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<title>Monografias - Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa (São Francisco do Conde)</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/1693</link>
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<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:44:32 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-07-23T18:44:32Z</dc:date>
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<title>Educação linguística e a valorização da diversidade: estratégias para combater o preconceito linguístico na formação de cidadãos críticos</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8053</link>
<description>Educação linguística e a valorização da diversidade: estratégias para combater o preconceito linguístico na formação de cidadãos críticos
Anjos, Luciana Souza Santos dos
Este trabalho aborda a importância da educação linguística para a formação de cidadãos críticos e a necessidade de valorização da diversidade linguística no ambiente escolar. O problema investigado nesta pesquisa centra-se na desvalorização da diversidade linguística no ensino da língua materna, manifestada nas práticas pedagógicas tradicionais que buscam impor uma norma única como padrão legítimo e inquestionável. O objetivo geral deste estudo consiste em analisar os desafios enfrentados no ensino de língua e gramática nas escolas, com foco nas práticas que desconsideram a diversidade linguística. A metodologia utilizada baseou-se em uma análise bibliográfica de autores que discutem a diversidade linguística e suas implicações no ensino. As considerações finais apontam que a reformulação das práticas pedagógicas e a capacitação contínua dos professores são essenciais para o combate ao preconceito linguístico. Conclui-se que uma educação linguística inclusiva contribui significativamente para a formação de alunos mais conscientes, críticos e preparados para atuar em uma sociedade plural.
ANJOS, Luciana Souza Santos dos. Educação linguística e a valorização da diversidade: estratégias para combater o preconceito linguístico na formação de cidadãos críticos. 2025. 52 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.
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<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-12-04T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O cristão e o mítico: intertextualidade bíblica na saga "As crônicas de Nárnia" e formação de leitores: um ensaio sobre os livros de C. S. Lewis "O sobrinho do mago" e "O cavalo e seu menino"</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8046</link>
<description>O cristão e o mítico: intertextualidade bíblica na saga "As crônicas de Nárnia" e formação de leitores: um ensaio sobre os livros de C. S. Lewis "O sobrinho do mago" e "O cavalo e seu menino"
Santos, Jessé Souza Oliveira dos
O presente ensaio busca refletir sobre a presença e o papel da simbologia cristã nas obras O Sobrinho do Mago e O Cavalo e Seu Menino, da série As Crônicas de Nárnia, escrita por C. S. Lewis. A partir da leitura dessas duas obras, serão analisadas as estratégias narrativas utilizadas por Lewis para ensinar moralidade cristã de forma indireta e como tais estratégias impactam na formação do leitor, especialmente no contexto brasileiro contemporâneo. A pesquisa possui natureza filosófico-teológica, de método indutivo-dialético, com caráter explicativo e abordagem qualitativa. Possui como embasamento conceitos, argumentos simbólicos e perspectivas históricas relacionadas ao cristianismo, à literatura e à formação ética do leitor, e a partir do entrelaçamento entre esses campos, busca-se compreender como a simbologia cristã presente nas obras O Sobrinho do Mago e O Cavalo e Seu Menino influencia a construção moral e filosófica dos leitores, especialmente no contexto da cosmovisão ocidental e brasileira. Por meio da análise simbólica das narrativas e de seus personagens, identificou-se uma proposta literária que combina fantasia e fé cristã, oferecendo ao leitor uma via indireta de contato com valores como sacrifício, redenção, providência e responsabilidade moral. Com base nos autores mencionados e em Lewis, foi possível argumentar que a fantasia pode funcionar como uma pedagogia espiritual simbólica, transmitindo verdades profundas sem apelar diretamente à doutrina. Ao mesmo tempo, discutiu-se como o próprio Lewis enfrentou críticas por inserir elementos considerados pagãos ou mágicos em obras de fundo cristão, o que gerou desconfiança por parte de setores religiosos mais rígidos.
SANTOS, Jessé Souza Oliveira dos. O cristão e o mítico: intertextualidade bíblica na saga "As crônicas de Nárnia" e formação de leitores: um ensaio sobre os livros de C. S. Lewis "O sobrinho do mago" e "O cavalo e seu menino". 2025. 89 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.
