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Suporte Social e Adesão terapêutica anti-hipertensiva na Atenção Primária à Saúde

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dc.contributor.author Martins, Maria Karoline Sampaio
dc.date.accessioned 2026-04-01T18:26:00Z
dc.date.available 2026-04-01T18:26:00Z
dc.date.issued 2025-05-28
dc.identifier.citation MARTINS, M. K. S. (2025) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7836
dc.description MARTINS, Maria Karoline Sampaio. Suporte Social e Adesão terapêutica anti-hipertensiva na Atenção Primária à Saúde. 2025. 59f. TCC - Curso de Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025. pt_BR
dc.description.abstract Introdução: A literatura aponta que o suporte social percebido e recebido influencia o comportamento do paciente em relação à adesão ao tratamento anti-hipertensivo, mas essa relação não está bem descrita. Objetivos: Analisar a relação entre suporte social e adesão terapêutica anti-hipertensiva na atenção primária à saúde. Método: Estudo de método misto realizado entre dezembro de 2024 e março de 2025 com pessoas com hipertensão arterial de três Unidades Básicas de Saúde. Na primeira fase, aplicaram-se os questionários validados QATHAS e LSNS-6 para mensurar a adesão terapêutica e o suporte social, respectivamente, seguida por análise estatística descritiva. Enquanto na segunda etapa, foram realizadas entrevistas e construção de ecomapas, para compreensão das redes de apoio de alguns dos participantes, sendo realizada a análise de conteúdo, proposta por Bardin. Todas as diretrizes éticas foram respeitadas. Resultados: Participaram da primeira etapa 74 pessoas, na maioria mulheres (67,6%), com idade entre 60-69 anos e renda de até um salário mínimo (68,9%). A maioria tinha baixa escolaridade e risco moderado de isolamento social. A adesão ao tratamento anti-hipertensivo foi alta (63,51%), mas apenas 2,7% atingiram a adesão ideal. Na segunda etapa, foram entrevistadas 10 pessoas e foi evidenciado que redes de apoio como UBS e igrejas são importantes, entretanto barreiras estruturais dificultam a adesão. Pelos ecomapas identificaram-se falhas na comunicação e no cuidado, ressaltando a necessidade de políticas intersetoriais e estratégias culturais específicas. Conclusão: A adesão terapêutica anti-hipertensiva é multifatorial, influenciada por aspectos socioeconômicos, relacionais e institucionais. Mesmo com a presença de redes de apoio, barreiras estruturais e de comunicação limitam sua efetividade. A predominância de idosos vulneráveis evidencia a necessidade de estratégias intersetoriais e culturalmente sensíveis. Conclui-se então a importância de abordagens integradas que consideram o território e as complexidades psicossociais. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Atenção primária à saúde pt_BR
dc.subject Suporte social pt_BR
dc.subject Anti-hipertensivos pt_BR
dc.subject Cooperação pt_BR
dc.subject Adesão ao tratamento pt_BR
dc.title Suporte Social e Adesão terapêutica anti-hipertensiva na Atenção Primária à Saúde pt_BR
dc.type Monograph pt_BR


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