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A cicatrização da pele possui um passo a passo no seu remodelamento e tais passos
estão presentes a partir da presença de uma inflamação, seguida pela regeneração do
tecido de granulação, re-epitalização, desaparecimento da inflamação e remodelação
da pele. Visto como um processo complexo, a cicatrização tende a ser alvo de
pesquisa para evitar situações complexas para os pacientes. Nesse contexto, houve um
aumento na busca por tecnologias não farmacológicas. Trata-se de um estudo de
revisão integrativa acerca das terapias não farmacológicas para cicatrização. O
descritores usados para a pesquisa foram “Therapeutics”, “Nursing Care” e “Wound
Healing”, “Terapêutica”, “Cuidados de Enfermagem” e “Cicatrização de Feridas”
atrelado ao operador “AND/E” em cinco bases de dados nacionais e Internacionais,
em inglês, português e espanhol, atemporal. Dez artigos foram escolhidos para compor
essa revisão. Os artigos foram divididos em três (3) tópicos: Produtos Naturais;
Tecnologias Duras; Estratégias de Autogestão. Tecnologias duras (vistas com a
presença de terapia a LASER, pressão negativa, jato por pressão em um dispositivo,
terapia de compressão e terapia hiperbárica) são predominantes no uso para
cicatrização (80%), enquanto Terapias Naturais (com predominância de mel e azeite)
(20%) e autogestão (visto com exercícios diários em membros inferiores) (20%)
aparecem menos. É visto na revisão que existe uma condição de mudança para o
cenário de terapias, com domínio crescimento da não farmacológica. O estudo revisou
diversas tecnologias que são aplicadas diariamente e algumas indicam que é
necessário mais estudo para seu uso. Mesmo assim, deve-se levar em conta valor
aplicado, uso junto à necessidade e tempo. |
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