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LAURENCE, Leonildo Dias. Análise dos projetos e acordos de energias para suprimento de demanda na guiné bissau. 2021.55f. Monografia - Curso de Engenharia de Energias, Instituto de Engenharias e Desenvolvimento Sustentável, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2021. |
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A matriz energética mundial é constituída na sua maioria por fontes convencionais de energias,
principalmente petróleo e carvão mineral. Essas fontes liberam muito CO2 na atmosfera e outros
gases que destroem a camada de ozônio. Por essa razão, organizações internacionais como as
Nações Unidas, União Europeia, CEDEAO estão preocupados com o meio ambiente e às
mudanças climáticas e estão estabelecendo metas e medidas para mais energias renováveis e
sustentáveis na matriz energética mundial, através dos países membros.
Neste contexto, analisar os projetos e programas de implementação de energias renováveis é
muito importante, pois permite acompanhar os esforços dos países como a guine Bissau em
atingir a meta estabelecida por essas organizações e fazer a correção se for preciso para que os
países se alinham a proteger o meio ambiente. Este trabalho teve como objetivo geral analisar
os projetos e acordos de energia elétrica na Guiné-Bissau principalmente o projeto de energia
de OMVG para atender as necessidades básicas da população de forma direta ou indireta. A
Guiné Bissau tem projetos bons de energias renováveis, para melhoramento da sua matriz
elétrica que é quase constituída por fontes não renováveis (99%), especificamente centrais
térmicos a diesel, deixando-a mais sustentável e diversificável. A realização destes projetos,
principalmente a da OMVG ajudara a Guiné-Bissau a atingir as suas metas para 2030 sobre
energias renováveis. O projeto energia OMVG tem vários benefícios para Guiné-Bissau, como
a disposição na rede OMVG de 26 MW de potência, aumento de taxa de acesso a eletricidade
para 81% considerando a nova rede nacional, um sistema de compartilhamento de energia
elétrica com Senegal, Guiné Conacri e Gâmbia, com possibilidade de uma futura conexão com
outros países da costa ocidental de África. |
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