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Caminhos transversos: pluralidades e resistências transmasculinas

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dc.contributor.author Sampaio, Michel Vincent de Oliveira
dc.date.accessioned 2025-11-24T14:17:48Z
dc.date.available 2025-11-24T14:17:48Z
dc.date.issued 2019-09-04
dc.identifier.citation SAMPAIO, M. V. O. (2019) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7593
dc.description SAMPAIO, Michel Vincent de Oliveira. Caminhos transversos: pluralidades e resistências transmasculinas. 2019. 26f. Outros - Curso de Humanidades, Instituto de Humanidades, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2019. pt_BR
dc.description.abstract O objetivo deste relatório fílmico é apresentar através de narrativas (auto)etnográficas e etnográficas o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) realizado em formato audiovisual, intitulado: Caminhos Transversos: Pluralidades e Resistências Transmasculinas. É um trabalho que passeia por falas de três interlocutores em suas vivências transmasculinas antes, durante e após o processo de transição de gênero. Processos esses, que se intercruzam em diferentes momentos de suas narrativas. Experiências plurais que se interseccionam expondo possibilidades de enfrentamentos e resistências diferenciados. As potencialidades trazidas por esses três homens trans e analisadas pelo pesquisador que também está imerso em um contexto similar na sua individualidade, busca evidenciar numa percepção mais profunda, todos os embates e as lutas numa vivência social que normaliza e institucionaliza exclusões de corpos que não reforçam à norma compulsoriamente “destinada” ao nascer, como são os corpos transgêneros em suas trajetórias ao encontro de suas identidades. A reflexão pautada no audiovisual, busca evidenciar essas transvivências, bem como denunciar o cisseximo que distancia, exclui, expulsa, violenta, dilacera e assassina as transgeneridades. Nesse trabalho é abordado especificamente apenas as vivências transmasculinas que são demasiadas invisíveis, mas quem existem, resistem e trazem à tona um emaranhado de visões acerca das normatizações cisgêneras que segregam e exotificam sujeitos considerados fora da norma. É perceptível também a necessidade de fuga dessa masculinidade tóxica hegemônica e cisgênera, projetando para as masculinidades trans, possibilidades positivas de performar novas masculinidades. Sendo assim, os interlocutores abordam assuntos diversos e denunciam estruturas de violência e poder sobre seus corpos. Seja em escolas, universidades, mercado de trabalho, na maioria dos lugares da sociedade, a cisgeneridade é apontada como normatividade naturalizada. E quando essas questões atravessam e interseccionam-se entre questões de classe e raça, isso fica ainda mais evidente. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Transmasculinidades pt_BR
dc.subject Transvivências pt_BR
dc.subject Pluralidades trans pt_BR
dc.subject Educação pt_BR
dc.title Caminhos transversos: pluralidades e resistências transmasculinas pt_BR
dc.type Other pt_BR


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