processo de&#13;
descolonização, a independência e o pós-independência).Motivando o leitor a uma curiosidade&#13;
significante, na qual temos presente na leitura, informações do antes e pós-Independênciade&#13;
Angola, expressando também o “eu” nacionalista do autor que se envolve com o “eu”literário&#13;
do mesmo. O trabalho foi desenvolvido, a partir de metodologia qualitativa e bibliográfica.
DUARTE, Maria de Fátima Muniz. A temática anticolonial na obra “a geração da utopia” de pepetela. 2022, 11f. TCC - Curso de Especialização Interdisciplinar em literaturas&#13;
Africanas de Língua Portuguesa/ILL, Instituto de Educação a Distância  - EAD, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2022.
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<dc:date>2022-01-28T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Colonialismo Português em África e a poesia angolana de Agostinho Neto: Sábado nos Musseques</title>
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<name>Souza, Luiz Fabiano de Freitas</name>
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<updated>2025-03-17T12:39:01Z</updated>
<published>2022-02-17T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O Colonialismo Português em África e a poesia angolana de Agostinho Neto: Sábado nos Musseques
Souza, Luiz Fabiano de Freitas
A opressão sofrida pelo sistema colonial português em África, sobretudo em Angola,&#13;
provocou nessas sociedades enormes alterações sociais, econômicas, culturais,&#13;
especialmente na perspectiva da identidade e da valorização da cultura africana, bem&#13;
como no legado da memória coletiva, vivenciada e estigmatizada pelo discurso&#13;
colonizador. Em contrapartida, enaltecer e destacar o engajamento literário e político&#13;
do angolano Agostinho Neto, analisando sua poesia combativa: Sábado nos&#13;
Musseques, na qual denunciou e representou os oprimidos, marcados pela repressão&#13;
do sistema colonial, pautados na dominação racial e na exclusão do povo angolano&#13;
pobre e marginalizado. Tomando como base a compreessão do autor Manuel Ferreira&#13;
sobre o colonialismo e de suas marcas no tecido social africano, por meio dessa&#13;
dependência e assimilação da cultura europeia que prejudicou o reconhecimento da&#13;
individualidade do ser africano e de suas raízes culturais, sendo, portanto,&#13;
fundamental essa conscientização de dependência, para descortinar as marcas do&#13;
colonialismo, que se legitima por meio da “negação do outro”. Nesse contexto, a&#13;
poesia de agostinho Neto é uma lente fundamental para enxergarmos nesse processo&#13;
histórico, uma enorme transformação do discurso literário e político, possibilitando&#13;
enxergar uma sociedade angolana a partir do cotidiano das comunidades,&#13;
denunciando as atrocidades cometidas pelo colonizador, provocando um movimento&#13;
político e cultual em prol das lutas de libertação nacional.
SOUZA, Luiz Fabiano de Freitas. O Colonialismo Português em África e a poesia angolana de Agostinho Neto: Sábado nos Musseques. 2022, 17f. TCC - Curso de Especialização Interdisciplinar em literaturas&#13;
Africanas de Língua Portuguesa/ILL, Instituto de Educação a Distância  - EAD, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2022.
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<dc:date>2022-02-17T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Re(a)fundar a nação: escritas TLGBQ+ em países africanos de língua portuguesa</title>
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<name>Araújo, Jonas Mateus Ferreira</name>
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<updated>2025-03-17T12:26:55Z</updated>
<published>2022-01-18T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Re(a)fundar a nação: escritas TLGBQ+ em países africanos de língua portuguesa
Araújo, Jonas Mateus Ferreira
A presente pesquisa teve como objetivo mapear escritores/as africanos TLGBQ+ que vivem em&#13;
países de adoção oficial da Língua Portuguesa; através dessa busca visou-se refletir sobre como&#13;
a concepção moderna de Nação pode ser tensionada por esses escritos e suas presenças&#13;
contestadoras dos projetos coloniais-cristãos. A pesquisa se desenvolveu metodologicamente&#13;
através do uso das redes sociais, onde busquei por meio de hashtags, páginas de coletivos,&#13;
instituições estatais, e eventos literários, os escritos desses/as autores, almejando estabelecer&#13;
contato pela plataforma com os devidos artistas. Ademais, também parto da concepção de&#13;
Conceição Evaristo sobre as escrevivências para analisar as produções e direcionar o meu texto.&#13;
Dentre os resultados obtidos, foi possível concluir uma significativa presença virtual de&#13;
escritores/as TLGBQ+ em países como Angola e Moçambique, em especial nesse último,&#13;
propiciando um bom cenário de referência e tensionamento da Nação como um lugar histórico&#13;
traçado por e para os homens, heterossexuais, cisgêneros e quase sempre brancos.
ARAÚJO, Jonas Mateus Ferreira. Re(a)fundar a nação: escritas TLGBQ+ em países africanos de língua portuguesa. 2022, 17f. TCC - Curso de Especialização Interdisciplinar em literaturas&#13;
Africanas de Língua Portuguesa/ILL, Instituto de Educação a Distância  - EAD, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2022.
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<dc:date>2022-01-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A consciência nacionalista no poema “Se me quiseres conhecer”</title>
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<name>Freitas, Elisângela Mota Barros de</name>
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<updated>2025-03-17T11:48:58Z</updated>
<published>2022-01-27T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A consciência nacionalista no poema “Se me quiseres conhecer”
Freitas, Elisângela Mota Barros de
A voz poética feminina de Noémia de Souza contribuiu fortemente para a tomada de&#13;
consciência da nacionalidade em Moçambique. Sua poesia buscou sensibilizar a&#13;
sociedade a cerca das questões políticas a partir de temas como opressão, negritude&#13;
e esperança. Este trabalho tem como objetivo destacar como a voz poética da&#13;
escritora moçambicana se apresenta no poema “Se me quiseres conhecer” e como o&#13;
sentimento nacionalista passa a formar a mentalidade do povo moçambicano na luta&#13;
pela independência de seu país. Para tal será feita uma breve análise do referido texto&#13;
cuja escrita data entre 1948 e 1951, período em que a escritora ficou exilada em&#13;
Portugal, e publicado em sua única obra intitulada Sangue Negro (2001).
FREITAS, Elisângela Mota Barros de. A consciência nacionalista no poema “Se me quiseres conhecer”. 2022, 11f. TCC - Curso de Especialização Interdisciplinar em literaturas&#13;
Africanas de Língua Portuguesa/ILL, Instituto de Educação a Distância  - EAD, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2022.
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<dc:date>2022-01-27T00:00:00Z</dc:date>
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