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A salinidade da água de irrigação afeta negativamente o desempenho
agronômico das culturas agrícolas. No entanto, a adubação potássica pode atenuar o
estresse salino e maximiza o desempenho agronômico da cultura do amendoim. Sendo
assim, objetivou-se avaliar o efeito da adubação potássica e do estresse salino no
desempenho agronômico da cultura do amendoim. O experimento foi realizado no
período de fevereiro a maio de 2023, na área experimental da Unidade de Produção de
Mudas Auroras (UPMA), pertencente à Universidade da Integração da Lusofonia Afro-
Brasileira (UNILAB), Redenção, Ceará. O delineamento experimental utilizado foi
inteiramente casualizado (DIC) em arranjo fatorial 5 × 2, com 5 repetições, onde o
primeiro fator corresponde a cinco doses de potássio (D1= 0 kg ha-1
; D2= 12,5 kg ha-1
;
D3= 25 kg ha-1
; D4= 37,5 kg ha-1
e D5=50 kg ha-1
), correspondentes a 0, 25, 50, 75 e
100% da recomendada e o segundo fator as águas de irrigação (A1 – 0,8 dS m-1
e A2 –
4,0 dS m-1
). Aos 85 dias após semeadura (DAS), foram analisadas as seguintes variáveis:
massa da vagem, comprimento das vagens, diâmetro da vagem, número de vagens,
produtividade e a eficiência do uso da água. O aumento das doses de potássio associada
a água de baixa salinidade proporcionou um incremento no diâmetro da vagem,
comprimento da vagem e no número de vagem da cultura do amendoim, porém, reduz
com água de alta salinidade. O estresse salino afetou negativamente o desempenho da
cultura do amendoim quanto a massa da vagem, a produtividade e a eficiência do uso da
água. |
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