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<title>Dissertação - Mestrado Interdisciplinar em Humanidades</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/879</link>
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<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 08:20:24 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-22T08:20:24Z</dc:date>
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<title>Docência afro-feminina: escrevivendo e entrelaçando saberes e práticas de professoras negras da Unilab - Ce</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8294</link>
<description>Docência afro-feminina: escrevivendo e entrelaçando saberes e práticas de professoras negras da Unilab - Ce
Antunes, Gabriele da Silva
Esta pesquisa investigou a práxis docente de professoras negras do Instituto de Humanidades da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), com o objetivo de analisar como suas práticas se articulam com os fundamentos da pedagogia feminista negra. A partir de uma abordagem qualitativa e inspirada na Escrevivência (Evaristo, 2020) e na pesquisa centrada em sujeitos&#13;
(Kilomba, 2019), foram construídas narrativas sensíveis que permitiram compreender a constituição identitária e profissional de três docentes negras — Rosa Negra, Ayana e Ayó. A principal contribuição conceitual do estudo foi a formulação da noção de docência afro-feminina, entendida como uma práxis consciente, politizada e afetiva, fundamentada por saberes e práticas históricas de mulheres negras, e que se distingue por seu compromisso com a justiça social, a amorosidade e a valorização das experiências vividas. A pesquisa demonstra que essa docência não é determinada exclusivamente por marcadores de raça e gênero, mas pela articulação crítica com os princípios do feminismo negro, como o diálogo, a interseccionalidade, a ancestralidade, a sala de aula como espaço de nutrição de axé e o uso da experiência como eixo formativo. Os resultados confirmam a hipótese inicial de que há uma práxis docente diferenciada entre professoras negras da UNILAB, marcada por uma pedagogia comprometida com a dignidade, o bem-viver e a superação de violências estruturais. Conclui-se que a docência afro-feminina, tal como delineada neste estudo, representa uma alternativa potente à lógica tradicional da educação, ao integrar afeto, crítica social e resistência política em suas práticas.
ANTUNES, Gabriele da Silva. Docência afro-feminina: escrevivendo e entrelaçando saberes e práticas de professoras negras da Unilab - Ce. 2026. 173f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Humanidades) - Instituto de Instituto de Humanidades (IH), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2026.
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<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8294</guid>
<dc:date>2026-04-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Pérola negra: a presença das mulheres negras na abolição da escravidão e no processo de pós-abolição no Ceará</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8293</link>
<description>Pérola negra: a presença das mulheres negras na abolição da escravidão e no processo de pós-abolição no Ceará
Moura, Lisandra de Freitas
Este trabalho propõe discutir quais as representações que as mulheres negras tiveram no Ceará no período da abolição da escravatura, que culminou no ano de 1883/4. Os objetivos dessa pesquisa parte do princípio de analisar o processo de participação na abolição da escravidão no Ceará os aspectos sociais e políticos vivenciados pela mulher negra nos anos de 1883 e 1884. A partir disso buscou-se problematizar as formas de inserção da mulher negra na luta abolicionista e discutir o lugar da mulher negra no contexto pós-abolicionista&#13;
cearense. Desse modo, procurou-se fazer um levantamento de referências em periódicos de jornais e estudos historiográficos acerca do assunto. A metodologia é de natureza exploratória e qualitativa, fundamentada em estudos bibliográficos e historiográficos. Os critérios de inclusão compreenderam trabalhos acadêmicos publicados em periódicos reconhecidos, teses e dissertações disponíveis em repositórios institucionais e obras que tratassem explicitamente das temáticas de gênero, raça e abolição no contexto cearense ou brasileiro. Foram também priorizadas fontes que apresentassem análise documental ou etnográfica sobre irmandades, festas de matriz africana e protagonismo feminino. Como critérios de exclusão, desconsideraram-se produções sem fundamentação científica, e textos opinativos sem base teórica. A análise qualitativa dos textos selecionados buscou identificar convergências, lacunas e contradições nas narrativas sobre a mulher negra, a fim de propor uma leitura crítica que restituísse sua centralidade histórica. A metodologia, portanto, não se&#13;
limita à descrição das fontes, mas à sua problematização, visando reconstituir as múltiplas formas de resistência e inserção das mulheres negras na luta pela liberdade no Ceará.
MOURA, Lisandra de Freitas. Pérola negra: a presença das mulheres negras na abolição da escravidão e no processo de pós-abolição no Ceará. 2026. 94f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Humanidades) - Instituto de Instituto de Humanidades (IH), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2026.
