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O fim do Ensino Médio representa, para alguns sujeitos, o ingresso no Ensino
Superior; no entanto, para outros, esta é apenas uma das diversas possibilidades a se seguir após
o fim dessa etapa. Nesse momento, há relevantes mudanças no estilo de vida dos alunos, um
importante aumento do excesso de estresse e ansiedade, entre outras psicopatologias
importantes. Este trabalho é uma revisão integrativa da literatura cuja questão de pesquisa é: o
que dizem os estudos mais recentes e constantes em literatura especializada, produzidos entre
os anos de 2016 e 2021, sobre as relações entre 1) ansiedade e alunos do Ensino Médio e 2)
ansiedade e alunos em fase vestibular? A fim de alcançar uma discussão que possibilite
respostas a esta pergunta, foram filtrados artigos com textos completos, em língua portuguesa
e revisados por pares que investigassem as relações estabelecidas no problema. A seleção dos
artigos ocorreu a partir das seguintes bases de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e
Scientific Electronic Library Online (SciELO). Selecionou-se artigos publicados nos anos de
2016 a 2021. Após a aplicação dos critérios de inclusão (filtros e palavras-chaves) e exclusão,
chegou-se à delimitação do corpus, que corresponde a 6 artigos. Analisou-se, pois, como os
artigos de cada grupo temático contribuem para se alcançar uma visão multifacetada a respeito
da ansiedade em alunos do Ensino Médio, que vai da mensuração dos níveis de tal patologia à
discussão das possibilidades de tratamento. Os dados analisados permitem considerar que a
etapa do Ensino Médio, especialmente o processo do vestibular, pode causar diversos
sentimentos entre os alunos, como medo, angustia, euforia, preocupação excessiva, o que
possibilita elevar os níveis de ansiedade dos discentes. Notou-se a prevalência de ansiedade
patológica no sexo feminino, em alunos de séries mais avançadas e que estão em cursinhos
preparatórios por maior quantidade de tempo. |
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