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Validação clínica dos diagnósticos de enfermagem relacionados ao manejo glicêmico em pessoas com diabetes mellitus tipo 2

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dc.contributor.author Oliveira, Lídia Rocha de
dc.date.accessioned 2023-08-16T18:18:40Z
dc.date.available 2023-08-16T18:18:40Z
dc.date.issued 2022-12-22
dc.identifier.citation OLIVEIRA, L. R. (2023) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/3676
dc.description OLIVEIRA, Lídia Rocha de. Validação clínica dos diagnósticos de enfermagem relacionados ao manejo glicêmico em pessoas com diabetes mellitus tipo 2. 2023. 84 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem ((PPGENF) - Instituto de Ciências da Saúde – ICS, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Redenção, 2023. pt_BR
dc.description.abstract Objetivo: validar clinicamente os diagnósticos de enfermagem relacionados ao manejo glicêmico em adultos e idosos com diabetes mellitus tipo 2. Materiais e métodos: trata-se de um estudo do tipo caso-controle, no qual foi realizada a análise dos fatores de risco dos diagnósticos de enfermagem Risco de Glicemia instável e Risco de Padrão glicêmico desequilibrado e sua relação com a variável de desfecho glicemia instável. Resultados: 107 pacientes com diabetes mellitus tipo 2 participaram do estudo, sendo 60 do grupo caso e 47 do grupo controle. O perfil sociodemográfico evidenciou que a maioria era do sexo feminino (56,8% do grupo caso e 43,2% do grupo controle), com uma média de idade de 57,1 (DP:±11,0) no grupo caso e 62,5 (DP: ±10,4) no grupo controle, pardos (56,3% casos e 43,7% controles), aposentados (46,3% casos e 53,7% controles), casados (64,9% casos e 35,1% controles), com ensino fundamental incompleto (66,0% casos e 34,0% controles) e renda de 1 Salário Mínimo (56,9% casos e 43,1% controles). Quanto às variáveis clínicas e dados antropométricos, destaca-se que a comorbidade hipertensão arterial esteve presente na maior parte dos participantes (52,7% casos e 47,3% controles), o tempo de diagnóstico mediano foi de 5 anos (IIQ: 2– 7,5) para pessoas com glicemia instável e de 3 anos (1 – 10) para aqueles sem o desfecho. Medidas antropométricas de peso e altura foram semelhantes entre os grupos, sendo que o Índice de Massa Corpórea apresentou média de 29,8kg (DP: ±6,8) para o grupo caso e 28,0kg (DP: ±6,9) para o controle. Os fatores de risco dos diagnósticos de enfermagem relacionados ao manejo glicêmico mais prevalentes foram: estresse (47,3% casos e 52,7% controles), atividade física inadequada (57,8% casos e 42,2% controles), baixa adesão ao regime terapêutico (75,9% casos e 24,1% controles), sobrepeso (51,4% caso e 48,6% controle), obesidade (55,6% casos e 44,4% controles), parar tratamento (87,5% casos e 12,5% controles) e conhecimento de sintomas para hipoglicemia (61,5% casos e 38,5% controles). Com relação à associação estatística entre as variáveis sociodemográficas e clínicas: atestouse que a menor idade esteve associada com o desfecho (p=0,008); a cor da pele “outros”, esteve associada com 3,7 vezes mais chances de glicemia instável (Intervalo de Confiança [IC] 95%: 1,06 – 12,97; p=0,040) em relação às pessoas com a pele de cor branca. Por outro lado, possuir o ensino médio completo mostrou redução de 82% das chances do desfecho [IC] 95%: 0,03 – 0,98; p=0,048) em relação a ser analfabeto. Observou-se que, em relação a pessoas com menos de um ano de diagnóstico, aquelas com diagnóstico de 1 a 5 anos apresentaram 4,19 vezes mais chances de ter o desfecho (IC 95%: 1,13 – 17,26; p=0,014) e aquelas com tempo entre 6 a 10 anos apresentaram 5,85 vezes mais chances (IC 95%: 1,32 –27,67; p=0,001). Os fatores de risco “baixa adesão ao regime terapêutico” e “parar o tratamento” estiveram associados com a ocorrência do desfecho glicemia instável, sendo que a presença da “baixa adesão ao regime terapêutico” aumentou em 3,31 vezes as chances de glicemia instável (IC 95%: 1,18 – 10,16; p=0,016) e a variável “parar o tratamento” aumentou em 6,85 vezes as chances de glicemia instável (IC 95%: 1,42 – 64,52; p=0,006). Conclusão: os diagnósticos de enfermagem relacionados ao manejo glicêmico (Risco de glicemia instável e Risco de Padrão glicêmico desequilibrado) foram validados clinicamente em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, atestando importante relação entre as variáveis sociodemográficas, clínicas e os fatores de risco dos diagnósticos e a ocorrência do desfecho da glicemia instável. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Enfermagem - Diagnóstico pt_BR
dc.subject Controle Glicêmico pt_BR
dc.subject Diabetes Mellitus Tipo 2 pt_BR
dc.title Validação clínica dos diagnósticos de enfermagem relacionados ao manejo glicêmico em pessoas com diabetes mellitus tipo 2 pt_BR
dc.type Dissertation pt_BR


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