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<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8293</guid>
<dc:date>2026-06-30T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Afroafeto como prática de permanência: trajetórias de mulheres negras na Unilab/CE</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8292</link>
<description>Afroafeto como prática de permanência: trajetórias de mulheres negras na Unilab/CE
Reginaldo, Ana Raquel Silva
O Brasil é um país marcado pela diáspora africana, e a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) constitui-se como expressão institucional desse processo histórico. Criada em 2010, a universidade tem como missão a cooperação internacional com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste, estando situada em municípios do interior do Brasil, entre eles Redenção e Acarape, no estado do Ceará. Nesse contexto, esta pesquisa analisa as experiências de mulheres negras estudantes na UNILAB/CE, a partir de suas trajetórias acadêmicas e das redes de afroafeto construídas no cotidiano universitário, considerando tanto discentes nacionais quanto internacionais, dos cursos de graduação e pós-graduação vinculados ao Instituto de Humanidades. O estudo fundamenta-se teoricamente no conceito de afroafeto, desenvolvido por Marta Quintiliano (2019), bem como nos aportes do feminismo negro e da interseccionalidade, a partir de autoras como bell hooks (2021), Patrícia Hill Collins e Sirma&#13;
Bilge (2021), Kimberlé Crenshaw (2002) e Carla Akotirene (2023). Articula-se ainda com a perspectiva decolonial, mobilizando as noções de colonialidade do poder (Aníbal Quijano), a fim de compreender as dinâmicas de raça, gênero, nacionalidade e território no contexto universitário. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com ênfase na pesquisa narrativa, utilizando como técnicas metodológicas entrevistas e observação etnográfica. As categorias analíticas centrais são a interseccionalidade (Crenshaw, 2002; Collins; Bilge, 2021; Akotirene, 2023) e a intrasseccionalidade (Raquel Lima, 2022), compreendidas como fundamentais para apreender a diversidade e as múltiplas configurações das experiências vividas por mulheres negras em um contexto atravessado pela diáspora, pela migração e pela colonialidade. Os&#13;
resultados evidenciam que o afroafeto se configura como uma prática política de resistência, pertencimento e cuidado, desempenhando papel central na permanência acadêmica e na construção de redes de apoio entre mulheres negras na UNILAB. Nesse sentido, o trabalho aponta o afroafeto como uma epistemologia situada e estratégia de (re)existência, contribuindo para o campo dos estudos sobre mulheres negras no ensino superior a partir de uma perspectiva feminista negra e afrodiaspórica.
REGINALDO, Ana Raquel Silva. Afroafeto como prática de permanência: trajetórias de mulheres negras na Unilab/CE. 2026. 142f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Humanidades) - Instituto de Instituto de Humanidades (IH), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2026.
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<pubDate>Wed, 27 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8292</guid>
<dc:date>2026-05-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Práticas docentes para a educação das relações étnico-raciais: experiências educativas no município de Fortaleza</title>
<link>https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8291</link>
<description>Práticas docentes para a educação das relações étnico-raciais: experiências educativas no município de Fortaleza
Vidal, Vivian Silva Rodrigues
O presente estudo, de natureza qualitativa, versa acerca da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) nas práticas docentes de professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental na rede municipal de Fortaleza, Ceará. A pesquisa se fundamenta na constatação de que o racismo estrutural, mascarado pelo mito da democracia racial, impõe a urgência de ações de intervenção pedagógica e política. O objetivo geral é compreender as contribuições dessas ações para a formação antirracista dos estudantes, em especial as fomentadas pelo Edital de Financiamento Boas Práticas da Secretaria Municipal de Educação (SME). A metodologia empregada é o estudo de caso entrecruzado, utilizando a análise de conteúdo como método de&#13;
construção e triangulação dos dados coletados nas Unidades Escolares A e B, selecionadas por critérios geográficos, socioeconômicos e de histórico de participação em editais. O referencial teórico no qual o estudo se apoia consta de autores centrais para a discussão racial e educacional brasileira, como Abdias Nascimento (1978), Lélia Gonzalez (1988), Djamila Ribeiro (2019), Nilma Lino Gomes (2023; 2015; 2012) e Paulo Freire (1996), além de outros que abordam a perspectiva colonial/decolonial e as Lei no 10.639/2003 e 11.645/2008. A análise se concentra em examinar as propostas docentes apresentadas nos projetos financiados, identificando como abordam a ERER e quais estratégias são utilizadas para o desenvolvimento do letramento racial e de implementação de práticas antirracistas. Os resultados, detalhados na parte conclusiva da&#13;
pesquisa, apontam para a evidência de que o incentivo financeiro pode gerar novas ações afirmativas, transformando a escola em um espaço propício para a promoção da igualdade racial e o reconhecimento da pluralidade cultural, mitigando as desigualdades raciais históricas e sistêmicas, construindo uma educação cidadã que forme indivíduos aptos a fazer parte de uma sociedade multicultural e diversa.
VIDAL, Vivian Silva Rodrigues. Práticas docentes para a educação das relações étnico-raciais: experiências educativas no município de Fortaleza. 2026. 142f. Dissertação (Mestrado Interdisciplinar em Humanidades) - Instituto de Instituto de Humanidades (IH), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2026.
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<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8291</guid>
<dc:date>2026-04-23T00:00:00Z</dc:date>
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