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Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, as
evidências disponíveis sobre o uso da aromaterapia pela enfermagem no manejo da
ansiedade, do estresse e da insônia em diferentes contextos clínicos e ocupacionais. Foram
consultadas as bases de dados PubMed, LILACS e SciELO, abrangendo publicações entre
2018 e 2024, com seleção criteriosa de dezoito estudos originais. Os achados revelaram
efeitos terapêuticos consistentes associados ao uso de óleos essenciais como lavanda,
bergamota, gerânio e rosa, cujas propriedades químicas atuam sobre o sistema límbico e
promovem respostas neurofisiológicas de relaxamento e regulação emocional. A
intervenção demonstrou benefícios em pacientes oncológicos, mulheres climatéricas,
indivíduos em período pós-operatório, profissionais de enfermagem submetidos a
sobrecarga laboral e cuidadores informais. Além da eficácia clínica, destaca-se o papel
estratégico da enfermagem na mediação das práticas integrativas, conduzidas com base em
conhecimento técnico e escuta sensível. Apesar das evidências favoráveis, a revisão apontou
limitações metodológicas em parte dos estudos, como amostras reduzidas e heterogeneidade
nos protocolos. Conclui-se que a aromaterapia representa uma ferramenta válida e
promissora na prática da enfermagem, alinhada aos princípios do cuidado humanizado,
integral e baseado em evidências, especialmente no enfrentamento de sintomas
psicoemocionais. |
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