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<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8046</guid>
<dc:date>2025-11-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>As marcas do português angolano nas músicas do kuduro: uma busca dos angolanismos lexicais da língua falada</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8045</link>
<description>As marcas do português angolano nas músicas do kuduro: uma busca dos angolanismos lexicais da língua falada
Martins, Janayne Gabrielle Alves
A língua portuguesa não é falada da mesma forma em todos os espaços lusófonos. Ela perdeu a nacionalidade europeia e passou a pertencer em todos os espaços geográficos onde se fala. Nesses novos espaços recebeu o privilégio de ser língua oficial e passou a desempenhar funções importantes. Em Angola não foi e nem é diferente. Ela é língua de comunicação cotidiana (Art.19º da Constituição da República, 2010) e é muito falada especialmente nas zonas urbanas, na função pública, na mídia, no ensino, na religião e no atendimento dos cidadãos na função pública. As variações são motivadas pelas variáveis sociais e linguísticas. O presente trabalho visa analisar as variações léxico-semântico do português angolano nas letras de músicas de kuduro produzidas entre 2010 e 2024. O kuduro é um gênero musical popular de Angola que reflete a identidade cultural do país. A pesquisa busca identificar os elementos linguísticos e culturais que caracterizam a variedade angolana de português. Para isso, foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: (i) mapear os principais termos e expressões léxico-semânticos nas letras de kuduro; (ii) investigar como as variações linguísticas refletem as identidades culturais, sociais e regionais em Angola; (iii) comparar as mudanças léxico-semânticas ao longo do período, identificando tendências e inovações e (iv) relacionar os elementos linguísticos às transformações sociais, econômicas e culturais do período. Se a língua varia e muda no tempo e no espaço, quais os traços léxico-semânticos presentes no português angolano que se manifestam na cultura local por meio da música? A relevância da pesquisa vai além do kuduro como fenômeno musical, pois suas letras espelham transformações sociais e culturais em Angola, refletindo a diversidade do português angolano. Para a metodologia nos propomos a analisar 20 músicas de estilo kuduro gravadas por cantores angolanos no período 2010-2024 focando na identificação de angolanismos léxico-semânticos. Da pesquisa se concluiu que os processos neológicos estão presentes incluindo os processos e empréstimos e estrangeirismos. A música carrega uma identidade angolana que se caracteriza pelo uso de termos próprios da realidade local. O kuduro é um veículo de expressão cultural é um reflexo das transformações sociais angolanas.
MARTINS, Janayne Gabrielle Alves. As marcas do português angolano nas músicas do kuduro: uma busca dos angolanismos lexicais da língua falada. 2025. 52 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.
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<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-12-02T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O lugar das línguas africanas faladas em Angola no século XXI</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8044</link>
<description>O lugar das línguas africanas faladas em Angola no século XXI
Gonçalves, Jacob Adão
Angola convive com uma diversidade linguística na qual coexiste o português, as línguas bantu, a língua gestual, as línguas khoisan e outras línguas estrangeiras. O português é a única língua oficial e de prestígio, de acordo com a Constituição da República de Angola (2010) e é a língua de ensino e do funcionalismo estatal. O presente artigo debruça-se sobre a Política e Planejamento Linguístico das Línguas africanas em Angola, especialmente o lugar das línguas africanas faladas século XXI. Sabendo que as línguas africanas faladas em Angola são importantes para cultura e identidade, questiona-se os espaços onde as línguas africanas são utilizadas. Este trabalho tem como objetivo geral compreender o lugar das línguas africanas faladas em Angola buscando identificar os problemas do atraso no ensino, uma vez que são marcas da cultura e da identidade do povo. Especificamente, a pesquisa (a) analisar o lugar das línguas africanas faladas em Angola nos espaços públicos; (b) descreve os fatores que impedem com que as pessoas não aprendam as línguas nacionais; (c) explicar as razões da fraca divulgação e ensino em línguas africanas faladas em Angola. A pesquisa é relevante porque incentiva cidadãos para a valorização das línguas africanas, de modo a evitar a extinção das mesmas e a perda da identidade linguística, sensibilizando para a proteção e a criação de instrumentos de ensino no território nacional. Esta atitude contribui para redução do preconceito linguístico, marcado pela ideologia enraizada no período colonial. As línguas angolanas de origem africana têm tido privilégio por parte da população e das autoridades tradicionais locais. Trata-se de uma pesquisa quantitativa onde o instrumento de coleta de dados foi o questionário online constituído por 24 perguntas fechadas e uma aberta, coletando dados de 79 informantes angolanos residentes em Angola. O questionário foi partilhado via redes sociais e foi respondido durante uma semana. Das análises se observa que o lugar das línguas africanas em Angola é de desprestígio porque o poder do português se sobressai. Muitos angolanos têm o português como língua materna e estão cientes de que o Estado não valoriza as línguas africanas e gostariam que seus filhos aprendessem uma delas, porém, ainda há preconceito devido à política linguística da desvalorização das línguas africanas. Conclui-se que nas igrejas, na televisão, na rádio, nos hospitais, os angolanos preferem ouvir/falar o português atitude que reforça o preconceito com relação às línguas locais. Esta problemática pode provocar o desaparecimento das línguas africanas ao longo do tempo. Concluiu-se ainda que há línguas em extinção em Angola, especialmente as línguas dos khoisan que muitas delas ainda não foram descritas ou nem estão sendo revitalizadas. Seria importante o estabelecimento de políticas linguísticas que visem evitar o desaparecimento dessas línguas a curto prazo.
GONÇALVES, Jacob Adão. O lugar das línguas africanas faladas em Angola no século XXI. 2025. 62 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.
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<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8044</guid>
<dc:date>2025-12-03T00:00:00Z</dc:date>
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