DSpace/Manakin Repository

Homofobia e transfobia: do medo a resistência, análise das memórias de uma mãe

Mostrar registro simples

dc.contributor.author Silva, Hilda Santos
dc.date.accessioned 2022-03-30T16:17:18Z
dc.date.available 2022-03-30T16:17:18Z
dc.date.issued 2022-02-25
dc.identifier.citation SILVA, H. S. (2022) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2493
dc.description SILVA, Hilda Santos. Homofobia e transfobia: do medo a resistência, análise das memórias de uma mãe. 2022. 20 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Gênero, Diversidade e Direitos Humanos) - Instituto de Educação a Distância, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2022. pt_BR
dc.description.abstract Esta pesquisa tem como propósito compreender e examinar a trajetória de meus filhos LGBTQIA+, a fim de analisar o processo de reiteração da heterossexualidade e sua imbricação com a homofobia e a transfobia no espaço escolar e familiar. Para tanto, pretendo relatar memórias autobiográficas de experiências de homofobia e transfobia e analisá-las a partir do referencial teórico da teoria queer e dos estudos de gênero. O método de pesquisa adotado é a autoetnografia e sua fundamentação consiste em um estudo de natureza qualitativa, com vistas a enfatizar a análise cultural a partir de minhas vivências em relação às de outros indivíduos. Como instrumentos de produção e coleta de informações de dados serão utilizadas, respectivamente, as minhas memórias autobiográficas e revisão bibliográfica não sistemática. As categorias de análise deste estudo foram assim delineadas: autoetnografia; homofobia; transfobia. As análises evidenciam que as “verdades autorizadas” e sua manutenção continuam sendo reiteradas por meio de discursos e práticas que dialogam com valores morais e conservadores, dando sustentação à identidade hegemônica; que as instituições de ensino continuam se apresentando como um lócus segregador, onde práticas discriminatórias são constantemente naturalizadas; que entre um avanço e outro, continuamos reféns do imperativo medicalizante, no qual a sexualidade deve sempre ser vista como algo a ser explicado; que a visibilidade de gays, lésbicas e pessoas transgênero ao mesmo tempo em que gera simpatia em uns, ou mesmo adesão aos seus estilos de vida, causa repulsa em outros indivíduos, fazendo com que movimentos contrários aos sujeitos não-heteronormativos ganhem força e apoio por parte de diferentes grupos sociais não somente no espaço escolar, mas também no familiar e no público. A pesquisa revela, ainda, que a heterossexualidade compulsória continua agindo através de sua rede de micropoderes, mas não sem resistência, uma vez que os discursos são instáveis, podendo ser instrumento e efeito de poder ou de oposição. A subversão da ordem, ainda que possa parecer uma utopia, é um caminho a ser perseguido por todos os “interditos”. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Autoetnologia - Brasil pt_BR
dc.subject Homofobia - Brasil pt_BR
dc.subject LGBTQIA+ pt_BR
dc.subject Transfobia pt_BR
dc.title Homofobia e transfobia: do medo a resistência, análise das memórias de uma mãe pt_BR
dc.type Article pt_BR


Arquivos deste item

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples

Buscar DSpace


Busca avançada

Navegar

Minha conta

Estatística