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dc.contributor.authorTuré, Mariama-
dc.date.accessioned2023-07-10T19:20:31Z-
dc.date.available2023-07-10T19:20:31Z-
dc.date.issued2023-02-02-
dc.identifier.citationTURÉ, M. (2023)pt_BR
dc.identifier.urirepositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/3579-
dc.descriptionTURÉ, Mariama. As interferências léxico-semânticas do guineense em entrevistas radiofônicas e televisivas na Guiné-Bissau. 2023. 72 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2023.pt_BR
dc.description.abstractA Guiné-Bissau é um país africano situado na Costa Ocidental banhado pelo Oceano Atlântico, constituído por mais de 20 grupos étnicos tendo a língua guineense (comumente chamada de kriol) como uma língua franca e da maioria da população, ou seja, uma língua conhecida como a língua da unidade nacional. O país foi colônia portuguesa, tendo alcançado a sua independência em 24 de setembro de 1973 assim sendo o português como língua oficial. A mídia local (radiofônica, televisiva ou escrita) valoriza o português como a língua de comunicação oficial entre as diferentes etnias e com o mundo. Este trabalho procura conhecer as características dessas interferências que partem da língua guineense para o português falado. As razões desse fenômeno se justificam pela fraca aquisição do português, assim como pela qualidade da alfabetização desenvolvida que se baseia no ensino da gramática do português Europeu. Esta pesquisa debate a variabilidade da língua (Labov, 2008), das questões da norma-padrão (Bagno, 2010; Faraco, 2008) e estudos do Léxico (Biderman, 2010; Alves, 2013, Timbane, 2012). Trata-se de uma pesquisa de campo que por meio de 114 gravações de entrevistas da rádio Galáxia de Pindjiguite, rádio Nacional e da Televisão da Guiné-Bissau, se concluiu que os guineenses não falam como portugueses, muito menos que brasileiros. Os materiais de pesquisa tiveram a duração de 331 minutos no total. Os áudios foram ouvidos um por um analisando minuciosamente os fenômenos. As interferências lexicais são comuns na fala dos guineenses passando o léxico de guineense para português. Os sentidos das palavras variam a depender da concepção das práticas das línguas locais. Da pesquisa se percebe que para além dos empréstimos do kriol, há outras unidades lexicais provenientes das línguas bantu. A variedade guineense do português é real e perceptível na fala dos guineenses e o importante seria criar condições para que haja um dicionário que possa ajudar os alunos na identificação dessas unidades lexicais. A pesquisa busca conhecer as razões de interferência de uma língua para outra, no caso, o de guineense para o português. Um trabalho com base nos dados partir das gravações que também foram ouvidas atentamente para que consigamos o nosso resultado final. Da pesquisa se conclui que há interferências da língua guineense no português falado na Guiné-Bissau. Esse fenômeno ocorre porque os contextos sociolinguísticos influenciam diretamente na variabilidade do português influenciando nos aspectos fonológicos, semânticos, sintáticos e lexicais.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectGuiné-Bissaupt_BR
dc.subjectLéxicopt_BR
dc.subjectInterferênciaspt_BR
dc.subjectPortuguêspt_BR
dc.titleAs interferências léxico-semânticas do guineense em entrevistas radiofônicas e televisivas na Guiné-Bissaupt_BR
dc.typeMonographpt_BR
Appears in Collections:Monografias - Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa (São Francisco do Conde)

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