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Prevalencia da infecção do tarto urinário na gestação como fator da identificação de sepse neonatal em uma maternidade de Fortaleza

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dc.contributor.author Lima, Fabiane Pereira de
dc.date.accessioned 2025-05-20T18:36:41Z
dc.date.available 2025-05-20T18:36:41Z
dc.date.issued 2020-01-10
dc.identifier.citation LIMA, F. P. (2020) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/6851
dc.description LIMA, Fabiane Pereira de. Prevalencia da infecção do tarto urinário na gestação como fator da identificação de sepse neonatal em uma maternidade de Fortaleza. 2020.11f. TCC - Curso de Especialização em Saúde Da Família, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2020. pt_BR
dc.description.abstract A Infecção do Trato Urinário (ITU) caracteriza-se como a forma mais comum de infecções bacterianas, sendo que a prevalência de bacteriúria assintomática, acomete entre 17% e 20% das gestantes em algum momento da gestação. Se não tratada de forma adequada, pode acarretar danos ao Recém-nascido (RN) tais como parto prematuro, baixo peso ao nascimento e sepse neonatal. O objetivo do estudo foi investigar a presença da infecção urinária nas gestantes correlacionando-a como fator de risco, de origem materna, para o diagnóstico de sepse neonatal, conforme o protocolo de Critérios Diagnósticos de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde em Neonatologia, em vigência proposto pela ANVISA. Para obtenção dos dados um estudo observacional, exploratório, de base documental foi realizado, onde os prontuários das mães dos neonatos foram utilizados como instrumento de análise. A pesquisa foi submetida à Plataforma Brasil e aprovada conforme parecer de número 1.471.771 e pelo Comitê de Ética em Pesquisa da MEAC. Foi observado que 30,80% das gestantes em estudo na Maternidade escola Assis Chateubriand apresentaram infecção do trato urinário (ITU), 20,50% ruptura de membrana superior a 18 horas e 5,20% corioamnionite, isolados ou em associação. Estes foram inseridos nos critérios clínicos de classificação para o tratamento de sepse precoce. Acerca do tratamento, observou-se que das 23 puérperas diagnosticadas com ITU, apenas 10 realizaram o tratamento adequadamente enquanto que 13 puérperas tiveram o tratamento classificado como inadequado, seja por tratamento sem controle ou início após o parto. Observou-se ainda que 5 puérperas com ITU não trataram a enfermidade. Enfatiza-se a ITU tratada inadequadamente como um fator de origem materna de alta relevância no diagnóstico, influenciando diretamente na conduta medicamentosa da Sepse neonatal. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Gestante pt_BR
dc.subject Infecção pt_BR
dc.subject Recém-nascido pt_BR
dc.subject Trato urinário pt_BR
dc.title Prevalencia da infecção do tarto urinário na gestação como fator da identificação de sepse neonatal em uma maternidade de Fortaleza pt_BR
dc.type Article pt_BR


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