| dc.description.abstract |
Pessoas acometidas de Doença Renal Crônica (DRC) são reconhecidas pela
extinção contínua e irreversível das funcionalidades renais. Com isso é preciso
elaborar sua representação social através de um conjunto das relações no qual está
introduzido, de acordo com as informações, instrumentos e referências que o
envolvem, combatendo o estigma sofrido pelo desenvolvimento da doença onde
esses se mostraram sentirem-se distintos diante da sociedade. Esta pesquisa
justifica-se pela inquietação do pesquisador durante a realização do seu trabalho na
Clínica do Rim em Maracanaú – Ceará. E é nesse contexto que se pretende
compreender como o sujeito com doença renal crônica vive no processo de
estigmatização da doença. A pesquisa bibliográfica foi realizada em Maio e Junho do
ano de 2019, feito uma análise, interpretação e discussão dos estudos, utilizando-se
como referencial teórico, documentos oficiais e produções teóricas de autores que
abordam o tema. Durante a pesquisa inicial foram selecionados 30 artigos, no qual
após análise primária, restaram 24 artigos para análise minuciosa e seleção
daqueles que se enquadravam nos critérios estabelecidos. Após a análise completa
restaram 10 artigos que foram inclusos neste presente trabalho. Os resultados mostraram que as doenças crônicas desclassificam as pessoas, tornando-as motivo de estigmatização. Características pejorativas evidentes fazem com que o portador do estigma, distante do modelo de regularidade, considerem os princípios sociais vigentes de modo a ter insegurança e usar como técnica a exclusão da vida social e
isolamento de práticas que envolvam relação com diferentes indivíduos. Deste modo, podemos concluir que essas apreensões da realidade constituídas através das representações sociais de pacientes com DRC conseguem alcançar cada indivíduo de forma positiva, pois os ensinamentos que trazem conseguem ser de extrema importância para a avaliação do eu e de toda uma dimensão existencial. |
pt_BR |