Resumo:
A gestação é um momento singular e complexo na vida de uma mulher, que apresenta suas fragilidades requerendo maior atenção e cuidados. O objetivo deste estudo foi avaliar a prática da automedicação entre gestantes referida na literatura, bem como seus potenciais riscos para gestação e para o feto. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, sem restrição de período com busca combinada de descritores. Foram incluídos neste estudo 24 publicações, destas 14 encontravam-se no idioma inglês, 8 em português e 2 em espanhol. A prevalência de automedicação variou entre 8% com menor índice no Reino Unido e 93,3% com a Islândia. Os medicamentos mais utilizados foram os anti-inflamatórios não esteroidais (AINES). Os artigos sugeriram orientação profissional para as gestantes e maior rigor e controle dos medicamentos de venda livre. Existe a necessidade de orientar as gestantes desde a primeira consulta, com a finalidade de deixá-las informadas quanto aos riscos da automedicação e esclarecer sobre as alternativas que podem ser utilizadas para alívio dos sintomas gestacionais e para possíveis desconfortos e enfermidades que venham a surgir nesse delicado período.
Descrição:
COSMO, Nayara Raphaela Fidelis. Análise da pratica de automedicação na gestação e seus potenciais riscos: revisão integrativa. 2017. 26 f. TCC (Graduação) - Curso de Enfermagem, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira, Acarape, 2017