DSpace Repository

Polinização e visitantes florais da cultura da chia (Salvia hispanica Linesnaeus 1753) em Redenção no estado do Ceará

Show simple item record

dc.contributor.author Azevedo, José Valdir Alves
dc.date.accessioned 2025-08-22T18:13:53Z
dc.date.available 2025-08-22T18:13:53Z
dc.date.issued 2024-07-12
dc.identifier.citation AZEVEDO, J. V. A. (2024) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7378
dc.description AZEVEDO, José Valdir Alves. Polinização e visitantes florais da cultura da chia (Salvia hispanica Linesnaeus 1753) em Redenção no estado do Ceará. 2024. 21f. TCC - Curso de Agronomia, Instituto de Desenvolvimento Rural, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-CE, 2024. pt_BR
dc.description.abstract Este estudo tem como objetivo indicar os potenciais polinizadores da chia (Salvia hispanica L.), a partir do entendimento sobre sua biologia floral, requerimentos de polinização, testes de polinização controlada e observação dos comportamentos dos visitantes florais, cultivada no semiárido do município de Redenção–CE. Os resultados demonstraram que as flores da Chia iniciam o processo de antese por volta das 5:00h, murchando nos períodos noturnos e voltando a abrir nos dias seguintes. As flores estão dispostas em inflorescências retas verticais, iniciando a abertura da base para o ápice, com uma média de 32 flores/inflorescência e em média 4 flores abertas por dia/inflorescência. As flores da chia apresentam receptividade estigmática durante todo o primeiro dia de abertura floral, de forma que já no início da abertura (5:00h) a estrutura já estava receptiva e se mantendo em valores máximos até as 11:00h, declinando ao longo da tarde, atingindo os menores valores no final da tarde (17:00h). Logo no primeiro dia de abertura floral, as flores já dispõem de pólen, inicialmente em pequenas quantidades, aumentando até atingir o ápice da liberação de pólen por volta das 9:00. A partir de então diminui e se mantém até o final da tarde. Os resultados mostraram que o tratamento T1 (polinização livre) teve uma média de 1,02 sementes produzidas por flor, com um desvio padrão de aproximadamente 0,94, enquanto os demais tratamentos:T2:Polinização manual com pólen da própria planta (autopolinização); T3:Polinização manual cruzada com pólen de outras plantas da mesma cultivar; T4:Polinização restrita com saco de filó, não produziram nenhuma semente. No entanto, mais estudos precisam ser desenvolvidos no sentido de compreender melhor a eficiência de polinização de cada espécie dessa nas flores da chia. De toda forma, a descoberta dessas espécies de abelhas como potenciais polinizadoras abre uma possibilidade para uso delas em programas de polinização da cultura, até mesmo se for cultivada em casas de vegetação. Os estudos da biologia e requerimentos de polinização em flores da chia para o primeiro dia de antese indicam a necessidade de agentes para a polinização cruzadas. As abelhas Plebeia aff. flavocincta (Jatí), Scaptotrigona aff. depilis (Canudo) e Frieseomelitta varia (Moça Branca) introduzidas na cultura da chia apresentaram um comportamento de potenciais polinizadores. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Cultura da chia pt_BR
dc.subject Polinização agrícola pt_BR
dc.subject Meliponicultura pt_BR
dc.subject Abelhas nativas sem ferrão pt_BR
dc.title Polinização e visitantes florais da cultura da chia (Salvia hispanica Linesnaeus 1753) em Redenção no estado do Ceará pt_BR
dc.type Article pt_BR


Files in this item

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Search DSpace


Advanced Search

Browse

My Account

Statistics