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| dc.contributor.author | Gomes, Francisca Beatriz de Lima | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-11T19:08:42Z | |
| dc.date.available | 2026-08-11T19:08:42Z | |
| dc.date.issued | 2026-06-02 | |
| dc.identifier.citation | GOMES, F B. L. (2025) | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8137 | |
| dc.description | GOMES, Francisca Beatriz de Lima. Avaliação da frequência e riscos dos corantes presentes em sucos industrializados disponíveis nos supermercados de Redenção-CE. 2025. 25f. TCC - Curso de Farmácia, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção-Ceará, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Este estudo, de natureza transversal e abordagem quali e quantitativa, tem como objetivo avaliar a presença de corantes em sucos industrializados comercializados na cidade de Redenção (CE), sua frequência de utilização tanto no geral quanto em uma análise por grupo de sucos e a conformidade das informações descritas nos rótulos com a legislação vigente. Além disso, buscou-se refletir sobre os possíveis efeitos adversos à saúde. A coleta de dados foi realizada por meio da análise dos rótulos de sucos industrializados disponíveis em 4 supermercados locais. Ao todo, foram analisados 98 rótulos, pertencentes a 11 fabricantes distintos. A avaliação revelou a presença de 15 tipos diferentes de corantes, tanto naturais quanto artificiais. A análise de 98 rótulos de sucos ndustrializados ndustrializados revelou que os corantes artificiais foram predominantes, presentes em 61% das amostras, enquanto apenas 13% usavam corantes naturais e 2% combinavam ambos. Cerca de 24% dos produtos não apresentavam nenhum tipo de corante. Nos sucos em pó (n=54), todos continham corantes artificiais, sendo mais comuns o dióxido de titânio (24,38%), a tartrazina (17,41%), o amarelo crepúsculo FCF (16,92%) e o vermelho 40 (10,95%). Já nos sucos em caixa (n=44), 52% não tinham corantes, 30% apresentavam naturais, 14% artificiais e 4% combinavam os dois tipos. Em relação à quantidade por rótulo, 35,7% dos produtos possuíam três corantes, com destaque para os sucos em pó, nos quais 59% seguiam esse padrão. Entre os sabores, laranja e uva apresentaram as maiores médias de corantes por produto (2,2 e 2,0, respectivamente). Os fabricantes E, G, H e I se destacaram no grupo de sucos em pó, com médias entre 3,0 e 3,3, utilizando apenas corantes artificiais. Nos sucos em caixa, os fabricantes J (2,0) e B (1,6) tiveram as maiores médias, sendo que B combinava corantes naturais e artificiais. Por outro lado, os fabricantes A e C usaram apenas naturais e F e K não adicionaram corantes. Observouse, portanto, que os sucos em pó concentram o uso de corantes artificiais, enquanto os sucos em caixa apresentaram maior diversidade de estratégias na composição. A exposição contínua a corantes artificiais pode desencadear efeitos adversos, como reações alérgicas, rinite e alterações comportamentais, como hiperatividade. No entanto, os corantes naturais ainda apresentam desvantagens como maior instabilidade e custo elevado. Diante disso, representa um desafio para a indústria alimentícia, para buscar alternativas naturais aos corantes artificiais. Espera-se que os resultados deste estudo contribuam para o debate sobre o uso de corantes artificiais, incentivando escolhas alimentares mais seguras e a adoção de práticas regulatórias mais rigorosas em benefício da saúde pública. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Corantes alimentícios | pt_BR |
| dc.subject | Alimentos industrializados | pt_BR |
| dc.subject | Efeitos adversos | pt_BR |
| dc.subject | Dióxido de titânio | pt_BR |
| dc.title | Avaliação da frequência e riscos dos corantes presentes em sucos industrializados disponíveis nos supermercados de Redenção-CE | pt_BR |
| dc.type | Article | pt_BR |