Resumo:
O presente artigo explora a representação da violência colonial e as diversas formas
de resistência cultural na literatura pós-colonial, com foco no conto The Headstrong
Historian, de Chimamanda Ngozi Adichie (2009). Dialogando com autores como Frantz Fanon
(1968), Ngũgĩ wa Thiong‟o (2020), Stuart Hall (2006), Gayatri Spivak (1988), Paul Gilroy
(2001), Achille Mbembe (2018), Albert Memmi (1967), Paulo Freire (1970) e Edward Said
(2007), busca-se analisar como a imposição cultural e linguística do colonizador afeta a
identidade dos povos colonizados e como a literatura se torna um espaço de resgate da
memória e reafirmação identitária. A metodologia empregada é a pesquisa bibliográfica com
abordagem analítica, visando compreender as complexas relações entre poder, cultura e
identidade no contexto pós-colonial. O estudo conclui que a literatura pós-colonial não
apenas denuncia as violências do passado, mas atua como uma ferramenta ativa de
descolonização, reconstruindo narrativas e fortalecendo identidades na contemporaneidade.
Descrição:
FIJAMO, Dino Acácio. Violência colonial e resistência cultural na literatura pós-colonial: um diálogo com Chimamanda Ngozi Adichie e teóricos da descolonização. 2025. 17f. TCC - Curso de Língua Inglesa, Instituto de Linguagens e Literaturas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025.