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https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7995Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Chiulele, Eugénio Eurico | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-11T14:59:46Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-11T14:59:46Z | - |
| dc.date.issued | 2025-11-18 | - |
| dc.identifier.citation | CHIULELE, E. E. (2025) | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7995 | - |
| dc.description | CHIULELE, Eugénio Eurico. Pós-humanidade negra: quando a ontologia africana deixa de responder ao ocidente e começa a fundar outro mundo. 2025. 43 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O presente trabalho investiga a pós-humanidade negra como horizonte ontológico alternativo à forma-homem moderna, compreendendo que a modernidade ocidental instituiu o “humano” como tecnologia de fronteira e, nesse gesto, produziu o negro como impossibilidade ontológica. Fundamentado nas obras de Frantz Fanon, Sylvia Wynter, Achille Mbembe, Denise Ferreira da Silva e Zakiyyah Iman Jackson, o estudo demonstra que o paradigma moderno se sustenta por uma lógica de separabilidade que define o ser a partir da exclusão. Diante disso, as ontologias africanas como as tradições Bantu (ntu/ubuntu), Yorùbá (orí/àṣẹ) e Akan (pessoa-em-devir) — oferecem um regime alternativo de existência no qual o ser é relacional, a potência é compartilhada e a ancestralidade é operante. A pesquisa adota uma metodologia teórico-filosófica e afrocêntrica, compreendendo que descolonizar o pensamento exige recuperar o poder de nomear e habitar o mundo desde as próprias tradições africanas. A pós-humanidade negra, portanto, não é uma reivindicação de inclusão, mas a restituição de um fundamento civilizatório: um modo de mundo em que a vida não é medida pelo humano moderno, mas afirmada como multiplicidade ontológica. Conclui-se que pensar a partir das ontologias africanas é recolocar a África como fonte epistemológica e ontológica de mundo, capaz de refundar as relações entre ser, natureza, comunidade e política. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Pós-humanismo | pt_BR |
| dc.subject | Ontologia africana | pt_BR |
| dc.subject | Civilização moderna | pt_BR |
| dc.subject | Afrocentricidade | pt_BR |
| dc.title | Pós-humanidade negra: quando a ontologia africana deixa de responder ao ocidente e começa a fundar outro mundo | pt_BR |
| dc.type | Monograph | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Monografias - Licenciatura em Ciências Sociais (São Francisco do Conde) | |
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| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 2025_mono_eugeniochiulele.pdf | 2025_mono_eugeniochiulele.pdf | 659,96 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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