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Este trabalho tem como objetivo geral trazer uma análise sobre o papel das organizações de
sociedade civil no combate à prática do casamento forçado da camada juvenil na Guiné-Bissau
entre os anos de 2020 a 2024. Assim, analiso de que forma as organizações de sociedade civil
junto ao governo estão desenvolvendo medidas para combater a prática de casamento forçado
na Guiné-Bissau. Para compreender melhor o casamento forçado precoce na Guiné Bissau
atualmente, será utilizado a metodologia da pesquisa qualitativa e entrevista semiestruturada,
realizadas presencial e online com líderes de algumas organizações. Também irei aplicar
questionários às jovens fulas, Balanta e Papéis de 18 a 25 anos do sector de Buba, permitindo
a interação com o grupo alvo (que são as pessoas vítimas do casamento precoce/forçado), e
outras organizações relevantes no combate a prática de casamento forçado precoce. Para
realização deste estudo foi feita a revisão bibliográfica, com leitura exploratória de livros, teses,
monografias e dissertações. Também foi realizada pesquisas nas redes sociais durante três
meses, em particular rádio jovem, rádio sol mansi (no Facebook). Partindo disso, foram
identificadas as seguintes organizações: associação dos amigos das crianças e RCJJ,
parlamento infantil e cruz vermelha no combate ao casamento forçado precoce. Portanto, a
partir desta pesquisa espera-se contribuir de uma forma mais precisa ou positiva para a
minimização da prática de casamento forçado/precoce. E também pretende-se dialogar com
diferentes organizações como: UNICEF, RCJJ, ONU, FNUAP, ONG entre outros movimentos
como no caso de movimento" mindjer i Ka tambur", para enfatizar a quão urgente e necessário
o abandono desta prática para preservar a saúde física/mental das vítimas desta prática. |
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