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Escravidão negra no Ceará durante a segunda metade do século XIX

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dc.contributor.author Baldé, Mamadu Uri
dc.date.accessioned 2019-02-12T13:37:48Z
dc.date.available 2019-02-12T13:37:48Z
dc.date.issued 2016
dc.identifier.citation BALDÉ, M. U. (2016) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/1194
dc.description BALDÉ, Mamadu Uri. Escravidão negra no Ceará durante a segunda metade do século XIX. 2016. 45 f. TCC (Graduação) - Curso de Bacharelado em Humanidades, Instituto de Humanidades, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira, Redenção, 2016. pt_BR
dc.description.abstract Este trabalho analisa em três capítulos a escravidão negra no Ceará, propondo demostrar como ocorria o sistema escravocrata local. Desde o princípio do processo de escravidão, os negros escravizados não se conformavam com o universo que era imposto pelo seu senhor. O sistema era bem rígido, o que não impediu ao cativo resistir, revoltar-se ou formar a família. Realizamos uma pesquisa que averiguou o processo escravista a partir da segunda metade do século XIX, investigando o jornal conservador A Constituição, entre 1863 a 1884, com objetivo de compreender as ações de resistências e indicativos de família escravizada no Ceará. Em diálogo com a produção da História Social da escravidão, buscamos identificar os indícios da resistência a partir da ação de fuga e outras formas de resistência. A violência é percebida através de descrições dos estigmas, ferimentos e deformidades nos corpos de homens, mulheres e crianças submetidas ao domínio escravista. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Escravidão - Ceará pt_BR
dc.title Escravidão negra no Ceará durante a segunda metade do século XIX pt_BR
dc.type Monograph pt_BR


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