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Hanseníase e relações de gênero: como homens e mulheres vivenciam o adoecimento e o papel das políticas públicas no combate ao estigma

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dc.contributor.author Lima, Raquel de Lima
dc.date.accessioned 2026-02-24T18:50:20Z
dc.date.available 2026-02-24T18:50:20Z
dc.date.issued 2025-12-01
dc.identifier.citation SiLVA, R. L. (2025) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7785
dc.description SILVA, Raquel de Lima. Hanseníase e relações de gênero: como homens e mulheres vivenciam o adoecimento e o papel das políticas públicas no combate ao estigma. 2025. 26f. TCC - Curso de Administração Pública, Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025. pt_BR
dc.description.abstract A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que afeta principalmente a pele, os nervos periféricos, as mucosas e os olhos e no Brasil ainda representa um importante problema de saúde pública. Essa pesquisa tem como objetivo identificar e analisar os desafios enfrentados por mulheres e homens diagnosticados com hanseníase. E também apresentar a história do Memorial Leprosaria Canafístula na Região do Maciço do Baturité; apresentar os dados epidemiológicos do estado do Ceará sobre hanseníase na última década e identificar e analisar a importância das Políticas Públicas para ajudar no combate do estigma acarretado pela doença. A metodologia desta pesquisa é uma abordagem mista, usando análise quantitativa e qualitativa, foram utilizados depoimentos e relatos de diversas pesquisas para analisar suas vivências. Os resultados mostram que as mulheres vivenciam a hanseníase com forte impacto emocional e social, marcado por medo da rejeição, alterações na autoestima devido ao tratamento, sobrecarga doméstica e dificuldades profissionais. Já os homens tendem a buscar tardiamente atendimento, influenciados pela construção da masculinidade, enfrentando também limitações físicas que afetam o trabalho, inseguranças relacionadas à sexualidade e menor adesão ao tratamento. Conclui-se que superar a hanseníase exige, além do tratamento medicamentoso, estratégias que promovam educação em saúde, diagnóstico precoce, inclusão social e enfrentamento das desigualdades de gênero, para garantir cuidado mais humano, integral e equitativo às pessoas acometidas. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Hanseníase pt_BR
dc.subject Políticas públicas pt_BR
dc.subject Gênero pt_BR
dc.title Hanseníase e relações de gênero: como homens e mulheres vivenciam o adoecimento e o papel das políticas públicas no combate ao estigma pt_BR
dc.type Article pt_BR


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