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dc.contributor.authorDomingos, Madalena Lima-
dc.date.accessioned2026-07-08T19:40:33Z-
dc.date.available2026-07-08T19:40:33Z-
dc.date.issued2025-12-01-
dc.identifier.citationDOMINGOS, M. L. (2025)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8050-
dc.descriptionDOMINGOS, Madalena Lima. Teste de percepção sociolinguístico: efeitos sociais causados pela variação do português angolano falado pela etnia Ovimbundu. 2025. 28 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2025.pt_BR
dc.description.abstractO português falado em Angola apresenta características específicas que o diferenciam do português de Portugal e de outros países da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), sendo denominado, portanto, de português angolano. Ainda assim, essa variedade não é homogênea, haja vista que existem particularidades fonéticas, lexicais e gramaticais que variam de região para região de Angola. Entretanto, a variedade falada em Luanda tende a ser considerada como a mais prestigiosa em termos de norma linguística e as demais são consideradas inferiores e sofrem preconceito linguístico. De forma geral, a variedade dos “sulanos”, isto é, dos Ovimbundu – localizados nas províncias do Huambo, Benguela e Bié – costuma sofrer muito preconceito das pessoas que vivem na capital Luanda. Nesse sentido, o problema de pesquisa que se apresenta é: como comprovar a existência do preconceito linguístico aos sulanos? A partir desse questionamento, o objetivo principal desta pesquisa é compreender se, realmente, a percepção de que há preconceito linguístico aos sulanos é válida. Em se comprovando essa afirmação, os objetivos específicos decorrentes são: 1) quais são os motivadores sociais subjacentes ao preconceito linguístico; 2) entender em quais momentos na esfera social há estranhamento no português falado pelos Ovimbundu dentro da capital; 3) compreender o cenário sociolinguístico angolano que gera, como consequência, o preconceito linguístico. Para cumprir os objetivos desta pesquisa, optou-se por um caminho metodológico que envolve um teste de percepção sociolinguístico – utilizando três vídeos de influenciadores angolanos, cujas falas são típicas de Luanda e de pessoas pertencentes ao grupo étnico Ovimbundu – realizado com oito estudantes angolanos da UNILAB (Campus dos Malês). Os resultados evidenciaram que o preconceito com as falas de Ovimbundu realmente ocorre e é associado ao preconceito social direcionado a esse grupo étnico.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectLíngua portuguesa - Angolapt_BR
dc.subjectOvimbundu (Povo africano)pt_BR
dc.subjectLinguagens e línguas - Variaçãopt_BR
dc.subjectPreconceito linguísticopt_BR
dc.titleTeste de percepção sociolinguístico: efeitos sociais causados pela variação do português angolano falado pela etnia Ovimbundupt_BR
dc.typeArticlept_BR
Aparece nas coleções:Artigos - Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa (São Francisco do Conde)

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