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SILVA, Samia Lima. Análise comparativa das traduções para o inglês e o português do
capítulo 37 do livro bíblico protestante de Gênesis. 2025, 32f. Monografia - Curso de Língua Inglesa, Instituto de Linguagens e Literaturas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025. |
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Este trabalho se propõe a realizar a comparação entre as versões bíblicas, sendo elas, a
versão do Rei James em inglês (BKJ) a Nova versão internacional (NVI) e a versão João
Ferreira de Almeida, revista e corrigida (ARC) duas versões em português e uma em
inglês, analisando os versículos do capítulo 37 de Gênesis, o primeiro livro da Bíblia que
foi escrito originalmente em hebraico, focando principalmente nas diferenças de
linguagem e de significado entre as versões, a pesquisa será realizado por meio de versões
bíblicas da religião protestante. O livro Gênesis conta, entre outras, a história de um jovem
chamado José, filho de um homem chamado Jacó, que tinha 12 filhos. José era o filho
mais novo, sendo o mais querido do pai, o que causava inveja em seus 11 irmãos. O
capítulo escolhido foi o 37 que é onde se desenrola a história do jovem, que, como
consequência da inveja de seus irmãos, é vendido para mercadores de escravos
midianitas, que vendem o jovem para um homem chamado Potifar, oficial de Faraó e
capitão da guarda na terra do Egito. A escolha do capítulo, que é composto de 36
versículos, se deu pela popularidade da história que é bastante conhecida entre os
protestantes, além disso, é possível fazer uma comparação entre as versões de uma
maneira mais precisa por meio deste livro. Observou-se que há grande similaridade entre
as três versões, tanto em termos de uso lexical quanto de estrutura da linguagem - 14 dos
36 versículos são congruentes. Quanto ao lexical, a escolha por alguns termos e sua
consequente variação semântica chamou a atenção em alguns casos como “poço/cova/pit”
e o uso do verbo “pray” em BKJ. Observou-se, por fim, que a NVI propõe, em linhas
gerais, uma tradução mais direta, clara e acessível a um público-alvo contemporâneo,
tanto em termos da estrutura empregada, quanto dos próprios traços gráficos editoriais,
por exemplo, ao empregar consistentemente o uso de aspas para destacar e separar as falas
diretas de personagens. |
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