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A interação entre ambiência agrícola e substratos alternativos pode atenuar o
estresse salino em mudas de abobrinha. Com base nisso, o objetivo deste trabalho foi
avaliar a produção de mudas de abobrinha irrigadas com águas salinas e cultivadas em
diferentes tipos de ambientes e substratos. O delineamento experimental foi o
inteiramente casualizado, utilizando esquema de parcelas subsubdivididas, sendo a
parcela os três ambientes de cultivo (AM1=pleno sol; AM2=telado vermelho com 50%
de sombreamento; AM3=telado preto com 50% de sombreamento), a subparcela os três
substratos (SB1= biocarvão + solo - 1:1; SB2= casca de arroz carbonizado + solo - 1:1,
SB3= esterco bovino + solo - 1:1) e a subsubparcela as duas águas de irrigação (AI1=0,8
e AI2=2,5 dS m-1
), com quatro repetições de vinte e cinco sementes. As variáveis
analisadas foram: porcentagem de emergência (PE), índice de velocidade de emergência
(IVE), tempo médio de emergência (TME), velocidade média de emergência (VME),
diâmetro do caule (DC), altura de plântula (AP), comprimento da raiz (CR), massa seca
da parte aérea (MSPA), massa seca da raiz (MSR) e massa seca total (MST). O ambiente
AM3 apresentou melhores condições para as variáveis: Porcentagem de emergência,
índice de velocidade de emergência e velocidade média de emergência. Já o ambiente
AM2 apresentou melhores condições para a variável tempo médio de emergência com a
utilização dos substratos SB2 e SB3 independente da salinidade da água de irrigação. O
substrato SB3 apresentou melhores condições de crescimento para as variáveis: Altura de
plântula, diâmetro do caule, massa seca da parte aérea e massa seca total. O substrato SB2
proporcionou melhores condições para a variável massa seca da raiz. |
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