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Unidade linguística na diversidade linguística: o caso do Kriol da Guiné-Bissau

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dc.contributor.author Intipe, Bernardo Alexandre
dc.date.accessioned 2019-02-19T15:01:48Z
dc.date.available 2019-02-19T15:01:48Z
dc.date.issued 2018-09-28
dc.identifier.citation INTIPE, B. A. (2018) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/1257
dc.description INTIPE, Bernardo Alexandre. Unidade linguística na diversidade linguística: o caso do Kriol da Guiné-Bissau. 2018. 62 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2018. pt_BR
dc.description.abstract Este trabalho tem como objetivo apontar a importância social da língua kriol guineense, buscando compreender a ligação entre a pluralidade linguística de Guiné-Bissau e sua representatividade cultural-identitária que encerra múltiplas comunidades linguísticas apontando para uma certa unidade a partir do kriol. O primeiro capítulo traz breves considerações histórico-sociais, como o reino de Kaabú e o Império Mali e a formação da sociedade guineense, passando pelo período colonial e a presença portuguesa. O segundo capítulo discute o termo crioulo e seu significado, apresentando também os crioulos de base lexical portuguesa e a suposta hipótese da origem de kriol, compreendendo-o como uma língua e não dialeto. No último capítulo apresenta-se, também, um panorama histórico da situação linguística do país, enfatizando o kriol como unidade identitária do país e sua força como expressão a partir de manifestações culturais orais, como narrativas, ditus, divinhas, dentre outras. Destaca-se, desse conjunto, dois agrupamentos que utilizaram-se da música como instrumento de difusão da língua kriol: Cobiana Djazz que, por meio de poemas musicados como canções revolucionárias, privilegiou o período da luta armada e o pós-período colonial com uma forte tendência crítica ao governo local e sua má gerência; e Super Mama Djombo, que privilegia a exaltação do então país soberano liberto do colonialismo, não esquecendo do teor crítico ao governo que não privilegia seu povo, ratificando a dimensão da língua kriol em várias vertentes culturais, o que contribui para sua difusão no território nacional. Por fim, conclui-se que entre a diversidade linguística existente no país, o kriol consegue atingir todas as comunidades linguísticas tornando-as uma unidade linguística e, sobretudo, sendo fator da identidade cultural. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Antropologia linguística pt_BR
dc.subject Língua kriol guineense pt_BR
dc.subject Linguística - Guiné-Bissau pt_BR
dc.title Unidade linguística na diversidade linguística: o caso do Kriol da Guiné-Bissau pt_BR
dc.type Monografia pt_BR


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