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As atividades industriais e agrícolas são indicadas como fatores que influenciam nas mudanças climáticas que ocorrem no planeta, pois liberam gases tóxicos para a atmosfera. O presente trabalho objetiva quantificar a variabilidade espacial da temperatura do solo e de plantas de café, e dos atributos químicos do solo em sistema agroflorestal em Redenção-CE. O estudo foi conduzido em um sistema agroflorestal implantado com café (Coffea arabica L.), na Fazenda Experimental Piroás (FEP), propriedade pertencente à Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. As variáveis escolhidas foram submetidas a estatística descritiva dos dados. Em seguida, os dados de temperatura de plantas, temperatura do solo, carbono e fósforo do solo foram submetidos à análise geoestatística por meio da qual foram definidos os modelos da variabilidade espacial para cada variável através do semivariograma. É possível observar que as variáveis de temperatura se ajustaram aos modelos Esférico, Exponencial e Gaussiano, com predominância do modelo esférico e exponencial. Não é possível informar qual modelo matemático melhor se ajustou às variáveis carbono e fósforo devido a presença de efeito pepita puro. Houve dependência espacial apenas para carbono no solo para área de sistema agroflorestal, as demais variáveis apresentaram efeito pepita puro, ou seja, relação efeito pepita-patamar é igual a 100%. O estudo da variabilidade espacial da temperatura do solo, temperatura de plantas, carbono e fósforo do solo por meio da geoestatística, por meio das técnicas de krigagem, se mostrou uma ferramenta efetiva na compreensão da distribuição espacial das variáveis estudadas e pode ser usada como instrumento auxiliador nas tomadas de decisões para a implementação de modelos de manejo do solo e plantas dentro do sistema agroflorestal. |
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